A homossexualidade, o direito de associação e a privatização do casamento

Muito se tem discutido sobre o casamento gay. O assunto é polêmico, e as opiniões divergem muito. Mas, quase sempre, o maniqueísmo prático divide as pessoas em dois grupos antagônicos: os que apoiam o direito gay de casar (“os do bem”) e os que negam o direito gay de casar (“os do mal”).

Mas a questão não é tão simples, e as posições sobre isso vão além daquilo que a mídia mostra. Sou da opinião, por exemplo, que o Estado não tem o direito de determinar quem pode ou não pode casar – considerando somente que estamos falando de adultos, com pleno exercício de suas capacidades mentais.

A posição é estranha, e espanta muitos que se deparam com ela pela primeira vez. Os que são a favor do casamento gay me tratam imediatamente como alguém que é contra os gays. Os que são contra me tratam como um subversivo que defende o casamento gay. A verdade é que sou, a um só tempo, ambos e nenhum. Já explico.

Acredito que o Estado não tenha nem o direito e nem o dever de instituir um modelo de família oficial. Quando o Estado impõe um modelo de família oficial ele está causando problemas para uma série de pessoas que adotam diferentes modelos familiares – seja por questões religiosas, seja por questões culturais ou individuais. Vejamos os mormons, por exemplo, que são bígamos. Ou os muçulmanos, que são polígamos. Na tribo amazônica Zo’é, uma mulher pode casar com diversos homens (poliandria). Isto porque ela não pede autorização do Estado para fazê-lo: ela não precisa da autorização do Estado para isso. Do mesmo modo, gays não precisam da autorização do Estado para casar. Ninguém precisa.

Tribo Zo’é. O casamento poliândrico das índias é teoricamente ilegal no Brasil. Mas ninguém sai por aí militando para oficializá-lo ou impedí-lo.

O Estado não tem o direito de negar uma instituição que é civil ou religiosa. Isto seria uma violação do direito natural e individual de associação, e também a violação da laicidade ao impor a pessoas de todas as crenças um modelo familiar que não é comum a todas elas. O casamento é responsabilidade da sociedade civil e da religião, não do Estado.

Entendo que para questões de herança e partilha de bens, bastaria um contrato discriminando as partes envolvidas e como se dará o processo. Isso resolveria o problema que se pretende hoje solucionar com uma reforma da definição constitucional de família e com a instituição da “oficialidade” da relação homoafetiva. E ainda evitaria maiores dores de cabeça com modelos familiares de outras religiões e culturas no Brasil. A instituição do casamento civil para gays, longe de solucionar o problema, é uma medida ilusória e eleitoreira que só serve para partidos e políticos disputarem no tapa a imagem de gay-friendly. Pedir benção do governo para casar é o cúmulo do ridículo, e penso que aqueles que pretendem lutar em favor das  liberdades individuais e do direito das pessoas de associarem-se devam rever a sua posição e militar, isso sim, pela desestatização da família.

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Autor: Renan Felipe dos Santos

Indie Game Localizer.

51 comentários em “A homossexualidade, o direito de associação e a privatização do casamento”

  1. Fora que alguns gays querem que igrejas sejam obrigadas a aceitarem um casamento homossexual, mesmo que isso vá de encontro à religião dela. Se determinada igreja não apoia o casamento gay, existem outras que permitem.

    1. É isto que critico no movimento homossexual. Nada contra eles buscarem direitos iguais, mas querer privilégios e que o homossexualismo seja estimulado….

      Devemos garantir a liberdade religiosa, qualquer igreja/templo/mesquita/terreiro/etc deve ser livre para usar requisitos que quiser, para realizar rituais. Não gosta? Procure outra igreja.

      1. Sou gay, não quero estímulo a nenhuma sexualidade e não quero aval de nenhuma religião, assim como a maiorias dos meus colegas homossexuais. Quero apenas que a minha sexualidade não seja denegrida e quero garantidos o meu direito à segurança e à vida. Também quero ter liberdade para segurar a mão do meu parceiro em público e não ser alvo de repreensão, possíveis ataques físicos e olhares.

        Tá aí uma coisa que eu critico no defensório não informado: só porque estamos lutando para que a sexualidade não seja reprimida, alguns logo interpretam que estamos transformar todos em gay. Amigo, “estimular” alguém a ser gay é o mesmo que estimular alguém a ser bonito.

      2. Para Felipe Benoit

        Você erra em não conhecer o projeto gayzista, não é coisa particularmente espantosa – muitos gays não o conhecem e, me arrisco a dizer, se conhecessem não os apoiariam!

        Existe uma falácia, um conceito nublado, de que os indivíduos “nascem” gays. Essa mentira é produto da filosofia “politicamente correta” ( e falsa) que aparelhou os Conselhos de Psicologia, desde que a APA retirou do index de doenças e distúrbios em 73, o homossexualismo. Contudo, a verdade não desaparece por interresse dos que não a toleram, o óbvio sentimento de estranheza à manifestação de homo-afetividade permanece, e não é por causa da cultura cristã.

        O projeto de engenharia social, em implementação por associações gays, ONGS e partidos esquerdóides, confluem para um mesmo programa: remodelar a sociedade para um viés de moral relativista, dialética e manipulável – é a pura definição de revolução cultural!.

        Exemplo claro disso é sua demanda: não quer ser alvo de repreensão por segurar em público a mão do parceiro sexual! mas porque seria repreendido? em alguns países mulçumanos, homens andam de mãos dadas, em outros se cumprimentam com beijos( Rússia) e, mesmo no Brasil, estamos a ver demonstrações de carinho semelhantes….. qual é o teu problema então? resposta: a natureza ostensivamente sexual do ato, agressiva à cultura vigente e da maioria. Você não faria isto na Arábia Saudita, no Iran, na China, no Paquistão, etc…. PORQUE sabe que tem de respeitar as leis do país! mas aqui no Brasil tupiniquim e esquerdóide, o respeito a opinião, descência, compustura e até a Constituição Federal, querem submeter ao escrutínio sexual para validar sua permanência……….falar em pudor então, já virou falta de PUDOR!

