Sete razões para não temer os muçulmanos

Nota de 27/01/2017: Este artigo foi escrito 4 ou 5 anos ANTES da crise migratória européia (2016-?) e, portanto, não leva em consideração a imigração massiva de países muçulmanos para a Europa. A assimilação pacífica da comunidade muçulmana aos países europeus e americanos só foi possível em séculos anteriores porque esta migração se dava de maneira individual e paulatina, não massiva e repentina como vem ocorrendo nos últimos anos. Sobre o caráter islâmico (ou não) do terrorismo, o autor em breve publicará uma revisão deste artigo.


1 – O terrorismo “islâmico” não existe
Yuri Bezmenov, dissidente do serviço secreto soviético, já explicava isso décadas atrás: “Believe me please, there was no grass, no root, no revolution, and least of all Islam. There is no such thing as an Islamic revolution. Revolution has nothing to do with Islam. There is no such thing as Islamic terrorists. (Em negrito: “Não há revolução islâmica. Revolução não tem nada a ver com Islã. Não existem terroristas islâmicos.”)

Diversos líderes de movimentos africanos, indianos, árabes e sul-americanos de “libertação nacional” foram treinados por oficiais da própria KGB (no caso dos sul-americanos, em Cuba) em seus centros de formação de líderes políticos durante a Guerra Fria. Eestes mesmos líderes levaram adiante guerras civis, golpes e revoluções armadas de todo tipo a seus países de origem para desestabilizar os regimes e, se possível, instalar um governo socialista alinhado com o Kremlin.

Hoje, membros destes mesmos grupos “islâmicos” operam redes internacionais de terrorismo. Portanto, é mais fácil traçar a origem dos terroristas “islâmicos” até a KGB ou a CIA do que ao Corão.

2 – Religião islâmica e lei islâmica não são sinônimos
Dos aproximadamente cinquenta Estados de população majoritariamente islâmica, apenas 6 são Estados islâmicos. E destes seis, dois são aliados dos EUA (Arábia Saudita e Paquistão). Outros doze tem o islamismo como religião oficial. Vinte são Estados seculares.

Dos estados do mundo, cerca de 14 adotam leis religiosas. Dentre estes, os mais conhecidos são o Irã, a Arábia Saudita, o Iêmen e o Vaticano. O mais poderoso destes, em relação ao Oriente Médio e toda a Liga Árabe, é a Arábia Saudita, país que mantém sólidas relações comerciais e diplomáticas com os EUA.

3 – Muçulmanos são tão diversos quanto os cristãos
Assim como entre os cristãos, há diferentes denominações muçulmanas.

A maior delas é o Sunni (sunitas). É considerada a versão “ortodoxa” da religião. Os sunitas acreditam que após a morte de Maomé, o novo líder religioso seria eleito e não um descendente, parente ou indicado do profeta Maomé. Possui quatro escolas de pensamento: Hanafi, Maliki, Shafi’i e Hanbali. Há uma quinta, ultra-ordoxa, a Wahabbi.

Os sunitas acreditam na autoridade religiosa da razão e da legalidade.

Os xiitas são a segunda maior denominação muçulmana. Compoem de 10 a 20% da população muçulmana mundial. Creem na infalibilidade do Imam (seu líder religioso) – descendente de Ali, o sucessor de Maomé na liderança dos muçulmanos.

Os xiitas acreditam na autoridade religiosa hereditária e divina.

Além dos sunitas e xiitas, há os sufis, os ahmadiyya, os ibadi, os coranistas, etc.
Some a isso as culturas locais de povos que vão desde os africanos do Mali até os indonésios passando pelos turcos, persas e uigures.

Diferenças entre culturas: tártaras em trajes típicos, uma albanesa votando e iranianas comprando cosméticos e maquiagens.

4 – Os muçulmanos são bons de negócio

Reformas: Metade das economias no mundo árabe reformaram suas regulamentações em termos de negócio nos anos de 2009 e 2010, mais do que na América Latina e no Caribe.[1]

Liberdade econômica: De acordo com o ranking da Heritage de liberdade econômica, Irã, Turcomenistão, Mauritânia, Iêmen, Indonésia, Marrocos, Jordânia e Catar apresentaram melhorias.

Bahrain e Catar fazem parte dos países majoritariamente livres (score entre 79.9 e 70)

Jordânia, Cazaquistão, Kuwait, Turquia, Marrocos, Quirguistão, Malta, Arábia Saudita e Líbano fazem parte dos países moderadamente livres (grupo que inclui Israel, Coréia do Sul e África do Sul).

