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Um assunto vem passando despercebido pela mídia brasileira, não sei se por distração ou má fé: a perseguição sofrida por cristãos em países de maioria muçulmana radical.

Capa da Newsweek

No dia 13 de fevereiro, Ayaan Hirsi Ali publicou um artigo na revista Newsweek, muito bem documentado, denunciando perseguições a cristãos. Ao menos 24 cristãos foram mortos pelo exército egípcio, em outubro de 2011; em março, uma igreja foi incendiada; ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente Médio e Ásia aumentaram 309% de 2003 a 2010; ela ainda critica o Ocidente por “criar histórias” sobre uma suposta “islamofobia”, ao invés de se preocupar com a real “cristofobia” que vem acontecendo no mundo islâmico, e fala de algumas ações que possam resolver esse problema, como auxilio humanitário, social e econômico, além de fazer com que a fé cristã seja respeitada no Oriente assim como a fé islâmica é respeitada no Ocidente.

Pastor Yousef Nadarkhani

Talvez a maior prova da existência de uma “Cristofobia” é caso do pastor iraniano Youssef Nadarkhani, condenado à morte pelo governo de seu país por largar a fé islâmica e se converter ao cristianismo.

Esse caso me lembra de quando, no ano passado, o governo francês proibiu o uso da Burka (típica vestimenta feminina islâmica) no país. Logo Nikolas Sarkozy foi criticado e seu governo taxado de “islamofobico”. Dois pesos, duas medidas! Aliás, quem criticou Sarkozy foi a “turminha da esquerda-liberal” que defende o livre pensamento (mas só se você pensa como eles, caso contrário você é intolerante), defende a liberdade religiosa (exceto para cristãos), critica cristãos por serem contra o aborto e não darem esse “direito” às mulheres, mas não fazem nada pelas mulheres maltratadas, multiladas e até mortas por desejarem o direito de comandar suas próprias vidas em países islâmicos (extremistas que levam a “sharia” – código de leis do islamismo – como código penal), pois revindicar melhores condições de vida para essas mulheres é “intervir na cultura deles¨.

Exemplo do que acontece com as mulheres que tentam guiar a própria vida no Paquistão

Casos de perseguição a cristãos também ocorrem no Brasil, de outra forma, como foi o caso da estudante da Universidade Federal Rural de Pernambuco, que teve um trabalho acadêmico recusado por ter citado Deus nos agradecimentos À época foi até divulgado no Jornal do SBT e a Universidade voltou atrás, porém casos onde pessoas são obrigadas a “ocultar” sua fé para não sofrerem nenhum tipo de boicote são cada vez mais comuns no Brasil. Tudo para uma sociedade mais ateia, sim ateia, pois sendo laica – não religiosa, permitiria religiões.

O intuito desse artigo é alertar o maior número possível de pessoas para uma situação real ignorada. O mesmo aconteceu com os judeus na Alemanha de Hitler, quando nazistas os perseguiam e o mundo fez vistas grossas, as mesmas vistas feitas hoje com relação a cristãos em países islâmicos.

OBS: As pessoas de fé islâmica não são perigosas, problema são os radicais, que são encontrados em qualquer grupo e essas pessoas se tornam nocivas quando estão em maioria ou detém o poder.