        Concluindo: “estimular alguem a ser gay é o mesmo que estimular alguem a ser bonito” – de fato, transformar um feioso em Apolo é impossível! como é, igualmente impossível, transformar um homem em mulher! O que é possível é mimetizar os comportamentos e nesse caso, a influência externa é crucial. È só ver a doutrinação homossexual da Globo, a ostensividade agressiva das paradas gay, o domínio da mídia televisa e escrita, como de resto do mundo “fashion”. É a tentativa de embalar o ” feio” em papel de presente! não dá muito resultado! ,como você assinalou.

        vai na paz, marcilio leão

  2. Finalmente alguém q pensa igual a mim. Acho q se gays se amam e querem constituir família, o estado nao tem nada com isso mesmo. Eles tem direitos como qualquer outro. Não é a opção sexual q deve determinar o que uma pessoa pode ou não fazer. Casamento é um contrato entre duas partes, então uma imbecilidade impedir homossexuais de assina-lo.

    1. para Rafaela

      É porque você não sabe o que é um casamento, não tem idéia do alcance dessas decisões, muito menos vai se responsabilizar por solucionar o problema gestado!

      marcilio leão

  3. Na verdade a religião oficial dos mórmons ha mto deixou de ser bígama…apesar de que existe sim uma pequena vertente que segue “à moda antiga”….mas só quis deixar essa observação a fins de informação…XD

  4. Caro Renan

    Discordo, em grande parte, da sua abordagem sobre o casamento “desestatizado”, vamos ser de direita, mas essa pespectiva não é de direita, e sim anarquista!. O Estado tem sua razão de ser e suas competências indelegaveis. Indo ao cerne da questão…..

    È preciso diferenciar associações de pessoas para quaisquer fins, com o conceito de FAMÍLIA, esta última, tem como fundamento principal atender as necessidades básicas dos entes familiares ou seja filhos, pai e mãe. Não havendo filhos a família se restringe a um casal, extrito senso não é ainda uma família, MAS, pode vir a ser. dentro da perspectiva de vir a ser família, é que surge a necessidade de CASAR, e assim permitir estabelecer responsabilidades claras quanto à prole, divisão de tarefas, cuidados especiais, repartição de bens, cuidados afetivos, psicológicos, de proteção, e muito importante: transmissão de valores, principalmente a partir dos exemplos vivenciados.

    Cabe ao Estado, estimular esse tipo de família, promove-lo, garantir sua segurança e perenidade, e por motivo prozaico: A família é o sustentáculo de qualquer base social viável, não há como um país, uma nação, um povo qualquer, ter sua viabilidade assegurada sem famílas bem ESTRUTURADAS.

    Não se trata de família “OFICIAL”, mas de família NATURAL, necessária à sobrevivência digna tanto dos seu membros quanto da comunidade em que porventura se insira. Esta compreensão permeou a intenção dos legisladores constitucionais. Esse foi o “molde” constitucional, que agora, sorrateiramente, sub-repticiamente, aleivosamente, tentam mudar e pasme…à revelia de decisão democrática, valendo-se da monocromática opinião ativista do STF – um tribunal de ESQUERDA , estruturado pelo PT, engenbrado na moralidade relativista, dialética do “direito das ruas” acoplada ao “politicamente correto” e irresponsável.

    Uma mera observação do que seria uma família, e dos seus pré-requisitos, já descarta à priori, a pretensão de grupos exóticos, quanto ao casamento na sua real grandeza. Restando a esses grupos, impossibilidade factual absoluta, de concretizar seus intentos.

    Em que pese a necessidade de associação de indivíduos cujos objetivos são, PARCIALMENTE, compartilhados com os das famílias, ou seja: patrimômio, cuidados humanos, companheirismo, etc…. de modo algum tais SIMULACROS de família, atendem aos anseios e necessidades sociais e dos entes, notadamente os mais vulneráveis( filhos). Literatura basilar sobre o assunto é : Sociologia Geral, de Eva Maria Lakatos ou textos similares de Emile Durkheim no L’ Anée Sociologique nos quais fica evidente que as estruturas sociais , são” mecanismos de proteção” (sic) da sociedade e que são necessariamente conservadoras. Há um bom motivo para tanto: a fisiologia, anatomia, psicolgia natural humana! e o bom-senso.

    O Estado se responsável fora, não poderia obliterar o curso natural de sua formação, de sua cultura, de suas relações suportadas pela base familiar. modificações e mutações (é o termo técnico para o que o STF fez – mutação constitucional) são, tanto quanto na biologia, DELETÉRIAS. No fim das contas o estado e a sociedade é quem irá arcar com o DESBUNDE minoritário, autoritário e louco.

    Concluindo:

    Um certo Loulair Carvalho Esquerdo, comentarista de outro site, postou uma circunstância interressante: ele manteria uma relação estável, há anos, com um vasinho de plantas. Através do orifício de saída d’água ele, introduzia seu prepúcio no vaso e obtinha prazer sexual típico dos amantes. Pergunta se poderia transformar sua relação estável em casamento, adianta que o que vale é o AMOR, as pessoas devem ser felizes como puderem e quiserem, desde que não prejudiquem ninguém, afinal ele é cidadão igual a qualquer outro, sejam estes homos ou héteros, paga seus impostos e contas em dia, trabalha 30 dias por mês e se considera uma pessoa “boa”. Prevê também, que muitos hipócritas poderão critica-lo, mas a internet esta “transbordando” de sites com sexo vegetal, no qual são protagonistas: pepinos, cenouras, macaxeiras etc…além do normalíssimo sexo animal (ou seja, mulher com jumento, homem com cabra, mulher com mosca, homem com caranquejo, etc…). Ora se o STF flexibilizou o GÊNERO , o que o impediria de flexibilizar a ESPÉCIE? ou o NÚMERO? (é que ele esta tendo um caso “extraconjugal” com uma samambaia assanhada!). Caso Loulair não consiga seu direito civil, irá se unir aos LGBTT e propor a formação da ONG: VALGBTT – vegetais, animais, gays, lésbicas, transexuais e transgêneros. Alega-se que ninguém pode se opor ao AMOR e já identifica nos grupos religiosos fanáticos, a cultura preconceituosa que precisa ser combatida, afinal o estado é LAICO e deus nenhum pode ser contra o amor e a felicidade humana,. Quanto aos invejosos que não conseguem ter prazer em casa, e que argumentam ser necessária a manifestação do vasinho, anuindo a união perante o Juiz de Paz, ele retruca que o tutor legal do vasinho, proprietário da floricultura que fez nascer e criou a planta do vasinho, já anuiu e responderá civilmente pela cerimônia. È uma alma sem preconceito!

    abraços , marcilio leão

    1. Eu discordo que o Estado deva regulamentar o matrimônio. Deve sim defender o respeito a contratos, a herança, a pensão, etc. Mas a questão de com quem e com quantos a pessoa casa, é de determinação dela e de suas convicções morais e religiosas.

