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Esse será um artigo extenso, com diversas provas documentais e suas fontes sobre o caos que se instalou no pais em nome do “bem” das ditas minorias em detrimento as leis, a constituição e ao estado de direito.

Veio a tona essa a verdade sobre um embuste que a muito tempo vem causando severos danos ao Brasil, na verdade mais um embuste entre tantos (Aquecimento global com causa antropológica, código florestal, “reforma agraria” entre outros).

O novo embuste desmistificado diz respeito a demarcações de terras indígenas, como esta documentado no site do deputado Junji Abe:

O antropólogo Edward Luz fez, nesta terça-feira (21/08/2012), contundentes declarações sobre os artifícios usados para forçar a conversão de áreas produtivas em reservas indígenas, confirmando o alerta do deputado federal Junji Abe (PSD-SP) sobre a sanha da Funai – Fundação Nacional do Índio em multiplicar demarcações, a serviço de interesses internacionais para prejudicar o agronegócio brasileiro.

Uma das práticas mais comuns é enterrar em áreas pretendidas para transformação em reservas, cerca de 1,5 metro abaixo da superfície, algumas panelas, outros utensílios domésticos e até ossos humanos retirados de cemitérios indígenas. “A ideia é configurar o território como ocupado, historicamente, por tribos. Sob a recomendação de organizações norte-americanas, a farsa é montada e técnicos da Funai convocam a Imprensa para testemunhar a suposta descoberta antropológica”, acusou Junji, reiterando o depoimento de Luz.

Com base em fraudes do gênero, a Funai elabora um relatório antropológico para identificação e delimitação do território pleiteado pela comunidade indígena, usado pelo governo para homologar, por decreto, a criação de reservas. Como o sistema vigente deixa a decisão a cargo da Fundação, “as terras de uso exclusivo dos índios são multiplicadas enquanto a maioria absoluta de brasileiros vive ameaçada de despejo em áreas urbanas e de produção rural”, como protestou o deputado.

Mestre e doutorando em Antropologia pela Universidade de Brasília, Luz conhece profundamente os meandros do processo de conversão de terras em reservas indígenas. Por muito tempo, foi consultor da Funai e respondeu por diversas demarcações de áreas na Amazônia.

Contrariado com a sucessão de fraudes patrocinadas por organismos internacionais – e amparadas pela Fundação – para viabilizar a ampliação do território de uso exclusivo dos índios, ele decidiu se juntar a Junji e demais parlamentares defensores do agronegócio, na expectativa de ajudar a frear o que o deputado classificou como “desserviço à Nação”.

O testemunho de Luz polarizou a atenção dos participantes da reunião semanal da FPA – Frente Parlamentar Mista em Defesa da Agropecuária, nesta terça-feira. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, receberá o grupo nesta quarta-feira (22/08) para tratar das ações relativas à demarcação das terras indígenas no País. Junji e parlamentares da bancada ruralista planejam apresentar uma série de provas de fraudes no processo encabeçado por organizações internacionais que, segundo o antropólogo, utilizam-se das mais diferentes estratégias para consolidar a meta de conter o avanço da agropecuária nacional.

“Agasalhadas pela Funai, organizações empresariais de países como os Estados Unidos, que querem neutralizar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional, criaram uma indústria de reservas indígenas”, vociferou Junji. Baseado nas declarações de Luz, ele afirmou que o jogo de vale-tudo em nome de interesses econômicos inclui até o suborno de profissionais, do quadro da Fundação e de consultores, para fraudarem os levantamentos usados na elaboração dos relatórios antropológicos destinados às demarcações.

As farsas arquitetadas para confirmar a presença indígena em determinadas áreas “extrapolam o impensável”, como definiu Junji. Segundo o deputado, grupos de 50 a 100 índios são convocados para ocuparem terras indicadas por organizações internacionais. Usualmente, completou ele, são porções férteis vizinhas de terrenos altamente produtivos. “Aí, vem a Funai e classifica o território como, historicamente, ocupado por uma nova tribo indígena. Está feita a fraude que servirá para a constituição de mais uma reserva de uso exclusivo dos índios”, relatou, acrescentando que, depois, os indígenas abandonam o local para retornarem aos seus povoados de origem.

O deputado enfatizou que são irregulares as demarcações de terras em favor dos povos indígenas, ocorridas após a decisão do STF – Supremo Tribunal Federal em relação à reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima. O acórdão traz diretrizes fixadas quanto à vedação de se ampliar reserva indígena já demarcada, que precisam ser observadas em respeito à uniformização e à segurança jurídica.

De acordo com Junji, a FPA chegou a entregar a ministros do STF abundante material para comprovar a denúncia de manipulação de ambientalistas brasileiros por corporações norte-americanas. Ao mesmo tempo, observou ele, há um movimento de entidades, patrocinado por corporações de diversos países e contra os interesses dos brasileiros, que mobiliza com rapidez índios do Paraguai, Uruguai, Colômbia, Bolívia e Guianas para constituir uma chamada “Nação Guarani”, que teria extensão territorial equivalente à metade do tamanho do Brasil.

