13 comentários em “A Origem da Tirania na América do Sul”

  1. Interessante estes posts, que me levam a pensar sobre patriotismo….
    Eu sempre me considerei uma pessoa patriota (nao dessas que lembram do país apenas na copa do mundo de futebol) mas nunca fiz estas relações com autoritarismo/comunismo.Quero dizer, o comunismo é um derivado do patriotismo afinal?Ou os comunistas/autoritaristas se utilizam do conceito de patriotismo para manipular o povo?Eu iria me sentir muito mal se a primeira afirmação fosse a certa, por que então eu estaria num caminho mal…risos!Mas ao mesmo tempo me lembrei de nações como Estados Unidos e, sim os americanos são realmente patriotas ao meu ver, e nem por isso são comunistas/esquerdistas…
    Sabe, eu participei de uma aula de Ética e Responsabilidade social, e em um determinado momento se comentou sobre a questão das cotas.A professora por incrivel que parece se mostrou a favor das cotas, assim como outras pessoas, alegando que eles nao entram pq não tem condições de “logistica e infra estrutura” pra competir com os que nao entram por cotas.Lógico que eu me mostrei contra, alegando a questão do auto preconceito como foi mencionado aqui no blog, se consideram incapazes de fazer por onde e fazendo aquela associaçao (negro = pobre) ridícula.O engraçado foi que no começo d aula, a professora se apresentou, contando da vida dela, dizendo que era muito humilde, que o pai da familia morreu cedo, e que eram 6 filhos pra criar, então cada um teve que ajudar desde cedo, toda aquela história triste e tal.E mesmo assim ela contou que nunca desistiu, e mesmo trabalando cedo, nao largou os estudos, contou que conseguiu frequentar a faculdade (sem cotas para pobres) e mesmo com muitas dificuldades, de ter de ir apé pra faculdade pq nao tinha dinheiro nem pra passagem de onibus e estando grávida, com tudo isso ela conseguiu se formar.Conseguiu bons empregos e conseguiu chegar ao mestrado por méritos próprios.
    Então eu me pergunto algo que ninguem se perguntou, curiosamente:Se ela com todas as dificuldades que teve conseguiu mudar de vida, por que os negros(ou pobres, que seja) não podem?Eu comentei sobre o fato eleitoreiro das cotas, e questionei do fato de nunca ter sido debatido alternativas da questão das cotas.Neste momento uma pessoa pró cotas me interrompeu alegando que o assunto foi sim debatido.Eu lógicamente perguntei onde, pq eu realmente nao me recordo de tal fato.Ele mencionou na mídia.O problema é que as pessoas que estão acostumadas a ler e aceitar as informações sem criticar pensam dessa forma.Mas o que eu quis dizer é:Debater soluções alternativas para ajudar as pessoas sem condições de entrar numa universidade, e não sobre “FAZER OU NÂO AS COTAS”.Isso rim foi realmente “debatido”, mas apenas foi uma “votação sobre se fariam ou não aquela solução”.Mas em nenhum momento alguem, ou alguma mídia apresentou uma solução diferente às cotas para resolver o problema.
    Ae falaram também sobre a bolsa familia que eu me posicionei contra também,e comentei falando uma coisa que é bem a situação do brasileiro:”Brasileiro adora fazer caridade com o dinheiro dos outros.”Fazendo é claro uma assossiação do vídeo “Jorge deve pagar”.Mas mesmo assim as pessoas acabam caindo no comodismo:”mas éssa é a única maneira que tem pra ajudar, não tem outra”, e tudo fica como está.Ae eu pensei nisso e gostaria de indagar os escritores do blog, se quem sabe poderíamos fazer uma lista e planos de soluções, de forma mais “desenhada”, para que essas pessoas possam “começar a pensar diferente”….

    Ótimo blog pessoal! =)

    1. É uma idéia excelente, Felipe. Vou pensar sobre alternativas para isso, embora eu já conheça algumas (ex.: Black Empowerment).
      Sobre a relação entre patriotismo e comunismo, ela não é explícita, mas a esquerda dada a sua tendência óbvia ao coletivismo precisa usar ela para angariar militantes. Assim, ela subverte patriotas ou crentes para militar por suas causas. É como na Coréia do Norte e em Cuba, hoje. Eles não são só socialistas, eles também são nacionalistas radicais porque usam o sentimento “anti-estrangeiro” (anti-americano, leia-se) das pessoas para colocar medo nelas e passar a impressão de que o Partidão é um protetor da Pátria.

    1. No caso ‘patriotismo’ é aquela definição que o Alberdi fornece. Também creio que ele esteja se referindo àquilo que na Europa é chamado de ‘nacionalismo’ e que nasce da formação dos Estados nacionais e se intensifica na França Revolucionária e nas Guerras Napoleônicas. Talvez seja importante também fazer uma distinção entre nacionalismo cívico e nacionalismo étnico, religioso, etc.

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