      1. Caro Renan

        Se o Estado for hiposuficiente, incapaz, incompetente, para regular o matrimônio, então, nada mais há para ele regular. O casamento é um contrato de abrangência social e consequente ao Estado – ele é parte interessada!,nele repercutem suas nuances e falhas. Não é preciso argumentar de onde vem a corrupção, a violência, a crueldade, a depravação moral, a injustiça, abandono,…..enfim, tudo que demanda intervenção do Estado e custos à sociedade. Ora, a defesa de herança, pensão, tutela, etc….. recai no direito legal, e este é consensuado, normatizado, implementado, no âmbito do Estado. Direito bom, é aquele cuja constatação, de plano, esta documentada, oficial, provada, inconteste.O resto é incerteza, opinião, acordo, “jeitinho”. Não confundir, por óbvio, o direito em tela, com justiça ,esta é muito mais sublime e se coloca acima das considerações judiciais.

        Você se equivoca quando afirma que “com quem e com quantos a pessoa casa, é determinação dela”. Tudo que fazemos , em última análise, é determinação de quem o faz , mas isso é verdade na esfera do INDIVÍDUO, o casamento é contrato de repercusão SOCIAL, porque acha que gays e outros grupos o perseguem? – exatamente para INVERSÃO da estrutura do tecido social – isso é a pura razão de ser do Estado.

        marcilio leão

  5. Caro Renan

    De antemão, peço perdão pelos erros de pontuação, gramaticais e de sintaxe, esse comentário foi digitado durante expediente , no escritório.

    marcilio leão

  6. Então, tá! De fato, o Estado não deveria definir com quem alguém deve casar, mas já que define, no caso de heterossexuais, não há como justificar que não o faça no caso de pessoas homossexuais. E não há desculpa para, numa democracia liberal, não se atentar para a igualdade de todos perante a lei. Fora que o reconhecimento pelo Estado das uniões homossexuais é um forte colaborador para a diminuição da estigmatização desse segmento. Isso sem falar ainda que não existe casamento obrigatório. Casa quem quiser.

    Então, esse discurso de não estatização das relações entre as pessoas acaba apenas referendando a retórica conservadora que quer o monopólio do instituto civil do casamento visto como fundamentalmente para fins reprodutivos. Considerando que não somos animais de criação, o casamento LGBT pode inclusive ajudar a arejar essa visão tão embolorada da própria instituição.

    1. E os polígamos, como ficam? Vão ter que esperar a próxima “legalização”? A desestatização do casamento é o único meio de torná-lo totalmente livre e, acredite, impor a legalidade do casamento homossexual não diminui o estigma.

    2. Renan , me que pese nossa confluência de opiniões econômicas e filosóficas, nesse ponto, ” casamento gay”, você se engana redondamente:

      1) O fato de os gays buscarem este instituto, demonstra “per si”, a relevância da medida, sua natureza sócio-institucional – uma rès jurídica inconfundível!. Se trata da composição básica do tecido social com graves consequências na deprmação de seu contorno.

      2) O argumento que pretende viés libertário, desestatizante, desburocrizante , individualista, para a medida, é obviamente seu OPOSTO! não se trata de liberar os gays para o casamento civil, mas de ENQUADRA-LOS nas conformidades jurídicas e estatais do instituto. É portanto inferência, intromissão, submissão ao estado e não o contrário!

      A julgar pela sua foto no post você é jovem, e possivelmente carrega na mente a influência relativista e hedonista da sociedade hodierna, isto é, a felicidade acima de qualquer compromisso!

      atenciosamente, marcilio leão

      1. Renan, você netendeu sim! mas pra quem não entendeu:

        O casamento, instituto civil e jurídico, é de relevância para o estado e sociedade – e assim que ela se organiza, desde a base. Não se trata de “benção” do estado mas óbvia relação estrutural, que abrange todos os outras áreas de ação requerida ao estado, educação, patrimômio, saúde, patrio-poder, etc….
        Quem acha que não deve casar, não o faça! se junte e experiemente conviver informalmente apenas e verá os problemas práticos em que incorre, todos eles, no fim desaguam na solução estatal, ônus social! infelizmente!

        atenciosamente, marcilio leão

      2. O casamento é CIVIL , não tem o que discutir !. Quanto à origem do casamento ela remonta às primeiras sociedades organizadas, geralmente envolvendo festividades ou acordos de clãs, nem sempre eram monogâmicos e raramente indissolúveis, mas via de regra patriarcais. Salvo perspectiva religiosa, não se pode buscar justificar o instituto do casamento apenas por sua origem, isto é tomar sua origem como modelo perfeito no qual os outros se espelhariam, O que ora se discute é a relevância do casamento civil, da instituição chancelada pelo estado, como fator de organização , aperfeiçoamento e desempenho das relações sociais,neste sentido, sua importância é inegável!

        atenciosamente, marcilio leão

      3. Tô achando que sua pergunta é retórica ou provocação….o casamento pode ser religioso apenas, religioso com efeito civil, ou simplesmente civil! No “religioso” o estado não mete o bico, tem gente casando com parceiro do mesmo sexo, com macaco(na ìndia), com rato (ídem), casando com duas mulheres, ou ainda casando na Católica mas repetindo na protestante(o que é proibido pela ICAR). O segredo aqui é o “efeito civil” pois nesse caso, mesmo que a cerimônia seja religiosa, a ata do casamento é validada em cartório, passando aos mesmos efeitos do realizado por juiz de paz em cartório!ou seja, o casamento religioso sem a devida regularização legal tem pouco poder jurídico!, mas ainda tem algum, como na presunção de relacionamento estável. O estado portanto é, necessariamente, agente ativo e parte interressada na formação familiar através do instituto, do contrato social que denominamos casamento

      4. Ou seja: o casamento religioso OU civil basta. Não é necessário que um casamento seja ao mesmo tempo religioso ou civil.
        Pergunta: uma entidade privada como uma agência matrimonial, por exemplo, não poderia celebrar um casamento?

