A propriedade privada legaliza e civiliza as pessoas e os estados

Se pararmos para uma reflexão minuciosa sobre as regiões que vivem em estado caótico, pelos mais diversos motivos invariavelmente verão que nesses locais inexiste o conceito de propriedade privada e sua defesa.

O caos instaurado pela criminalidade nas suas diversas formas de atuação assolam todas as regiões onde a propriedade privada é escassa ou inexistente.

As favelas no Rio de Janeiro que sofrem com o domínio do narcotráfico e crimes derivados, se da pela ausência de propriedade privada, sendo locais de ocupação irregular e ilegal que devido a questões ideológicas, o estado fez e faz vistas grossas não cumprindo com seu dever de garantir a ocupação legal e ordenada desses locais.

O mesmo ocorre com o desmatamento na Amazônia,  onde praticamente a totalidade das áreas desmatadas ocorre em “terras de ninguém” (áreas publicas, assentamentos de “sem terras”, reservas indígenas, áreas cedidas a Ong’s e seus lideres).

Casos de grilagem e conflitos agrários no nordeste do Brasil ocorrem pelos mesmo motivos, desrespeito a propriedade privada e ausência da mesma.

No Brasil os estados mais desenvolvidos são justamente os locais onde a propriedade privada é respeitada e predominante, como as regiões sul e sudeste que tiveram a ocupação legal fomentada pelo governo a partir do século XVIII e em um passado mais recente a região centro oeste que é um exemplo claro de que a propriedade privada é o motor da civilização e da civilidade, esta sendo ocupada por produtores rurais  do sul e sudeste que nos anos 70 iniciaram o processo de migração para os estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás estimulados pela iniciativa federal de desenvolver a região que é hoje um exemplo de desenvolvimento no país. E recentemente o mesmo ocorreu no oeste da Bahia, Tocantins, sul dos estados de Piauí, Maranhão e Pará.

Curiosamente, ou nem tanto, as mesmas pessoas que se dizem contra o desmatamento, em pró de “direitos humanos”, contra poluição e a pobreza são as mesmas que abominam e atacam a propriedade privada. Sendo que todas as mazelas que dizem combater se concentram justamente onde inexiste propriedade privada.

A propriedade privada fomenta o livre mercado, a geração de empregos, o desenvolvimento ordenado e sustentável e consequentemente à redução da miséria e conservação do meio ambiente.

Agora quem combate a pobreza e defende o meio ambiente?

Regiões prosperas e desenvolvidas são basicamente fruto do respeito a propriedade privada e a plena existência e predominância  das mesmas.

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Autor: Guilherme Frederico

Produtor rural e agro empresário.

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