Azerbaijão, Egito, Tunísia, Iêmen, Paquistão, Tadjiquistão, Bangladesh, Mauritânia, Indonésia e Mali se encontram no grupo majoritariamente reprimido. Fazem parte deste grupo membros do BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China).[2]

Desenvolvimento econômico: A Liga Árabe, composta por países muçulmanos em maioria, é a 6ª organização com maior PIB, estando à frente da Rússia. Em termos de PIB per capita, está à frente da China e da Índia. A mesma mantém relações comerciais com a União Africana, a União Européia, os Estados Unidos, a China e a UNASUL.

Direitos de propriedade: Com relação à defesa dos direitos de propriedade, os países do norte da África e do Oriente Médio (muçulmanos em sua maioria) estão melhores do que a América Latina e Caribe. De acordo com o International Property Rights Index de 2011, a região Norte da Áfica e Oriente Médio tem uma média de 5.7, superando os 5 pontos da América Latina e Caribe.[4]

Comparando-se o PIB per capita, o “mundo islâmico” não se sai tão mal quando comparado com os países do BRIC:

Os países mais próximos do roxo são os com o mair PIB per capita. Em comparação com os BRICS, o mundo islâmico não está muito atrasado, inclusive contando com membros excepcionais que se aproximam mais dos níveis europeus.

Com relação ao IDH, muitos países tipicamente muçulmanos são mais desenvolvidos do que os tais BRICs. A Rússia é o membro do BRIC com o maior IDH (0.755), e está atrás da Líbia (0.760) que é o 6º país muçulmano num ranking de IDH. À frente da Líbia ainda está o Kuwait, a Arábia Saudita, o Bahrain, o Catar e o mais desenvolvido deles, os Emirados Árabes Unidos com invejáveis 0.855. Para se ter uma idéia, o IDH do Brasil (2º entre os BRICs) é de 0.718 e o da Índia (menor entre os BRICs) é de 0.547. [5]

Vale lembrar que um dos maiores parceiros comerciais dos EUA no mercado de Petróleo é a Arábia Saudita. [6]

5 – Judaísmo, cristianismo e islamismo são parentes
Judaísmo, cristianismo e islamismo fazem parte de um mesmo grupo de doutrinas religiosas. São as chamadas religiões abrâmicas (relativo a Abraão). Abraão é o profeta que “faz a liga” entre estas três religiões.

Ainda que elas tenham grandes diferenças entre si, há também pontos em comum. O deus, por exemplo, é o mesmo. O deus dos judeus é o mesmo deus dos cristãos e o mesmo deus dos muçulmanos. A palavra “Allah” vem do árabe e significa simplesmente “deus”.

Abraão. Pintura de József Molnár.

Basicamente, os muçulmanos não afirmam que judaísmo ou cristianismo são religiões falsas. Na concepção muçulmana, estas religiões estão ligadas ao islamismo. Os muçulmanos usam a expressão “adeptos do livro” ou “seguidores do livro” para referir-se a judeus e cristãos. Mas porque não usam a palavra “infiel”? Por que consideram que há três livros sagrados, revelados progressivamente: o primeiro é a Torá, o segundo é a Bíblia (no caso, o Novo Testamento) e o terceiro é o Corão.

Os muçulmanos não aceitam Jesus como filho de Deus, mas o aceitam como profeta e duvidam da sua morte carnal afirmando que ele ascendeu aos céus diretamente para a presença de Allah. Jesus é considerado um profeta do Islã, como é Maomé. O motivo pelo qual os muçulmanos dão tanta atenção a Maomé é porque ele é considerado nesta religião o último profeta a receber revelações diretamente de Allah. A crença é de que Allah tenha ditado o livro sagrado (Corão) para Maomé ao longo de um período de 23 anos nas peregrinações entre duas cidades (Medina e Meca).

O que o Islã condena não é o judaísmo ou o cristianismo, mas o politeísmo e o ateísmo (a palavra “infiel” se refere a quem não é adepto dos livros sagrados).

Outras coisas que podemos constatar: a proibição do consumo da carne de porco e a cultura de cobrir a cabeça das mulheres vem desde o judaísmo. Ainda hoje, judeus e muçulmanos não comem carne de porco – algo comum para cristãos. Judias ortodoxas cobrem a cabeça até hoje. Entre as cristãs, o costume de cobrir a cabeça ficou restrito às freiras, não sendo imposto às cristãs leigas.