      5. Caro Renan

        O casamento APENAS religioso É VALIDO para os religiosos(como eu), ele porém só atende as necessidades institucionais/jurídicas/sociais, quando consegue constituir as exigências previstas para seu papel civil, em outras palavras, um casal religioso ou não, casado ou não, ainda que se considere casado não podera ter sua plenas capacidades matrimoniais atendidas sem que se submeta aos preceitos estatais, porque é assim que a sociedade se organiza desde a base. Não há outra forma possível que não agrave e crie outros problemas maiores que os de então!

        marcilio

      6. Então a única solução possível seria o Estado legalizar já o matrimônio homossexual e polígamo, que é pra poupar tempo, beleza. Só achei que poderia ser poupado tempo e dinheiro deixando o Estado de fora disso.

      7. Caro Renan. É exatamente por isso que que os gays o perseguem ( o casamento civil), sabem que assim eles reestruturam a sociedade em oldes que lhes apraz! , evidente que, com graves e deletérias consequências para a estrutura familiar e social. Quanto à poligamia, é outro problema! as sociedades poligâmicas cairam em desuso dadas as dificuldades de manter~em mesmo nível toda a prole, isto é: sempre haverá disputas,atritos e preferências que os “casais” não conseguiram contornar, dilacerando o núcleo familiar. Isto ocorre até mesmo em familias monogâmicas! e exponienciado no caso poligâmico.É de particular elucidação as sociedades tribais do oriente médio, onde, via-de-regra, existia o direito de primogenitura para estabelecer um critério de partilhamento e hierarquia entre as famílias poligâmicas. Hoje não cabe mais tal critério, como também não a poligamia em si!

        atenciosamente, marcilio

  7. Com o casamento ou sem o casamento a estrutra familiar e social, já está condenada, simplesmente porque a maioria heterossexual escolheu a condenar, O estado não trabalha com filosofia, ele é muitas vezes tecnocrata, .. Todo o suposto aparato e reconhecimento de status social que o casamento tem, não é visto da mesma forma pelo Estado, que não tem interesse em promover qualquer tipo de família e muito menos protege-la, uma vez que não é crime, atentar contra ela.

    O Reconhecimento da status do casamento homossexual ou da familia homoafetiva, não vai contribuir nem para mais e nem para menos o declinio da familia tradicional e do casamento tradicional, que de qualquer forma irá se transforma, pelo simples fato de sermos uma sociedade livre, e sociedades livres estão em grandes transformações.

    Só um tolo acha que pode Conservar costumes sociais em uma sociedade livre, veja bem a família tradicional, antiga tinha papeis definidos de pai de mãe e de filho, hoje não se sabe quem é a mãe e quem é o Pai, os 2 se comportam da mesma forma, isso quanto tem filhos, a quantidade de filhos já não é mais a mesma, o tipo de relacionamento já não é mais o mesmo, uma vez que a coabitação no mundo todo está crescendo a ponto de superar o casamento, em alguns países como mexico e frança isso já é realidade, e no brasil também está se tornando. Devemos tratar o mundo com realidade e não ilusão, o que foi , foi não vai voltar a ser não dá para estagnar, uma sociedade livre, de mudanças, o proprio ato de ter filho hoje já não depende de uma relação sexual, imagina no futuro? como faz, parar o futuro? parar os cientistas de tentarem tais eugenias, e se elas virarem realidades como faz?

    1. Felizmente sua visão não corresponde aos fatos! até hoje os filhos existem a partir de pai e mãe, não há outra origem possível! no futuro pode até mudar, mas agora ainda é o único meio. Fertilizações “in vitro”, barrigas de aluguel, e outros armengues não são representativos e nem dispensam a paternidade (espermatozóide) nem a maternidade (útero-óvulo). O esforço absurdo nesse sentido “libertário” tem gerado uma aberração que são so fetos congelados, o que se traduz por genocídio! Registre-se que TODAS as variantes do sistema familiar natural são paliativas, quando não especialmente deletérias. Lametável que o sejam para a sociedade e não apenas para os libertinos. Flexibilização familiar foi reinvindicada pela contracultura, que trouxe a promiscuidade, que trouxe o divórcio, que trouxe a geração sem pais, que trouxe a droga, que trouxe a violência, o tráfico, e principalmente a desorientação filosófico-social, ao ponto de gente desinformada pensar o estado como agente desvinculado de ditames ideológicos absolutamente intencionais e planejados, ou ainda desconhecer a constituição federal, que estabelece como dever do estado proteger a família ,promovendo-a como de especial interresse do país, e não só isto!, mas descrevendo-a como união de 01 homem e 01 mulher. Não é à toa essa determinação constitucional – os legisladores sabem das consequências! às quais a esquerda “porra-louca” tenta relativizar, minimizar, desmerecer, infelizmente as estatísticas criminais insistem em desmenti-la. Toda sociedade muda, mas o sistema reprodutivo humano não!, nunca houve desde a pré-história, filhos sem pai-homem e mãe-mulher, família é necessária a sustentação da prole (mas não só), sua proteção, seu desenvolvimento sadio e consequentemente um sociedade saudável. Sempre houve filhos criados por tios, por nora, por avós, e até em orfanatos, ou por estranhos, mas isso nunca os fez prescindir de pais, nunca foi o melhor para eles, e nunca deixará de ser um ideal para qualquer criança! elas merecem!

      1. Família não é um homem e uma mulher. Família é genitor e prole.
        O casamento forma um casal, não uma família. A família passa a existir quando há um filho, porque ela é composta de mãe e pai e estes só existem em relação ao filho.

    2. Só morro de medo de acha rque não tem como voltar atrás, pois vejo que tem como retroceder sim… vejo cada absurdo religioso…

      Espero que a nossa sociedade dê um basta nesses fanáticos e lunáticos que acham que o mundo e a vida é matemática e quer obrigar a tudo e a todos a viver em um mundinho do faz de conta, com discursos apelativos.

