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Não sei se é muito relativismo ou qualquer coisa, mas algumas coisas acontecem e fazem a gente procurar a lógica delas. O ouvidor nacional da igualdade Racial, Carlos Alberto Silva denunciou por racismo o clipe da música “Kong” do cantor Alexandre Pires. Para o ouvidor, o clipe dimensiona os negros a uma “condição inferior”.

“Não entendo como ídolos que conseguiram superar suas condições sociais se prestam a um papel desses” desabafa Carlos Alberto Silva.

O Ministério Público Federal pode convocar Neymar para prestar depoimento sobre a suposta discriminação racial e sexismo no clipe e Alexandre Pires já prestou esclarecimentos sobre o caso.

Agora que você viu o vídeo responda: Há racismo nisso? Eu creio que não. É possível até se questionar a qualidade da música, mas o sujeito que vê racismo no clipe é que deve ser um racista. O politicamente correto já deu o que tinha que dar. Ele acaba minando a liberdade de expressão e até cultural.

Eu me surpreendo como nenhum grupo feminista e nenhum grupo GLBT se manifestou contra o clipe, uma vez que conta com belas modelos em roupas de banho e no final David Brazil (suposto homossexual) investe no funkeiro Mr. Catra e leva um fora do “cantor”.