As três religiões abrâmicas tinham a cultura do véu. Com o tempo, o costume do uso foi sendo abandonado por correntes do judaísmo, e entre os cristãos o seu uso acabou restrito a freiras e irmãs. Entre a maioria dos muçulmanos esta cultura resiste. Em países como a Albânia e a Turquia, o uso varia conforme as tradições familiares.

Tanto cristianismo quanto o islamismo são religiões expansionistas, o que significa que ambas buscam expandir o número de fiéis através da conversão. Longe de serem ideologias destrutivas ou xenofóbicas, elas buscam a assimilação e são universalistas.

A julgar que, historicamente, entre os cristãos católicos e protestantes já houveram grandes e violentos conflitos que acabaram posteriormente sendo esquecidos para dar lugar à convivência pacífica sob o princípio do ecumenismo, não é difícil conceber que se possam conciliar as três religiões abrâmicas como outrora foi feito na Espanha moura, durante o período conhecido como La Convivencia.

6 – O que muçulmanos vestem, comem ou fazem não é da nossa conta

É tão simples quanto poderia ser: cada cultura tem seus códigos de etiqueta, sua culinária, sua música e claro, seu código alimentar e de vestuário. O fato de nós ocidentais termos mais liberdade em vestir o que nos convém não indica que há algo no hijab, niqab ou na burqa que os torne intrinsecamente ruins e opressores.

Escoceses usam kilt, árabes usam dishdasha. Problem?

Devemos entender que para a maioria das mulheres muçulmanas, vestir-se do modo como se vestem é normal, digno e belo. Dentro da cultura ocidental, com o regimento das leis, estas mulheres tem o direito de recusar o uso dos mesmos, mas obrigá-las a tirar (como foi feito na França) é uma tirania. Se somos pela liberdade, não podemos jamais admitir que o governo dite o que um cidadão deve ou não deve vestir.


O mesmo vale para a alimentação. Muçulmanos, assim como os judeus, não comem carne de porco porque ela vai contra um código alimentar instituído pela religião e pela tradição. No caso dos judeus, é o kashrut e no caso dos muçulmanos, é o halal. Para os muçulmanos, a carne precisa ser preparada de um modo especial para que possa ser consumida (halal = permitido), do contrário ela não pode ser consumida por um muçulmano (haram = proibido). Isto significa que para atender a um consumidor muçulmano ou judeu, certas regras e padrões culturais devem ser atendidos no preparo das refeições. É um direito do consumidor escolher não consumir os produtos que vão contra a sua crença religiosa, e isso é de fundamental importância.

Por último, mas não menos importante, é a questão da política e da religião. Por mais que as leis dos países islâmicos possam nos ser estranhas (sobretudo naqueles onde a Sharia é a lei), temos que entender que as leis serão estranhas para nós em qualquer sistema político diferente daquele que estamos acostumados.

Nós ocidentais temos padrões ocidentais e leis que seguem escolas de pensamento ocidentais. Os muçulmanos, que são africanos, orientais e asiáticos em sua maioria, não seguem os mesmos padrões que nós. Os sistemas políticos que se desenvolveram nestas culturas está adaptado a elas e foi desenvolvido e mantido por elas. Cabe a elas decidir quando, como e o que mudar.

Amamos a democracia e a liberdade de expressão e culto, e devemos assegurá-la sobretudo aqui nas Américas ou na Europa, mas não temos nem o dever e nem o direito de querer impor nossos sistemas na “casa” dos outros. Contanto que a democracia, o rigor da lei, a liberdade e a propriedade estejam asseguradas no Ocidente – para os muçulmanos que aqui vivem, inclusive – estaremos com nosso dever cumprido. Antes de nos preocuparmos com o que se passa lá, temos que dar especial atenção aos valores que cultivamos aqui: liberdade de culto, liberdade de expressão, liberdade de escolha.

7 – Eles estão entre nós
Na Europa: Dentro da Europa, as tradições islâmicas são encontradas sobretudo em territórios que já estiveram sob administração do Império Otomano, como os balcãs, e no tartaristão (Federação Russa). A península ibérica também já foi islâmica, tendo sido reintegrada à Cristandade durante a Reconquista.

Na Albânia, o congresso muçulmano sediado na capital (Tirana) rompeu com o Califado em 1923, estabelecendo uma nova forma de culto, banindo a poligamia e instituindo o uso do véu para as mulheres em público.