      1. Pelo visto o problema é com a religião! realmente, deve parecer loucura ensinar fidelidade matrimonial, filhos com pai e mãe, casamento duradouro e hetero,etc….. Eu sempre desconfiei que a repulsa a religiosidade tinha uma componente ético-moral, isto é : o conjunto normativo filosófico-moral da religião repugna quem quer viver sua própria moralidade, suas próprias verdades, seus próprios interresses. De fato, para tais a religião é um obstáculo! infelizmente, no entanto, é a natureza inescapável da realidade, só funciona assim… já os humanistas libertários geralmente se frustram, na ânsia do eu acho, eu quero, eu faço, eu posso,…. não conseguem entender o que significa ser “um só corpo”, e portanto remetem a dimensão do matrimônio a mera conveniência entre as partes, um veículo da felicidade individual e não um instrumento de plenitude conjugal, e de construção familiar para uma sociedade sólida. Os resultados estão ai: casamento gay, casmento mensal, casamento “aberto”, promiscuidade e adultério, lei Mª da Penha, ECA, enfim…. uma tsunami de leis para proteger os familiares dos seus “inimigos” – os parentes e pais! Não é difícil estabelecer que há correlação entre as causas : abandono da norma e degeneração do modelo

      2. O casamento é tratado como um contrato entre partes iguais pelos liberais pelo menos desde 1690 (século XVII), e inclui uma série de responsabilidades como todo contrato. Claro, é bem distinto da perspectiva de um casamento arranjado pelos pais, de a esposa ser incluída na lista de propriedades do marido a ponto de ser herdada, de estar proibida de separar-se, etc. Não vejo porque as pessoas devem ser obrigadas pela violência – e quando falamos de lei é disso que estamos falando, pois lei que se presta tem um aparato violento para controlar os infratores – a formar este casamento que você idealiza. Elas devem ser livres para ESCOLHER fazê-lo.

      3. Caro Renan nesse caso você esta sendo repetitivo! nós já expusemos que o casamento é necessário ao estado e à constituição famíliar. Desse tipo de contrato derivam vários direitos e deveres legais ( herança, partilha, pátrio-poder, pensão alimentícia, propriedade, proteção de menor e idoso, etc…) . NÃO há como estabelecer essa relação sem concurso legal – contrato sim!, e mesmo quando a relação é “informal”, ela migra para o contexto legal, observada a existência de características inerentes ao contrato “formal”. Não há violência! violência é o estado abandonar os entes familiares, a meros critérios individuais, volutivos e efêmeros, sobre qual seria a responsabilidade do pai, por exemplo, com a sobrevivência dos filhos. Bom seria que lei alguma existisse, que obrigação alguma houvesse, e que todos agissem no melhor e mais benéfico exercício da liberdade, mas nós sabemos que não é assim! , pois não?

      4. Não é ser contra o ensino de valores religiosos, mas do uso do aparelho estatal por religiosos oportunistas e fundamentalistas que querem impor suas regras de conduta a toda a sociedade, que é plural, gostem ou não.

        Já mataram e matam ao redor do mundo em nome dessas crenças, torturam física e psicologicamente várias pessoas, mas sempre ficam com um discurso que: ´dessa vez será diferente´ ou tudo foi em nome do Deus Alfa, beta, gama, que é o único verdadeiro, dentre milhões..

        Não conseguem ver, entender e nem aceitar que a vida é complexa e que isso não é um mero ato de rebeldia.. as coisas simplesmente são e o importante é termos uma sociedade mais pacífica e não com neuras de ´perfeição´ (e que perfeição? Pois dentro de um mesmo documento sagrado, por exemplo, temos várias interpretações, que chegam a ser absurdamente conflitantes)

        Divulgam ilusões de que valores como: amor verdadeiro, fidelidade, casamento duradouro “só” estão presentes através deles e “inexistem” fora… que suas vidas são mais verdadeiras e profundas que a do restante e querem impor seus devaneios/egocentrismo a todos.

        Eu estudei em colégio batista, não sou ateia, mas estou ficando cada vez mais com uma espécie de ´religiãobofia´. Até um movimento que defende “não à constituição e sim à bíblia” já temos no Brasil. Hoje nós temos alunos se recusando a ter aula sobre a cultura afro pois é coisa do capeta; algumas escolas misturam aula de ciência, com a de religião, ensinando sobre o dilúvio..

        É triste ver o que mentes inseguras, dominadoras e apegadas fazem com movimentos tão bonitos.. e é por isso sou a favor de uma separação total e radical entre Estado e religião…

        Casamento é um contrato -> contratos é regido pelo direito civil -> direito é assunto de Estado.. simples assim…

        Não concorda com a poligamia? Que não celebre tal união em sua igreja..

      5. Se você estudou em colégio batista deve ter cabulado as aulas, ou o colégio se manteve mais laico do que devia! 1) Voce acusa os religiosos de assassinato – não sabe o que esta dizendo, quem matou, labuzou-se me genocídios, tripudiou em homicídios, foi a única construção social LAICA E ATÉIA que chegou uma vez no poder: o comunismo – 140 milhões de morte só na eurásia! mesmo somadas todas as mortes, das chamadas guerras religiosas, ou de perseguições religiosas de todos os tempos, mesmo assim não chega a 10% desse nº e olha que os “laicos” só estiveram no poder por poucas décadas! 2) “Lei alguma tem natureza moral, ela o importa da religião”- Ministra Carmem Lúcia do STF. Ora, o estado ser laico significa que ele não pode privilegiar ou discriminar em razão da crença, ou descrença de pessoas ou grupos – só isso! As religiões como agente politico-democrático são, e sempre serão, tão legítimos quanto qualquer outro grupo, ou será que ruralistas, bancada da bola, comunistas, gayzistas, etc…são mais nobres que os cristãos, por exemplo? 3) o assunto da discussão é a formação da família e ficou muito claro que não existe “familia” sem pai, mãe e filho(s), pouco importa se o argumento é também o mesmo dos religiosos, o que importa é que é a “natureza das coisas” 4) se você se torna religiosofóbica, é assunto particular! não vai fazer a menor diferença para os argumentos,quan do porém aborda temas teológicos ou bíblicos passa atestado de má formação – você citou temas bíblicos (dilúvio) e posiçõa sectária quanto à religiões afro, sem ter a menor noção do que diz, só a título de esclarecimento: tem padre que aceita o dilúvio como alegoria e tem igreja que sincretiza com candoblé. Não generalize! isso ái é falta de conhecimento, embora no meu caso particular, você tenha acertado! eu creio no dilúvio como fato histórico, embora não global e também acho que TODAS as religiões não-cristãs são incapazes de ação salvadora, no sentido sotereológico, isto é: haverá um juizo, e quem não tiver a Cristo como Deus perecerá! Não me parece que os afro-religiosos tenham a Cristo como seu Deus. 5) casamento é contrato civil, concordamos! e é assunto do estado, concordamos novamente!, porém não é o que pensa o Blog! não é o que pensa Renan! a minha posição é a mesma da sua apenas eu acho que existe UM E ÚNICO, modelo viável, já você parece ser flexivel, na base do “vamos ver como é que fica..”- o que eu acho irresponsabilidade social, e Renan faz pior: menospreza a mediação do estado para esse tipo de contrato, sem no entanto deixar claro a trajetória de solvência dos conflitos decorrentes!

