Administração Obama tomando medidas Nazistas contra Conservadores?

Um breve comentário sobre como a Receita Federal Americana se focou em grupos específicos da sociedades Americana em 2011 e 2012 com intuito de prejudicá-los e assim garantir a eleição da esquerda “Obamica”.

Como a mídia por aqui vai omitir isso solenemente, encaminho diversas fontes para quem se interessar em saber mais sobre o socialismo tentando destruir o berço da Democracia moderna. O IRS mirou especificamente grupos envolvidos na defesa e divulgação da constituição e da carta de direitos, procurando meios de atingi-los e denegrir a imagem dessas pessoas e entidades (Tea Party, NRA, etc.) para garantir a eleição do “Democratas”.

Claramente uso da maquina publica para perseguir grupos da sociedade que se opõem ao governo.

E essa matéria fala sobre o Departamento de Segurança Nacional que tem tomado medidas no mínimo suspeitas contra cidadãos Americanos que não se enquadrem nos grupos de estimação dos socialistas. Retired Army officer warns: DHS preparing for war against American citizens

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Autor: Guilherme Frederico

Produtor rural e agro empresário.

6 comentários em “Administração Obama tomando medidas Nazistas contra Conservadores?”

  1. http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/fisco-americano-investigou-ate-facebook-de-conservadores

    O Fisco também pediu para saber que livros os conservadores estavam lendo, mostrando que a minuciosa e controversa investigação ultrapassou a busca por dados confidenciais e examinou também as informações pessoais.

    O Politico teve acesso a documentos, examinados pelo Fisco em 2012, de 11 membros do Tea Party e de outros grupos conservadores examinaram que mostram que o IRS (Receita Federal dos EUA) queria saber absolutamente tudo sobre eles – até mesmo o que estavam pensando. Eles tinham cópias dos sites, blogs e postagens em redes sociais dos conservadores, que temiam ser punidos por algum tweet ou post no Facebook.

    1. E-mails comprovam que governo Obama tentou encobrir terror em Bengasi
      Casa Branca divulgou mensagens trocadas entre autoridades sobre ataque

      http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/e-mails-comprovam-que-governo-obama-tentou-encobrir-terror-em-bengasi

      Em meio a escândalo, Obama nomeia novo comissário para o Fisco
      Danny Werfel, funcionário da Casa Branca, substituirá Steven Miller, que foi “forçado” a renunciar. Mudança não deve reduzir críticas ao governo democrata

      http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/em-meio-a-escandalo-obama-nomeia-novo-comissario-para-o-fisco

      Depois de escândalo sobre Bengasi, Obama fala em aumentar segurança das embaixadas
      Presidente tenta reagir à divulgação de que documentos sobre ataque a consulado foram manipulados pressionando o Congresso a liberar mais dinheiro para diplomacia

      http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/depois-de-escandalo-sobre-bengasi-obama-fala-em-aumentar-seguranca-das-embaixadas

      ESSE AQUI É UM LIXO QUE MAIS PARECE TER SAIDO DAS PAGINAS DO PRAVDA, MAS TEM UMA INFORMAÇÃO QUE PROVA QUE O BURROS EM GEOGRAFIA SÃO OS ESQUERDISTAS, QUE VIVIAM A ATACAR O BUSH http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/obama/geopolitica-geografia-benghazi/

  2. 17/05/2013 – 22:14
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    Estados Unidos
    Governo Obama sabia de abusos do Fisco antes da eleição
    Número 2 do Tesouro soube em junho do ano passado que havia uma investigação em andamento sobre a perseguição a grupos conservadores
    J. Russell George, inspetor-geral do tesouro dos Estados Unidos

    J. Russell George, inspetor-geral do tesouro dos Estados Unidos (REUTERS/Jason Reed)

    A cúpula do governo de Barack Obama foi informada em junho do ano passado, a cinco meses da eleição presidencial, de que havia uma investigação em andamento sobre a prática do Fisco americano (Internal Revenue Service, IRS) de perseguir grupos conservadores que solicitaram isenção de impostos. A revelação foi feita nesta terça-feira por J. Russell George, inspetor-geral do Tesouro americano para administração de impostos. Em uma audiência na Câmara dos Representantes, ele disse ter informado o secretário-adjunto do Tesouro, Neal Wolin, sobre a investigação, mas não sobre seus resultados. Wolin, número dois do Tesouro e nomeado político de Obama, deverá testemunha na próxima semana no Congresso.