Na Polônia, as tradições sunitas tártaras foram preservadas. Isto levou à formação de uma distinta cultura muçulmana na Europa Central, na qual elementos da ortodoxia muçulmana misturaram-se à tolerância religiosa de uma sociedade relativamente liberal. Os tártaros polacos são considerados um exemplo de sucesso na integração sócio-cultural com a sociedade cristã.

1 – uma pequena mesquita na Polônia. 2 – a grande mesquita Qolşärif em Kazan, capital do Tataristão. 3 – Um casamento tártaro. Os tártaros são um povo majoritariamente muçulmano que vive na Rússia, na Ucrânia e na Polônia.

Entre os europeus, acredita-se que esteja emergindo uma nova ramificação do islã que combina os princípios e deveres desta religião com valores da Europa pós-iluminista como direitos humanos, o estado de direito, a democracia e a igualdade entre homens e mulheres.

Acredita-se que a população muçulmana na Europa hoje seja superior a 53 milhões, mais de 7% da população. Em alguns países europeus esta proporção é ainda maior: Bulgária, Montenegro e Rússia tem entre 10% e 20% de população muçulmana. O Chipre, entre 20% e 30%. Macedônia, entre 30% e 40%, Bósnia e Herzegóvina entre 40% e 50%, na Albânia são entre 80% e 90%, e em Kosovo chega a 95%.

Nos Estados Unidos: Entre os anos de 1880 e 1914, milhares de muçulmanos migraram do Império Otomano para os Estados Unidos, assimilando-se à sociedade. Graças à imigração, a conversão e altas taxas de natalidade, os Estados Unidos viram a sua população muçulmana crescer muito nos séculos XX e XXI. Só em 2005, o número de novos residentes muçulmanos legais nos estados unidos foi de aproximadamente 96.000: mais do que em qualquer ano das duas décadas anteriores.

O seriado “All-American Muslim” foca no dia-a-dia de americanos muçulmanos.

A mais duradoura comunidade muçulmana incorporada à sociedade norte-americana é a dos bósnios, que em 1906 criaram a Džemijetul Hajrije (Jamaat al-Khayriyya), uma organização de serviços sociais para muçulmanos bósnios. Os muçulmanos bósnios também abriram a primeira escola dominical muçulmana com currículos e literatura muçulmana. A primeira organização muçulmana em Nova Iorque, a Sociedade Maometana Americana, foi fundada em 1907 por tártaros Lipka da região de Podlasie (Polônia). Em 1915 foi fundada aquela que provavelmente é a primeira mesquita americana, por muçulmanos albaneses em Biddeford, Maine. Um cemitério muçulmano ainda existe lá. E esta história se arrasta pelo século seguinte.

O número estimado de muçulmanos vivendo nos EUA hoje é de 2,6 milhões – menos de 1% da população.

Centro Islâmico da América em Dearborn, Michigan

No Brasil: A imigração árabe no Brasil tem início com a chegada de imigrantes árabes que começaram a desembarcar no País em fins do século XIX. No início do século XX, esse fluxo imigratório cresceu e passou a se tornar importante. Um fator predominante foi a Primeira Guerra Mundial, que acelerou a imigração de pessoas que viviam no Império Otomano. Outros conflitos que causaram aumento na imigração de muçulmanos foram as guerras no Oriente Médio (Guerra do Líbano, conflitos entre árabes e israelenses, conflitos no Iraque).

Porém, a imigração de muçulmanos para o Brasil é muito anterior. Muitos dos negros escravizados na África e trazidos para o Brasil já eram muçulmanos. A chamada Revolta dos Malês de 24 a 25 de janeiro de 1835, ocorrida na cidade de Salvador, foi uma sublevação de escravos africanos de religião islâmica. “Malê” era o termo que se utilizava para referir-se aos escravos muçulmanos.

Atualmente, 15 milhões de brasileiros possuem ascendência árabe. A maioria é de origem libanesa, enquanto o restante é, predominantemente, de origem síria. O Islã no Brasil conta com 27.239 seguidores, segundo dados do censo demográfico de 2000 do IBGE. Porém, algumas instituições islâmicas brasileiras consideram que o número de seguidores é muito superior a isso. A Federação Islâmica Brasileira defende que há cerca de 1,5 milhão de fiéis do Islã no país.

Mesquita Omar Ibn Al-Khattab, em Foz do Iguaçu, Paraná. A cidade abriga a maior comunidade muçulmana do Brasil.