Guerra da Informação
Os índios e quilombolas representam 0,43% da população brasileira. No entanto, ocupam 1,07 milhão de quilômetros quadrados (km²), distribuídos em 514 reservas, o equivalente a 12,7% do território nacional. O deputado federal Junji Abe alertou que a Funai pretende criar mais 156 áreas exclusivas, além de ampliar as existentes. “Se isto acontecer, os 60% de áreas cultiváveis existentes no Brasil serão reduzidos para apenas 28%, considerando as restrições ambientais que impedem a atividade agrícola”, advertiu.

As atuais reservas indígenas, constituídas por Lei Federal, já garantem a cada um dos 400 mil índios ou quilombolas cerca de 300 hectares de terras, o equivalente a três milhões de metros quadrados. Segundo Junji, os 5,2 milhões de estabelecimentos rurais do Brasil ocupam 3,3 milhões de km², o correspondente a 38,8% do território nacional. Já os 818 mil índios e quilombolas detêm a propriedade de 12,7% da área total do País, como protestou ele.

Junji insistiu que a principal guerra a ser vencida pelos defensores do agronegócio é a da informação. “Precisamos desmistificar, junto à opinião pública, o engodo espalhado por organismos internacionais que exploram a temática dos índios desprotegidos”, conclamou. A propaganda enganosa acusa a agropecuária de vitimar o povo indígena e destruir o meio ambiente, como apontou Junji, esclarecendo que o foco do trabalho estrangeiro é bloquear a expansão das atividades produtivas no País, eliminando a ameaça que o desenvolvimento do setor no Brasil representa para a economia norte-americana.

Na visão do deputado, a grande missão dos defensores do agronegócio é mostrar à população como agem as organizações internacionais, acolhidas pela Funai. Ele comparou a situação às invasões patrocinadas pelo MST – Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra que “perdeu a aura de guardião dos pobres e oprimidos” após reportagem investigativa publicada pela Revista Veja. A matéria escancarou fartos interesses econômicos que norteavam as ocupações, brindando os bolsos de dirigentes da entidade, enquanto crédulos invasores acabavam à míngua nas áreas que eles próprios devastaram.

Além de Junji que preside a Pró-Horti – Frente Parlamentar Mista em Defesa do Segmento de Hortifrutiflorigranjeiros, também participaram da reunião da FPA – Frente Parlamentar Mista em Defesa da Agropecuária o presidente Homero Pereira (PSD-MT), o senador Sérgio Souza (PMDB-PR), os deputados Carlos Magno (PP-RO), Abelardo Lupion (DEM-PR), Alceu Moreira (PMDB-RS), Lira Maia (DEM-PA),Valdir Colatto (PMDB-SC), Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR), Nelson Padovani (PSC-PR), Giovanni Cherini (PDT-RS) e Leonardo Vilela, (PSDB-GO), e o ex-deputado Zonta, atual consultor político da OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras.

E aqui a entrevista que o antropólogo Edward Luz concedeu ao site Noticias Agrícolas:

A revista Exame também publicou a matéria 14 coisas que você não sabia sobre os nossos índios.

Essa matéria refuta todas as teses dos militantes sobre “preservar a cultura indígena”.

Aqui esta a matéria feita pela Revista Veja que mostra os lamentáveis resultados das demarcações já efetuadas. Em boa parte das reservas, antes fazendas produtivas, o cenário é de abandono e a população sobrevive de benesses do governo.

E o emblemático caso de Raposa Serra do Sol:

Outro problema endêmico relacionado a situação diz respeito aos crimes comuns praticados por índios, que são inimputáveis segundo a lei, criando uma proteção para que os mesmos comentam assaltos, extorsões, estupros e assassinatos com a garantia de impunidade:

Índios fecham estrada para saquear cargas | Gazeta do Povo

O autor Leandro Narloch, jornalista e autor do livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil, revela fatos reais sobre os índios e suas praticas, sem a manipulação Marxista que as escolas nos ensinou.

As tribos indígenas nunca tiveram conceito de propriedade privada, como atesta ate mesmo órgãos estatais na matéria publicada na revista Exame, AGORA COMO ALEGAM PROPRIEDADE PRIVADA SE NUNCA TIVERAM ESSE CONCEITO EM SUA CULTURA?

ERAM NÔMADES QUE PERMANECIAM EM UM DETERMINADO LOCAL ATE CONSUMIR TODOS OS RECURSOS DO MESMO, DEPOIS IAM PARA OUTRO LOCAL E FAZIAM O MESMO ATE QUE ESSE LOCAL NÃO TIVESSE MAIS RECURSOS DISPONÍVEIS.
Quando você percebe que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos mais pelo suborno e influência do que pelo trabalho e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que ficam protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada. Ayn Rand.
ESSES “ÍNDIOS” E SEUS “ESTIMADOS PROTETORES BRANCOS” (CIMI, FUNAI, PT, PSOL, PV) SÓ VÃO PROCURAR RESERVAS EM ÁREAS PRODUTIVAS, ONDE ALGUM HOMEM BRANCO JA FEZ O TRABALHO DE TORNAR O LOCAL APTO A PRODUÇÃO…USAM A MESMA LOGICA DO MST E CONGENERES, NUNCA INVADEM AS TERRAS IMPRODUTIVAS, SEMPRE ATACAM ÁREAS PRODUTIVAS, ESTRUTURADAS, ONDE NÃO É NECESSÁRIO INVESTIMENTO DE TEMPO, DINHEIRO E MUITO TRABALHO PARA TORNAR ÁREAS IMPRODUTIVAS E SEM ESTRUTURA ALGUMA EM ÁREAS PRODUTIVAS.