    A declaração de George complica ainda mais Obama, evidenciando que a máquina do governo foi usada para atingir inimigos políticos e comprovando que as investidas do IRS contra grupos de oposição eram de conhecimento do alto escalão.

    Os “aloprados” de Obama se movimentaram com desenvoltura. Para complicar a vida de organizações que supunham contrárias à reeleição de Obama, os fiscais as submetiam a penosos e absurdos escrutínios, o que acabava paralisando suas atividades. Em Iowa, por exemplo, um grupo contrário ao aborto foi solicitado a detalhar “o contédo de seus orações”. Em Ohio, o Fisco levou 34 dias para processar as informações da fundação Barack H. Obama, mas levou até mais de um ano para fazer o mesmo por entidades conservadoras. No Texas, a perseguição não se limitou ao Fisco. Uma organização que conta com simpatizantes do Tea Party, a ala mais conservadora do Partido Republicano, foi alvo tanto do IRS como das agências de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo (ATF), Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA) e até do FBI, a polícia federal americana.

    Saiba mais: Em meio a escândalos, Casa Branca aposta em ‘agenda positiva’

    “Erros bobos” – Steven Miller, que cumpre seus últimos dias de trabalho depois de ter sido forçado a renunciar, também prestou esclarecimentos aos parlamentares. Ou melhor, o chefe demissionário irritou os congressistas, ao se negar a identificar quem são os responsáveis pela conduta irregular do órgão e ao defender, contra todas as evidências, que as irregularidades decorreram de falhas de gestão e não de interesses políticos. “Eu acho que o que aconteceu foram erros bobos cometidos por pessoas que tentavam realizar seu trabalho de modo mais eficiente”, disse Miller, que deixará o posto na próxima semana.

    Tom Reed, republicano de Nova York, foi um dos que reclamou da postura de Miller. “É uma ofensa ouvir esse testemunho”. O próprio Miller soube da prática em maio do ano passado e, um mês depois, ele escreveu a um congressista para explicar o processo de revisão dos pedidos de isenção – sem mencionar que opositores eram tratados de forma diferente. Nesta sexta, ele disse que não enganou os parlamentares ao não falar sobre o assunto, apenas limitou-se a responder o que lhe foi perguntado. Defendeu ainda que o IRS teve problemas para analisar 70.000 solicitações de isenção de impostos recebidas nos últimos anos, e pediu recursos para que mais analistas sejam contratados. Em resposta, vários republicanos disseram que o Fisco deveria ser reduzido.

    Substituto – Além de defender que os envolvidos no escândalo sejam responsabilizados, Obama também tenta demonstrar que não está inerte diante do problema com medidas inócuas. O presidente solicitou, por exemplo, que o substituto de Miller, Danny Werfel, faça uma “revisão completa” das atividades do IRS e lhe envie um relatório em 30 dias. Ele terá de informar sobre o que está sendo feito para responsabilizar os envolvidos e corrigir falhas. O Fisco está sendo alvo de uma investigação criminal aberta pelo Departamento de Justiça e de apurações conduzidas pelo Congresso.

    Leia também:
    Após escândalo de Bengasi, Obama fala em aumentar segurança de embaixadas
    Obama sobre interceptação telefônica: não há por que se desculpar

    Na terça-feira, o inspetor-geral divulgou um relatório de 54 páginas sobre as irregularidades do Fisco. O documento reconhece que era errado o critério de seleção usado para identificar as organizações que seriam alvo de escrutínio e culpa falhas de gestão. Segundo o relatório, mais da metade dos grupos que foram selecionados para fornecer mais informações tiveram de passar dados “desnecessários” como o nome de doares e “o tipo de conversas e discussões de membros e participantes” durante as reuniões da organização. O documento confirma que, ao longo de 18 meses, todos os grupos que tinham “tea party” e “patriotas” eram submetidos a revisões.

    (Com agência Reuters)

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