Na cidade de São Paulo existem cerca de dez mesquitas, dentre as quais a Mesquita Brasil, na Avenida do Estado (centro da cidade) – cujas obras de construção começaram em 1929 e que foi a primeira mesquita edificada na América Latina.

No mundo: Somos praticamente 7 bilhões. Cristãos são entre 1,9 e 2,1 bilhões – ou seja, de 29% a 32% da população do mundo. Os muçulmanos são cerca de 1,57 bilhões – de 20 a 25%. Com toda essa gente, é melhor arranjar uma maneira de conviver. Para isto, existe o que chamamos de diálogo inter-religioso. Com relação à Igreja Católica, já existe uma iniciativa de diálogo entre católicos e muçulmanos: em 2008 reuniram-se no Vaticano autoridades religiosas católicas e islâmicas para um diálogo inter-religioso, e há uma iniciativa para que esta cúpula seja permanente. A primeira cúpula produziu um documento que afirma um compromisso mútuo de incentivo à tolerância. O mesmo pode ser lido em inglês aqui.

Não fuja do conflito: Talvez você tenha vizinhos muçulmanos, ou já os tenha visto caminhando nas ruas da sua cidade. É possível que você passe pela frente de centros muçulmanos sem nem perceber. Para vencer as barreiras impostas pela caricaturização típica da propaganda de guerra com que somos bombardeados diariamente, é necessário conhecer “o inimigo”. Ouse ler o Corão, permita-se conversar com muçulmanos, visite um centro islâmico. Você verá que mais do que diferenças, há muitas semelhanças entre você e eles: a valorização da família, um senso de responsabilidade, um desejo forte de ascender na vida honestamente, a dedicação aos estudos, etc. Encerro este artigo com uma citação de Chesterton:

A Bíblia nos manda amar nosso próximo, e também nossos inimigos; provavelmente porque eles são, geralmente, a mesma pessoa.

– G. K. Chesterton

Anúncios

Autor: Renan Felipe dos Santos

Indie Game Localizer.

32 comentários em “Sete razões para não temer os muçulmanos”

  1. Existe um remédio contra o preconceito e a intolerância. Ele se chama: Segundo grau Completo. rsrs
    A ignorância caminha de mãos dadas com o preconceito. Não precisamos concordar com tudo q alguem prega o acredita, só precisamos respeitar.

  2. Apresento mais de 100 razões para temer
    São mais de 100 suras (versos) do Corão que incitam a violência.
    É muito curioso que um texto que vem em defesa do islã, ao seu final, tenha como desfecho uma frase da bíblia que trata do amor ao próximo. Será que o Corão (ou alcorão) não tem frases de paz. Até tem, mas seguem algumas que justificam as barbáries cometidas pelo estado islâmico. E antes que alguém venha dizer que está fora de contexto, recomendo que pesquisem na internet e vejam que não há nenhum contexto, pois o profeta Maomé ditou as suras (versos) sem nenhuma sequencia lógica e, o grande perigo do alcorão, é que se ele for lido e seguido literalmente, exatamente como está escrito, o seguidor se torna um terrorista. A maioria (existem entre 1,5 e 2 bilhões de muçulmanos) dos muçulmanos tenta dar uma interpretação diferente do que está escrito para que a religião se aproxime da paz e do amor, mas na realidade o Corão é uma faca de 2 gumes.
    Só para vocês saberem, o Abu Bakr al-Baghdadi, é PHD em estudos islâmicos e é ele quem comanda as decapitações de cristãos, mutilação genital e escravização de meninas cristãs etc. Será que alguém conhece mais a religião muçulmana do que ele?
    Alcorão (3:56) – “Quanto aos incrédulos (quem não é muçulmano), castigá-los-ei severamente, neste mundo e no outro, e jamais terão protetores.”
    Alcorão (3:151) – “Infundiremos terror (justifica o terrorismo???) nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso. Sua morada será o fogo infernal. Quão funesta é a morada dos iníquos.”
    Alcorão (4:95) -. “Os fiéis, que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Deus(perceberam? isso justificaria o terrorismo suicida?); Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem (em suas casas). Embora Deus prometa a todos (os fiéis) o bem, sempre confere aos combatentes uma recompensa superior à dos que permanecem (em suas casas).”
    Alcorão (5:33) – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro (profeta Maomé) e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados (não é exatamente o que o estado islâmico está fazendo???), ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.”

