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Esse artigo foi publicado no site MULHERES CONTRA O FEMINISMO, para ler o artigo original clique aqui.

Algumas pessoas desconhecem que existem outras mulheres que lutam ativamente contra o feminismo. Sim, este raivoso movimento que mente nos representar possui outras mulheres contra ele. Existe esta falsa propaganda feminista na sociedade como se toda mulher deve ser ser feminista, pois de algum modo devemos algo a ele e isto é coisa de mulher ”moderna” pois o feminismo “promete o futuro”. Esta pressão é muita usada por feministas que deixam a entender serem as “verdadeiras defensoras” da verdade sobre serem mulheres e o papel da mulher na sociedade segundo as feministas. Tudo é propaganda feminista. Uma mentirosa propaganda. Este post tem o objetivo de enfatizar que existem MUITAS outras mulheres contra o feminismo e que nunca devemos nada a ele. Estas outras mulheres foram ameaçadas como também fomos e também foram censuradas pelos movimentos feministas. Liberdade, respeito, igualdade? Puras mentiras feministas da ditadura feminista hoje existente no Brasil. O movimento feminista é uma ditadura que censura e condena quem discorde delas. Todas as outras mulheres abaixo aqui sofreram com isso também.

Erin Pizzey: trabalhadora social inglesa que possui um tradicional abrigo para homens e mulheres que sofrem de abusos domésticos. Erin é uma ex-feminista e decidiu abandonar as feministas por notar a verdade escondida embaixo dos movimentos feministas que usavam de falsa propaganda como “amor, igualdade, paz, liberdade, etc” e outras mentiras do mito paz e amor para outros fins. Erin descobriu que mulheres abusam de homens e violentam homens fisicamente ou psicologicamente semelhante a homens que maltratam mulheres. Isto na época foi algo novo que fugia do conto feminista que homens sempre maltratam mulheres. Erin descobriu que ambos os sexos podem ser violentos e podem gerar crianças violentas em um ciclo vicioso o que é perigoso para todos. Erin quis falar a verdade mas foi censurada pelo movimento feminista que era feliz com a verdade oculta, pois neste ciclo vicioso a estrutura familiar era arruinada, tendo o homem sempre como culpado.  Além disso, o movimento feminista lucrava com esta mentira por desviar incentivos financeiros do governo para fins feministas, sempre tendo o homem como culpado. Casos de injustiça eram considerados justiça por politicamente correto. Por falar a verdade, Erin sofreu ameaças de morte por parte das feministas, teve o seu cachorro morto e precisou mudar de continente por motivos de segurança.

Esther Margareta Katzen: Mais conhecida como Esther Vilar: escritora, mais conhecida pelo seu livro de 1971, O Homem Domado, e suas continuações, que argumentam, ao contrário da retórica feminista e dos direitos femininos, que as mulheres em culturas industrializadas não são oprimidas, e que ao invés disso exploram um sistema bem estabelecido de manipulação dos homens.  Nele, ela alega que as mulheres não são oprimidas pelos homens, mas os controlam em um relacionamento que é vantajoso à elas mas no qual a maioria dos homens não tomam ciência.

Debateu com gurus feministas que a ofenderam sem refutar os seus argumentos. Pelas as controvérsias em torno do livro sofreu  ameaças de morte de grupos feministas.

Algumas das estratégias descritas no livro e usadas pelas mulheres segundo a autora são: atrair homens com sexo, usando estratégias de sedução; usar o elogio para controlar homens administrando-o com cuidado; usar chantagem emocional como meio de controlar os homens; uso de amor e romance como um pretexto para disfarçar suas intenções e motivos reais.

Michele Elliott: Mestre em psicologia, autora, professora e trabalhadora social especializada em crianças. Em 1992, Elliott publicou seu livro “Abuso Sexual de Crianças Feminino, o último tabu “, o primeiro livro a abordar a questão do abuso sexual por mulheres. O livro foi bem recebido pelos profissionais e organizações. Mike Lew descreveu como ”um trabalho importante e desafiador“, ajudando a ”forjar uma nova compreensão das questões“. Doody anual afirmou que era ”um livro extremamente valioso para todos os profissionais, e isso aumenta muito o estado atual do conhecimento, ou a falta que conhecimento, que pode ter uma profunda influência sobre o desenvolvimento da sobrevivência e recuperação“.

