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Estão rindo da nossa cara. Só pode ser essa a resposta, essa a motivação de tantas execuções, mesmo quando não há reação alguma por parte da vítima. Uma risada irônica. Rindo enquanto fazem toda uma sociedade de refém, propagam o medo e têm tudo em suas mãos. O Brasil é, cada dia mais, pertencente ao crime.

Rindo por quê? Porque enquanto cometem das maiores atrocidades, relevamos suas atitudes e os tratamos como vítimas. Riem porque enquanto nos roubam e matam, mobilizamos toda a intelectualidade para justificar suas ações. A risada é uma resposta, uma afronta. Mas mesmo assim os tratamos como coitados, como pessoas que não podem ponderar. Resultado de arrogância? Talvez.

Dizem alguns deputados que o novo Código Frankenstein Penal vai endurecer o tratamento da criminalidade, resolver nossa crítica situação. Duvido muito. Um código desproporcional, que mais valoriza os animais de estimação do que as gerações vindouras dificilmente tratará de defender a sociedade.  E mesmo que o fizesse, de pouco adiantaria. A sensação de impunidade é algo que não se muda com meras palavras de uma lei. Muda-se com ações.