      6. 1. Não cabulei aula e o Colégio era tico e profissional, sabia diferenciar pregação de estudo científico, algo que percebo, não é comum a todos…

        De resto, senso crítico, quem tem, tem… quem não tem..

        2. Não disse que outras idelogias nunca mataram e nem foi o objetivo traçar uma estatística sobre quem matou mais… mas vocês sempre ficam com esses discursos de que outros mataram mais, sendo que isso pouco importa, os defensores da paz e da moral são vocês.

        3. ué, não disse que religiosos não são legítimos, infelizmente são. Eu disse que sou contra a mistura de Estado com religião, não é uma questão de nobreza, mas fanatismo.

        Muitos religiosos não sabem separar sua crença do Estado, que é plural e querem obrigar as pessoas a seguirem em suas vidas íntimas conceitos comportamentais que são meramente seus…

        4. família: Essa visão limitada, como se família se resumisse à união monogâmica de gêneros opostos é sua, mas não é uma verdade universal. A vida é plural, gostem ou nao e os conceitos não são estanques, como gostariam os religiosos.

        5. ´religiosofobica´ foi apenas um comentário particular aqui… má formação? falta de conhecimento? acho que vc não me conhece para afirmar isso e está indo por um caminho de puro desdém 😉

        Ademais, eu fiz a comparação entre a Batista e várias que vejo por ai, logo, creio que não foi uma generalização rs. Apenas não é o espaço e momento para fazer uma ´monografia´ a respeito das diversas peculiaridades de cada seita etc..

        6. Sei bem que há vários padres e pastores com interpretações diferentes, tanto que falei do meu colégio, que não foi tão ´fanático´ assim.

        5. Não vejo em irresponsabilidade acheitar que a vida é plural e o Estado tutelar as relações jurídicas dai decorrentes.. só acho que é preguiça mental dos religiosos qeurerem moldar tudo ao que lhes convém pois dá mais trabalho que ver a realidade e pensar alternativas.

      7. 1) Evangélicos, e outros grupos quaisquer,sendo legítimos, significa que podem democraticamente, influir na construção jurídico social – e o fazem! dai a constatação correta de que nós queremos influenciar o estado, acompanhada da ilação falaciosa de que não é lícito fazê-lo!
        2) Enquanto prole tiver, como única origem, pai e mãe, não haverá outro tipo de família possivel, evidentemente casamento é contrato para regularização, familiar, por sinal descrita na CF, e contratos civis, acordos jurídicionais, ou instrumentos socias de remediação, delegação, permissão, substituição, etc… dos pais, se aplicam a situações NÃO desejáveis de desestrutura, e são necessários, no entanto paliativos, impotentes, insuficientes para se estabelecerem como nova base do tecido social, mormente a célula máter seja a família.
        3) Em decorrência dos fatos supra, o estado pode e tem tutelado, situações, pra usar sua palavras – “plurais”, o que é muito diferente de promove-las!, de incentiva-las, de alça-las a grau de substituição almejável, de reconhecer-lhes o mesmo substrato de natureza que a célula familiar tem, por imprecindível que é a sobrevivência do país e da nação
        4) Quero crer que aqui estamos como resultado positivo de relações hétero, e que mesmo eventualmente produzida em relação transversa, não é o melhor, nem para o casal, nem para os filhos essa excepcionalidade, e ainda que os graves problemas, de ordens diversas, que nossa sociedade padece, derivam quase que totalmente, da desestrutura no núcleo familiar- os pais, avalie o que pode provocar a mutação! é essa a irresponsabilidade detectada.Não há motivos para sermos otimistas quanto á essa transposição, a não ser, é claro, o: “eu acho, eu quero, eu gosto, eu desejo, eu posso..” – resto que se dane! è ou não é?

      8. O casamento não constitui a família. O casamento é só o reconhecimento público e legal de um casal, que é um ente jurídico dual.
        Por este e outros motivos, a união entre pessoas do mesmo sexo não é e nem pode ser ameaça alguma a família.

      9. Não só ameça como ja vem destruindo! não há economia, não há institiuções, não há nação que resista a fragilização de suas famílias, o casamento gay é sequência natural da revolução sexual dos anos 60, iniciada com a pílula, continuada com o divórcio , a promiscuidade sexual, o feminismo, o abortismo, o drogaísmo, o concubinato legal, a relação estável, e depois reclamam da desgraça moral que se abateu sobre as nações ocidentais: corrupção endêmica, assassinatos, roubos, fatricidio, matricídio, perplexidade ética, inversão de valores, amoralidade, incapacidade de discernimento entre o certo e o errado, entre o benéfico e o deletério. Basta ver as postagens nesse site e a filosofia desconexa refletida nos autores, eu resumo esse estado cataléptico com um palavra vulgar: “porralouquice” – a ausência total e completa de referencial!

      10. 1. na prática vemos vários evangélicos fazendo merdas no Estado, não sabem separar e governar para uma pluralidade… Eu não disse que não poderiam, pois jurídicamente podem, eu disse que sou contra…

        2. Essa é a sua visão de família, mas casamento e família, gostem ou não está muito além disso, mesmo que vocês não aceitem..