SÃO COMO GAFANHOTOS, QUE CONSOMEM OS RECURSOS ATE O FIM E DEPOIS MIGRAM PARA OUTRO LOCAL ATE QUE O MESMO ESTEJA ANIQUILADO E CONTINUAM ASSIM, ATE O MOMENTO EM QUE NÃO HOUVER MAIS NADA PARA DESTRUIR.NADA PRODUZEM, SÃO VAGABUNDOS, NÃO QUEREM TRABALHAR, SÓ QUEREM DINHEIRO FÁCIL…

OS PRODUTORES RURAIS, DEMONIZADOS COMO “RURALISTAS” FORAM PARA ESSAS TERRAS POIS O GOVERNO FEDERAL “INCENTIVAVA” PESSOAS APTAS E DISPOSTAS A COLONIZAR E DESENVOLVER A NAÇÃO, GERAR RIQUEZA, EMPREGOS E MATÉRIAS PRIMAS PARA A SOCIEDADE.

COMPRARAM ESSAS TERRAS DO ESTADO, NINGUÉM GANHOU NADA GRATUITAMENTE, HOUVE O INCENTIVO E FOI PAGO O PREÇO JUSTO POR ELAS, JÁ QUE NA ÉPOCA QUASE NINGUÉM QUERIA SE AVENTURAR NOS CONFINS DO MUNDO, SEM COMUNICAÇÃO, SEM ESTRADAS, SEM CUIDADOS MÉDICOS, SEM ENERGIA ELÉTRICA VIVENDO PRECARIAMENTE. FOI PAGO O VALOR DE MERCADO JUSTO POR ESSAS ÁREAS.

TIVERAM QUE FAZER POÇOS E FOÇAS SÉPTICAS, VIVER EM BARRACOS ATE CONSTRUIR UMA CASA DE MADEIRA NA PROPRIEDADE, SENDO QUE TODAS AS MÍNIMAS NECESSIDADES BÁSICAS HUMANAS DEMANDAVAM ENORME ESFORÇO E EMPENHO, POIS QUASE TUDO TINHA QUE SER FEITO NO LOCAL, POIS ERA IMPOSSÍVEL  VISITAR A CIDADE MAIS PRÓXIMA, SENDO QUE ESSAS MUITAS VEZES ESTAVAM A CENTENAS DE QUILÔMETROS DO LOCAL E AS “ESTRADAS” ERAM QUASE INTRANSITÁVEIS, ISSO QUANDO HAVIA ESTRADA.

FORAM ABRIR AS TERRAS NESSES FINS DE MUNDO QUE QUASE NINGUÉM SE INTERESSAVA EM IR, PARA PRODUZIR COMIDA, ROUPA, COMBUSTÍVEL E TUDO MAIS QUE SE CONSOME PELA SOCIEDADE.

O BANCO DO BRASIL ATE POUCAS DÉCADAS ATRÁS SÓ LIBERAVA FINANCIAMENTO AGRÍCOLA PARA O PRODUTOR RURAL MEDIANTE A EXPANSÃO DA ÁREA AGRICULTÁVEL VIA DESMATAMENTO. O PRODUTOR ERA “OBRIGADO”.

AGORA DEPOIS DE TUDO PRONTO, FUNCIONANDO E PRODUZINDO, DEPOIS DA INFRA ESTRUTURA INSTALADA QUEREM NOS TIRAR TUDO QUE CONSEGUIMOS LEGALMENTE E COM MUITO SANGUE, SUOR E SACRIFÍCIO??!! PARA DAR PARA OS DITOS ÍNDIOS E SEM TERRA??

EXISTEM PROPRIEDADES NAS REGIÕES NORDESTE, NORTE E CENTRO OESTE, MESMO NO SUDESTE QUE ATE HOJE NÃO TEM ENERGIA ELÉTRICA… DEPENDEM DE GERADORES A DIESEL…

POR QUE ELES NÃO FIZERAM O MESMO QUANDO NOS FIZEMOS?? OU MESMO AGORA? POR QUE NÃO VÃO ATE AS TERRAS ESTATAIS DEGRADAS E IMPRODUTIVAS, QUE SÃO MUITAS, E LA SE INSTALAM PARA CONSTRUIR E PRODUZIR?

NÃO FIZERAM E NEM FAZEM POIS SÃO NÃO QUEREM TRABALHO, SÓ QUEREM DINHEIRO FÁCIL, AS CUSTAS DE QUEM PRODUZ.