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A cultura ocidental corre sérios riscos. Se o século XX teve o último suspiro daquilo que o ocidente produziu de nobre, o futuro guarda um caminho tortuoso, tenebroso, após um século XXI que marca a sedimentação de uma cultura viciada. A produção cultural de hoje é o retrato do que se tornou a nossa civilização: subvertida, em frangalhos. O que se tem, hoje, por erudito, é uma desconstrução de nossa própria cultura. A resultante do movimento modernista e contemporâneo, por exemplo, nada mais é do que a zombaria para com as tradições que produziram o auge do ocidente. O último prego no caixão de um movimento que, debilmente, tentou dar seus últimos suspiros e implorou para que fosse salvo do eterno esquecimento.

A Criação de Adão, uma das obras mais famosas do renascimento

Com esse cenário em vista, venho a trazer uma série remontando à alta cultura ocidental. Pretendo, semanalmente, elaborar um artigo sobre um período que moldou o ocidente como foi em seu auge. E o primeiro, de forma simbólica, será o do Renascimento. Quem sabe assim paramos para olhar ao passado e o tenhamos com respeito e como influência. Quem sabe assim atentamos mais às tentativas de destruir essa grande civilização ao destruir suas instituições e suas culturas, dando a devida atenção àquilo que é essencial. A luta contra a esquerda não se resume a discussões econômicas. A questão mais importante é, sem dúvida, a cultural. Todo o resto é resultado.

Johann Sebastian Bach – O nome mais influente do período barroco, e um dos mais influentes da história