        3. O reconhecimento jurídico de outras formas de relação não quer dizer que todos irão mudar… o problema de alguns grupos é que só conseguem ver o preto ou o branco..

        se reconhecemos que as uniões homos existem, todos verarão homos e seremos exintos rs… e isso é um devaneio..

        4. a Cássia eller é homo e teve filho… os homossexuais não são estéreis, só não querem constituir família com pessoa do sexo oposto pois não sente tesão para isso.. e, só por curiosidade, hj em dia duas mulheres, podem ter filhos jutas sim..

        É engraçado ver quando vcs falam em ´eu quero´ ´eu posso´, como se todos fossem egoístas, mas quem quer impor de forma detatorial uma unânimidade comportamental,sem respeitar as existências, que existem, gostem ou não, são vocês rs….

        ou seja, eu quero o mundo como nos meus sonhos e que se dane se as pessoas terão que fingir e maltratar o seu psicológico pra isso….rs

      11. 1) Os evangélicos fazendo “merda” fica por sua conta, e não tem nada a ver com o assunto,sua expressão vulgar denuncia falta de argumento!
        2) o casamento já foi historica e sociológicamente abordado no post – não existe casamento gay, uma vez que casamento gay irá formalizar um contrato de casal, não irá servir para dar contorno jurídico a uma família. casal não é família! O objeto do casamento jurídico e civil, é o suporte para legalização familiar. óbvio que existem casais que mesmo sendo héteros não terão filhos, ou mesmo que venham a perde-los depois,é no entanto contrasenso um contrato social que vise estabelecer civilmente uma família , a partir de dois seres que por definição não podem gera-los.
        3)O reconhecimento de outras formas de união não só é possivel, como existe! é fato, mas não é casamento, o que pelo visto, você não alcançou o sentido! As uniões civis homo (flexibilização de gênero) ou entre espécies ( cães e gatos “herdeiros”), ou entre grupos( dois homens e uma mulher, 03 mulheres e 02 homens – flexibilização de número) é possivel também! . O STF, evidenciando desorientação filosófica e moral, já abriu os precedentes( flexibilização de gênero), e tem gente solicitando tais aberrações. Segundo alguns sites especializados os gays são algo perto de 2% da humanidade, Kinsey fraudando dados estimou em 10%, totalmente homos. Não haverá uma conversão generalizada oa gayzismo, o que haverá é prejuizo social e permissividade crescente e confusão de identidade ssexual . Essa situação será patológica no aspecto social, tanto quanto o é no âmbito individual.
        4) Duas mulheres não podem gerar filhos, nem dois homens, é preciso o intercurso de sexo oposto doando espermatozóide ao óvulo, barriga de aluguel ou armengue que o valha. Não sei como alguém, atendendo a mera birra volutiva, queira submeter uma criança a este expediente, de ser filho do excêntrico, uma aberração médica!, uma vez que não tem pai, quando mesmo um rato o têm!. Você provavelmente esta se referindo a um processo de inoculação de um óvulo, com os gens de uma outra mulher, como é realizado em clonagem (gen do próprio doador). Não sou especialista mas creio que seria um pouco difícil devido ao emparelhamento cromossômico e as especificidades exigidas do gameta masculino no processo de fecundação. Não conheço caso igual, apenas de doação de esperma que é bem comum para duas mulheres, se você conhece um caso,cite!

        Para reflexão:

        ” Lulair Carvalho Direito demanda por uma “união civil”, ele alega que tem um caso com um vasinho de plantas e pretende legalizar a união, e mais – pretende tranforma-lo em casamento!. Aponta como razões, que ama o vasinho, dedica-se a ele, é correspondido na medida da exuberância visivel da planta e que ninguém pode ser contra o amor entre duas criaturas vivas!, Burle Marx , por exemplo, dedicou sua vida às plantas!Alega também que esse oposição é coisa de hipócritas, uma vez que a internet esta repleta de sexo vegetal, tendo como protagonistas pepinos, cenouras, batatas e até mesmo macaxeiras!, não é á toa o fenômeno das mulheres-fruta ( mulher morango, melancia, uva, etc…). Loulair também argumenta que tem a anuência do dono da floricultura, que lhe cedeu o vasinho, e que pretende realizar a cerimônia diante de um sacerdote ecoteista. Perguntado que tipo de sexo faria com tal criatura ( vaso+ planta), revoltou-se!, alegando preconceito e fingimento, mas aquiesceu,respondendo que introduziria o seu prepúcio no orifício de saída de água do vaso, o que, no seu entender, lhe proporciona um prazer indescritível!, jamais obtido antes, com mulher ou homem com os quais tenha se relacionado, ademais o que vale é o amor! aponta como vantagens os fatos de que a plantinha não menstrua, não trai, não suja a casa, não pede dinheiro, é atenciosa (embora difilmente responda), enfim..companheira perfeita! Lembra que pretende, caso seu pleito seja negado, fundar a associação de GLBTTPV, o PV no caso, significa Plantas e Vegetais, e imediatamente irá exigir a saída de Marcos Feliciano da CDH , pois tanto preconceito e atraso, só pode ser culpa da ignorância de fanáticos religiosos, repletos de ódio e racismo, ou então é pura invejaaaaa!..”

        obs: qualquer semelhança de nomes ou situações é mera coincidência, mas a lógica é pura realidade!

      12. 1. não é uma falta de arguemnto, pois os fatos falam por si sós e muito já foi dito neste post rs…. mas, a verdade e rompimento de ilusões não agrada.. compreendo rs

        é triste ver que a vida não perfeita e os arautos da moral não são tão ilibados quanto gostam de transparecer, logo, é o velho sujo falando do mal lavado rs.

