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Nas últimas semanas uma série de casos de civis reagindo a assaltos vem ganhando atenção na mídia.

O primeiro aconteceu no dia 10 junho em Caxias do Sul, na serra gaucha onde a senhora Odete Hoffmann de 86 anos, matou um assaltante que havia invadido sua residência. Ela utilizou um revolver Colt 32, que era herança de família. Depois ouve um caso novamente envolvendo anciões, mas dessa em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo. Um agricultor de 84 matou um assaltante, que tentava entrar na sua casa. Além do ladrão morto havia mais dois que faziam a mulher do agricultor refém, porém apôs o disparo eles fugiram e soltaram a refém. A arma utilizada era uma espingarda calibre 12. Por último, o caso mais recente (ouve outros, mas se eu for falar um por um vai demorar para chegar ao ponto principal do texto, risos) que aconteceu na quinta-feira em São Paulo, o comerciante Jeferson Fiuza de Morais de 28 anos, matou dois assaltantes que tentaram roubar sua loja de produtos eletrônicos. Jeferson pratica aulas de tiro e não deve dificuldade em abater os dois meliantes, porém o delegado prendeu o comerciante por duplo homicídio, pois ele disparou diversas vezes contra os criminosos que efetuaram apenas um disparo (esse cidadão deveria receber uma medalha e não algemas no punho).

A senhora Odete Hoffmann, aparentemente uma vitima vulnerável, mas salva graças a sua coragem e uma Colt 32

Esses casos junto a outros tantos só comprovam que arma na mão do cidadão de bem é perigosa apenas para os bandidos. Armas dão a chance de sobrevivência às vitimas, pois muitas a vitima atende todas as exigências dos assaltantes e mesmo assim acaba sendo executada a sangue-frio. Nossas autoridades de segurança pública dizem para não reagir a um assalto e cooperar com os bandidos, mas essa postura só deixa a vitima mais vulnerável e incentiva os criminosos a praticar mais crimes, pois eles sabem que as pessoas não irão oferecer resistência alguma, são alvos fáceis.

Eu não estou mandando ninguém comprar uma revolver e reagir a assaltos, mas defendendo o direito da legítima defesa, o não monopólio do Estado na segurança pública, o direito de escolher entre ficar a mercê da benevolência do criminoso ou reagir contra ele, não sendo passível, pois é preferível que um criminoso morra, a um cidadão de bem que só acrescenta a sociedade. As ONG’s que militam contra o direito de portar armas (legitima defesa) são verdadeiros defensores dos criminosos e da morte de inocentes. Duas últimas semanas são prova irrefutável que armas podem ser ferramentas preciosas contra o mal da criminalidade, porque no dia que a maioria das casas e estabelecimentos tiver armas e pessoas capacitadas para usá-las, os criminosos vão pensar duas vezes antes de sair assaltando, pois não vão estar em vantagem a vitima que antes era indefesa, terá uma chance de se defender, exemplo, o caso da brava senhora de Caxias do Sul, mesmo com dificuldades de andar ela pode lutar e vencer um criminoso de 30.

Você pode não querer ter uma arma em casa, é seu direito, mas não queira tirar o direito dos outros se proteger.