Trabalho de Elliott em expor a questão da pedofilia feminina também resultou na hostilidade de feministas que quiserem censurar o livro como fizerem com outros casos de mulheres que falavam a verdade contra a “verdade feminista”. Ao divulgar Abuso Sexual de Crianças Feminino Elliott organizou uma conferência em Londres sobre o abuso sexual por mulheres  e sofreu ameaças. Depois de publicar o livro Elliott foi sujeita a um “dilúvio” de mensagens de ódio das feministas.

Christina Hoff: Christina Hoff Sommers é uma autora americana e ex-professora de filosofia que é conhecida por sua crítica do feminismo do final do século 20, e seus escritos sobre o feminismo na cultura americana contemporânea. Seus livros mais discutidos são Who Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women e The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men. Christina fala sobre a desinformação muitas vezes proposital sobre a violência doméstica contra a mulher, a raiva de feministas contra homens, violência doméstica contra os homens/meninos e sobre dados manipulados pela mídia feminista.

Karen Straughan (Girl Writes That): Vlogueira e blogueira que desmascara as feministas e os dogmas feministas como “cultura do estupro”, “homens ganham mais”, “homens isso, aquilo”, “mulheres sempre foram vítimas do sistema”, etc. Ela questiona o mundo visto pelas feministas e os reais motivos do movimento feminista. Também sofre ameças por partes das feministas que em geral sempre repetem a mesma conversa.

Suzanne Wenker é vice-presidente do Centro de Política Casamento e autora de quatro livros, incluindo How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage) (February 2013), The War on Men (February 2013, eBook only), The Flipside of Feminism (2011), and 7 Myths of Working Mothers (2004).

Suzanne é uma colaboradora freqüente do Fox News.com e tem escrito extensivamente sobre política, educação de filhos, e a influência do feminismo na sociedade americana. Seu trabalho foi publicado no New York Post, St. Louis Post-Dispatch, Parents.com, Human Events, National Review Online, e CNSnews.com. Além disso, Suzanne apareceu no ABC, CNN, FOX, C-Span, e outros canais, bem como de programas de rádio de todo o país.

Seu primeiro livro, 7 Myths of Working Mothers, argumenta que as crianças e carreiras exigentes são incompatíveis. O Flipside of feminism, lançado em 2011, é uma conta explosiva dos danos deixados na esteira do movimento feminista. Seu original de e-book,  The war on men, é um olhar, concisa autoritária no mito da igualdade de gênero. E seu mais recente lançamento, How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage), lança um olhar duro para a revolução sexual e incentiva as mulheres a rejeitar o roteiro cultural têm sido vendidos sobre o amor, o sexo, os homens e o casamento.

Ayn Rand.Nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, de origem judaico-russa , em 1905, Ayn Rand deixou seu país, ao completar 21 anos de idade, rumo aos Estados Unidos, supostamente para visitar parentes, mas, de fato, com a intenção de por lá ficar. Na terra natal, com a revolução russa e a vitória final dos comunistas, sua família de classe-média, que fugira para a Criméia, teve seus bens confiscados e ficou na miséria. Mesmo assim, de volta a Petrogrado, Alissa conseguiu se formar, em 1924, em Filosofia e História na universidade local e, no ano seguinte, 1925, logrou obter permissão para visitar parentes nos EUA, a terra da liberdade, como aprendera nas aulas de história ainda no secundário. Nunca mais retornou. Foi escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa origem,  mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de “A Nascente” e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por “Vontade Indômita”) e Atlas Shrugged (“A Revolta de Atlas” no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand emigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged.

Talyta Caravalho: Filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP. Escreveu um texto interessante na Folha de SP (que publicamos aqui no nosso blog) sobre o feminismo no contexto atual e se transformou imediatamente em um alvo por parte das feministas. Feministas além de repetirem a mesma conversa marxista cultural e a atacarem pessoalmente com argumentos antigos fizeram campanhas contra Talyta. Uma amostra de censura ditatorial feminista.

Kelly Mac: Blogueira que é contra o feminismo por ele atualmente ser praticamente anti-homem. O blog dela é awomanagainstfeminism.blogspot.com