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POR RODRIGO VIANA

O que aconteceria com um país em que o estado assume serviços que antes estava nas mãos da sociedade, através do mercado gozando uma certa liberdade? E se esse país resolve monopolizar certos setores, deixando nas “mãos caridosas e oniscientes” dos governantes? Um desavisado diria “ótimo, o governo saberia agir de modo mais eficiente que o mercado“. Só que não.
Seguindo a receita intervencionista, o estado parasitário britânico vem controlando a economia de modo espantoso. Resultados: serviços questionáveis, uma dívida obscena, gastos exorbitantes, política monetária suicida e claro, impostos (também conhecido como “roubo legalizado”).

Consegue imaginar um governo que gaste mais dinheiro do que todas as empresas privadas e indivíduos juntos? Um país onde o setor público é maior que o setor privado? Ou então, uma dívida tão absurda (4.8 trilhões de libras) que caso o reino anglo-saxônico fosse vendido, sequer daria para pagá-la?
Quem vai pagar tais contas? Sim, os súditos da rainha e até mesmo aqueles que sequer nasceram. Gente obrigada, por uma imposição, a entregar pesados tributos ao leviatã, já que o dinheiro não vem do estado e muito menos dos governantes. Não sei se esses dados te assusta, mas a mim sim.

Baseado nesse cenário calamitoso surge o documentário “A história de terror da dívida trilionária do governo britânico”. Lançado em Maio de 2011, ele conta com a presença de empresários, acadêmicos, investidores e até ex-ministros da finança. Apoiado em sólidas teorias econômicas, o cineasta Martin Durkin vai mostrando o que há de podre no estado de bem-estar social britânico, sua insustentabilidade e na busca por inspirações em Hong Kong. País este onde há um crescimento real e sólido através da tão vilipendiada liberdade econômica. Tudo com pitadas de humor e linguagem fácil.
Em épocas de políticas “pró 10% do PIB para a educação”, esse filme se mostra mais do que bem-vindo, um alerta, a nós brasileiros.

Publicado e traduzido por Portal Libertarianismo.

 

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