        2. o tema casamento já foi abordado, vc tem a sua visão e eu a minha… para você pode não existir, mas a vida vai muito além da sua visão religiosa de mundo 😉

        3. palavras sofrem alterações semânticas ao longo do tempo, nada é tão estanque quanto muitos gostariam 😉

        mas, é mais fácil ficar de mimimi

        4. é claro que foi através do uso da ciência e não pela via natural… e ainda há limitações, mas que serão com o passar do tempo cada vez mais derrubadas ex. http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1078497-5603,00-CIENCIA+COMECA+A+ABRIR+CAMINHO+PARA+FILHOS+BIOLOGICOS+DE+CASAIS+GAYS.html

      13. Resumindo: 1) não havendo argumentos apela-se para e ridiculo argumento de lançar dúvidas acerca da sinceridade ou moral alheia! Exatamente porque no mundo sórdido da escuridão, é difícil acreditar que exista luz em outra parte.
        2) “Visão religiosa” não é argumento colocado! os argumentos pretendidos foram de ordem social, jurídica, biológicos ou de lógica racional. Não que tais argumentos sejam ilegítimos, mas por serem desnecessários à compreensão mediana.
        3) A questão não é semântica! eu disse que você não alcançou a idéia! – a questão é de natureza! a natureza do contrato jurídico denominado casamento, é de formalização, legalização do casal, para amparo da família – a impossibilidade de constituição familiar ( caso dos gays) descaracteriza a rés jurídica! ( não dá pra desenhar, sinto muito) 4) È o que eu disse: sempre haverá a contribuição do macho e da fêmea! se alguém esta esperando a tecnologia pra resolver essa questão, não só reforça a tese da amoralidade tecnologica ( idéia de que a ciência não deve ser tutelada e portanto bomba atômica, poluição, clonagen humana, etc..são válidos) como também demonstra um otimismo demasiadamente esperançoso, isto é: vamos esperar também a produção de gente a partir de máquinas, ta parecendo Matrix!

        abandono a discussão nesse momento, teu caso é de birra, muito comum entre homossexuais que só enxergam a realidade de forma confusa e a partir do sexo!

      14. 1. apelando que nem você está? é.. de fato rs…
        tudo já foi dito e com arguementos, mas você tem uma visão diferente e acha que todo mundo que não pensa como você está errado e não tem argumentos, pois sua verdadade é universal e inabalável… rs

        oras, quem vive criticando a moral alheia e sua capacidade de ter relações sadias são justamente os que se dizem os defensores da moral e dos bons costumes, pseudo iluminados…

        Eu só disse que esses ´iluminados´ são hipócritas, pois se observarmos são tão falhos e podem cometer atrocidades até mais bárbaras que a dos ´sem moral´ que eles criticam…. e isso é fato, a vida não é perfeita…

        2. em vários pontos vc só falou de moral e religião, como se o mundo estivesse perdido sem ela…. logo, eu critiquei isso e critico o envolvimento de religiosos fanáticos com política, pois não sabem ver a vida de forma plural…

        e ao serem questionados só falam que a bíblia e o que vai de encontro ao que pensam é imoral e de onde vem sua moral? ahh tah.. e ainda dizem que isso tudo é argumento….

        3. não era pra ser meramente semântica, mas muitos tratam de forma limitada assim.. na natureza nós temos várias diferenças e o fato de um comportamento x ou y não ser maioria não quer dizer que possa ser excluído e é por isso que disse e repito.. pessoas que nao conseguem ver o plural da vida e ficam, na prática, se apegandoa picuinhas terminológicas, não têm capacidade psicológica para ocupar a cúpula do órgão dos Estados…

        logo, creio que não sou eu quem não consiga ver que a situação está muito além da semântica ou do que para alguns é natural…rs

        4. sempre não combina com ciência e, de resto, a velha ´moralidade´ de alguns como se fosse uma verdade universal… de resto, nem li, haja mimimi.. e viva a imoralidade então!

        kkkk, não sou homossexual e nem tenho família poligâmica para defender isso, mas, é típico desse povo esse mimimi… como se fosse preciso ser homo pra defender os homos, ser afro pra defender os afros…

        mas, não espero outro discurso de gente assim 😉

  8. O que mais me desanima com a direita é o conservadorismo quanto a esses assuntos… Enfim um texto que sou separar Estado liberal de mimimi conservador…

    Uma pena que não tenhamos grandes nomes assim e muitos ainda misturam…

    1. O que me desanima na esquerda é sua pretensão de um “mundo melhor” se apresentar único modelo empírico razoável.Todos, sem excessão!, foram genocidas, liberticidas e autoritários! Hoje com seu fracassao econômico notorio, apelam para a inversão do método: antes seriam instituições revolucionárias produzindo uma nova consciência, agora é a nova consciência que produzirá melhores instituições, pena que essa “nova consciência” é igualmente: genocida, liberticida, e inusitadamente autoritária – não tolera oposição!

      1. ao que vejo o ser humano não sabe lidar com críticas e nem oposição e tende a achar que a vida é 8 ou 80…

        O que eu falei que me desanima na deira é um fato visto em vários grupos… mas isso não quer dizer que eu seja esquerdista, pq há vários elementos deles que eu eu não concordo… 😉

      2. Marcilio Leão, eu acho que suas concepções tão fanáticas de família, “sem uma visão totalmente religiosa” foi derrubada, em vista que já foi aceito casamentos homoafetivos.

      3. Karina; Eu não afirmo que a família seja instituição “totalmente religiosa”. Ela é uma instituição natural que evoluiu nas sociedades como consequência da estrutura biológica macho-fêmea, bem como da perpetuação de prole.Sociedade alguma, ao longo da história, imputou ao relacionamento homo, status social que têm as uniões heterosexuais – é o que estão tentando fazer agora! O “casamento” homoafetivo não é “casamento”, é uma conciliação de interresses de um casal, contra o qual não devemos nos opor (embora me repulse a idéia de tal contato) em termos de direitos civis, por outro lado, esse tipo de sociedade, pela sua propria constituição, esterelidade, confusão,disfunção biológica e social, NÃO deve ser amparada como sustentáculo das demais instituições que embasam a estrutura da naçãol, elas não dispoem das mesmas capacidades que a familia natural possui para tanto.Como deu pra perceber nenhum argumento religioso foi invocado! e não por que sejam ilegítimos! pelo contrário, são absolutamente legítimos, apenas não o faço em virtude de que, se alguem não tem bom senso pra perceber a contradição homossexual, é desperdício utilizar a argumentação elevada do espírito e da divindade do casamento e de como este se reporta aos valores maiores do ser humano, para além do sexo, dos bens, dos filhos – uma dimensão do que significa: “SERÃO OS DOIS UMA SÓ CARNE”.Se você acha que o STF, aquele compadrio de interresses corporativos, vai resolver a questão com uma penada, então você não entendeu nada do que é um casamento na sua essência!

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