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Isso tem que acabar, isso pede medidas drásticas.

Esta mais do que provado que esses tais índios e Ong’s que os representam não passam de outro grupo praticando terrorismo rural no país, assim como o MST.

Relatório da EMBRAPA prova que a grande maioria desses ditos índios só chegou aos locais a serem expropriados de seus legítimos donos a poucos anos atrás, os detalhes estão aqui: URGENTE: Relatório da Embrapa desmente laudos da Funai.

Isso sempre foi muito claro para quem já pisou nessas regiões, ENQUANTO AS TERRAS PERTENCIAM AO ESTADO, LOCAIS DESPROVIDOS DE QUALQUER INFRAESTRUTURA, IMPRODUTIVOS E ABANDONADOS, NENHUM ÍNDIO SE INTERESSOU EM RECLAMAR A POSSE DESSAS TERRAS, QUE ALIAS ÍNDIO MESMO NUNCA TEVE CONCEITO DE POSSE, VIVIAM COMO “NÔMADES”, DE CAÇA, COLETA E ALGO QUE NÃO PODE SER TRATADO COMO AGRICULTURA, JÁ QUE QUEIMAVAM UMA ÁREA, PLANTAVAM NELA ATE EXAURIR SUA FERTILIDADE, MIGRANDO PARA OUTRO LOCAL ASSIM QUE ESSA ÁREA NÃO TIVESSE MAIS FERTILIDADE.

Poucos se interessaram em encarar o desafio e investir o que tinham nessa difícil empreitada.

Pergunte aos hoje grandes produtores no Centro Oeste, como foi vender tudo que tinham construído no Sul e Sudeste do Brasil, comprar essas áreas do Estado e ir para esses locais ermos, carregando tudo que tinham em seus caminhões, na maioria das vezes velhos, chegarem a esses locais sem água, luz e esgoto, levantaram barracos provisórios no meio do nada, cavaram foças e poços no braço e abrirem suas terras com CBT’s. Existe um ditado que o Centro Oeste foi desbravado com quatro C’s (C10, CBT, Caterpillar e Cesna).

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Não vou me estender a contar essas historias, mais resumindo, encaram um ambiente totalmente inóspito, desprovidos de qualquer infraestrutura e serviços básicos, para construir o que hoje é o principal motor econômico do país, isso tudo sem nenhum apoio, pelo contrario, normalmente com o estado atrapalhando.

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Agora, depois de décadas, quando as regiões se tornaram polos de desenvolvimento, depois de tudo construído, estruturado e produzindo riquezas aparecem as “nuvens de gafanhotos” alegando que as terras os pertence? Por que não disseram isso a 50 anos atrás, antes de esses bravos empreendedores começarem a trabalhar e construir tudo isso?

Porque eles não queriam nem querem terra assim, que de trabalho e demande empenho, trabalho e sacrifício para torná-las produtivas. O Estado tem 123 milhões de hectares em terras improdutivas, mais praticamente 108 milhões de hectares que já são reservas indígenas, 150 milhões de hectares de terras devolutas. MST, Índios e afins querem terras? Estão ai! Vão ocupar essas terras improdutivas do Estado, afinal não é o próprio Estado que quer assentá-los?

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Não vão em busca dessas terras porque terras assim não interessam a vagabundos e parasitas socialistas. Querem a propriedade privada, produtiva, para assim como uma nuvem de gafanhotos, parasitas, sugar toda riqueza e benefícios que essas geram e assim que esses se esgotarem vão migrar em busca de outro “hospedeiro para ser parasitado”. a Foto acima ilustra bem como agem os gafanhotos, antes de se tornar reserva indígena a área ao lado direita era como ao lado esquerdo.

Todo esses estímulos populistas, assim como ocorre com outros setores agraciados pelo Estado com alguma premissa que os torne acima da lei dos “reles mortais”, cria um boom populacional nesses grupos, afinal, existe muito malandro querendo uma boquinha “grátis”. “Todo mundo agora quer ser índio”, tem “índio” branco, azul, verde, de toda cor, tem índio estrangeiro que estão entrando no Brasil alegando que as terras pertencem a eles. Agora tem um monte de Neo Índios circulando por ai, atrás de dinheiro fácil e fama. E quem esta sendo vitima disso tudo são os trabalhadores sérios e honestos, que se empenharam em buscar uma vida melhor e consequentemente melhorar a nação.

“A moda agora ao redor do mundo é afirmar que os governos devem promover a diversidade e a pluralidade — o que na prática significa que alguns grupos organizados têm mais direitos do que outros, o que por sua vez significa a abolição da ideia de “igualdade perante a lei”.’

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