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Vou traduzir essa, do “Lulanes” para o Português.

O Governo socialista tira as terras dos proprietários legais, repassa as mesmas para os índios, as custas dos tributos pagos pelos “brancu di zoi azu”, e depois como os índios não produzem porcaria nenhuma além de atraso, arrendam as terras para o “homem branco” produzir. O mesmo homem branco que teve seu patrimônio roubado por essa corja.

E o governo socialista/marxista de quebra ganha o controle total sobre o setor, fazendo com que o produtores fiquem “reféns do estado”, afinal, a concessão pode ser suspensa de acordo com a vontade marxista do governo.

Por isso nos temos falsos setores privados, como estradas, ferrovias, comunicação, mineração entre outros. São concessões estatais para exploração, as empresas nunca tem plena segurança de investir, afinal, não são donas de nada, meras “arrendatárias” de um proprietário esquizofrênico e delinquente (estado). Assim o governo PTista toma o controle do único setor verdadeiramente privado no Brasil, o único que não se sujeita as vontades comunistas como certos “bilionários” famosos Brasil a fora que dependem de ajuda estatal para manter suas fortunas, que vivem de pagar “pedágio” ao estado em troca de favores escusos e bolsa BNDES.

O sonho do PT é ter todo Brasil sobre o sistema de concessão publica, assim o estado é dono de tudo e o setor produtivo privado é mero prestador de serviço para essa corja de vagabundos inúteis. Derrubando a propriedade privada agropecuária, o golpe bolivariano terá tido completo sucesso. Ai então não teremos mais nenhum setor econômico livre e autônomo.

PEC permite concessão de terra indígena a produtor rural

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 237/13, em análise na Câmara, permite a posse indireta de terras indígenas por produtores rurais. A PEC acrescenta um parágrafo à Constituição para determinar que a pesquisa, o cultivo e a produção agropecuária nas terras tradicionalmente ocupadas pelos índios poderão ocorrer por concessão da União, tendo em vista o interesse nacional.

O texto prevê que os produtores rurais que explorarem esses territórios deverão se comprometer com o aproveitamento racional e adequado do terreno e de seus recursos naturais, sendo proibida a exploração das riquezas do solo, de rios e de lagos existentes. Os concessionários deverão ainda observar as regras relativas às relações de trabalho e também a convivência harmônica e pacífica com os grupos indígenas.

Impedimentos

A PEC não permite a concessão de terras que se destinem a atividades produtivas do grupo indígena, à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar ou à sua reprodução e à manutenção de seus costumes.

A concessão não poderá abranger mais da metade da área indígena demarcada e terá sempre prazo determinado. Aos índios fica assegurada a participação nos resultados da exploração agropecuária.

O autor da proposta, deputado Nelson Padovani (PSC-PR), argumenta que a parceria entre produtores e índios pode resultar em benefícios para os dois lados. Ele cita exemplo de parceria em Mato Grosso entre produtores e os parecis da terra indígena Utiariti. “Há oito anos eles viviam na penúria. Uma parceria com produtores rurais da região transformou suas vidas. Os fazendeiros forneceram máquinas e insumos para o plantio de soja e girassol”, diz Padovani.

Esse caso, segundo o parlamentar, leva a uma reflexão sobre as reais necessidades da população indígena. “Enquanto a Funai [Fundação Nacional do Índio] e as organizações não governamentais cuidam apenas de seus interesses políticos, a vida financeira dos índios se deteriora cada vez mais. A miséria, as doenças, o tráfico de drogas e o consumo de álcool avançam em terras indígenas”, aponta o deputado.

Tramitação

A proposta será analisada Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania. Se aprovada, será examinada por uma comissão especial e, posteriormente, votada em dois turnos pelo Plenário.”

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