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Com o avanço do “capitalismo” de estado, que tem como principal expoente o Comunismo Chinês, surgiram diversas formas de governos socialistas manterem reféns o setor produtivo de seus respectivos países, sendo que muitos desses artificios tem denominações apelativas, “modernas” e politicamente corretas.

No Brasil existem absurdos como índice de produtividade, grau de utilização da terra que servem para aterrorizar o agronegócio sob a ameaça de desapropriação, como toda atividade agropecuária, devido as leis mercadológicas cumprem com sobra esses requisitos absurdos, passaram então a procurar outros motivos para desapropriar imóveis rurais, dentre eles a responsabilidade social e ambiental, sendo que propriedades que não cumpre as normas ambientais e trabalhistas do governo estão sujeitas a serem desapropriadas e entregues a grupos terroristas como o MST, tratados como movimentos sociais, sob a mascara da função social da propriedade privada, esse grande absurdo.

Outro fator negativo é que se criou um mercado milionário para ONGs, Ambientalistas, militantes socialistas e políticos oportunistas através dessas leis de responsabilidade sócio ambientais. Diversas “empresas de consultoria” muito suspeitas foram criadas para adequar empresas ao sistema de leis criado justamente por esses mesmos grupos que agora vendem seus “serviços” as empresas vitimas dessas leis absurdas. Esses grupos jogam sobre as costas da sociedade, todos nós, a responsáveis pela pobreza, criminalidade, saúde precária, dentre outras mazelas nacionais e internacionais.

Também confundem responsabilidade social com senso de coletividade, que é respeito pelo individuo e pelo patrimônio público. Toda empresa e individuo já pagam a sua “contribuição social” para o governo através dos impostos. Não tem o menor sentido o empresário ser obrigado ir além disso, que já é um absurdo a tributação enorme e em cascata.

O homem tem que produzir pensando no futuro, na rentabilidade necessária para viabilizar o seu negócio, pensando nas dimensões econômicas e no lucro. Não existe sustentabilidade sem lucro, somente assim haverá “responsabilidade” sócio ambiental.

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