    Versos no mesmo estilo desses existem mais pelo menos uns 100. Não precisam acreditar no que disse acima, basta pesquisar no próprio Alcorão. A nossa sorte é que boa parte (antes achava que seria a maioria, agora tenho dúvidas) não segue o texto literalmente e procura interpretar de forma diferente. As suras são como se fossem mandamentos aos muçulmanos, são atos que foram praticados por Maomé e a maioria dos muçulmanos tem o profeta Maomé como um exemplo, tanto é que colocam o nome de Mohammed nos filhos, que, atualmente, está entre um dos 5 nomes mais atribuídos em crianças nascidas na Inglaterra, na Bélgica e na França. No oriente médio eu não sei a proporção, mas deve ser bem grande.

    1. Você disse que apresenta 100 versos que excitam a violência no Alcorão, você tem que entender em qual contexto eles foram escritos . Se isso lhe conforta, nós temos uma apanhado de 858 versículos da Bíblia capaz de arrepiar qualquer pessoa voltada a direitos humanos. Chama-se “Absurdos na Bíblia”. Coloque na pesquisa do Google e confira. Não se preocupe 99,9% dos muçulmanos sabe exatamente quando e para quem foram escritos cada versículo do Alcorão Sagrado. Agora, extremistas e bandidos tem em toda parte e devemos nos precaver deles. A paz esteja convosco.

      1. Pelo que eu sei, não existem cristãos se explodindo! Isto vem do Alcorão e não da Bíblia. “Pelos frutos os conhecereis”…

  3. Jihad Islâmica (Parte 1): Introdução – Os 1400 anos que deram errado

    José Atento

    Eu apresento, em 4 partes, o texto “A Cruzada Islâmica de Mil Anos” escrita por Craig Winn, autor do best seller “O Profeta da Perdição, O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé.” Este texto apresenta a linha do tempo do terrorismo islâmico, que começou com Maomé continua até os dias de hoje.

    Saber isso é importante por diversos motivos.

    Em primeiro lugar, porque enquanto os muçulmanos celebram a expansão militar do islamismo, e a consequente ocupação territorial destes territórios ocupados, como um “milagre de Alá”, eles negam que isso tenha ocorrido ao se dirigirem às platéias não-muçulmanas, com o apoio de apologistas e de acadêmicos com dupla-intenção (muitas vezes, financiados pelos sauditas). Existe um esforço para se encobrir as invasões e ocupações militares, as pilhagens, a extorção de tributos, os massacres, escravidão e estupros, ao mesmo tempo em que se vilifica a civilização ocidental, como se ela fosse a responsável pelo mal no mundo. (Conforme visto, este “jogo duplo” tem um nome: taquia.)

    Em segundo lugar, porque a cronologia (linha to tempo do terrorismo islâmico) ressalta um fato que os muçulmanos e apologistas tentam esconder a todo custo. A violência islâmica começou com Maomé. E o que é pior, Maomé foi o agressor! E ao se comparar o comportamento de Maomé com o de outros líderes religiosos que se tornaram a centelha que acendeu diversas outras religiões, tais como Sidarta Gautama (o Buda), Zoroastro ou Jesus, a credibilidade de Maomé cai em um poço sem fundo, pois nenhum deles cometeu crime algum, segundo as suas respectivas escrituras, ao passo que as própiras escrituras islâmicas descrevem Maomé como um criminoso, porém exaltando os seus crimes como “atos sagrados.”

    Além disso, nenhum dos seguidores de Sidarta Gautama, Zoroastro ou Jesus, após as suas mortes, sairam em um frenezí de violência, conquistas, estupro e pilhagens. No caso específico do cristianismo, que é um verdadeiro “pau de galinheiro” no mundo ocidental, a política apenas começou a se misturar com a religião 300 anos após a morte de Jesus, com Constantino, e a violência “em nome de Jesus” começou outros tantos 700 anos depois disso. O islamismo é político e violento deste o seu nascedouro.

    E, finalmente, esta sucessão de atos de violência e conquista faz com que Maomé posssa ser comparado a uma única figura histórica: Genghis Khan. A exemplo de Genghis Khan, Maomé unificou as tribos rivais na base da violência e intimidação. A exemplo de Genghis Khan, Maomé matou todos aqueles que se colocaram no seu caminho. A exemplo de Genghis Khan, Maomé mostrou aos seus seguidores como usar o terror como o caminho do sucesso militar e político. A exemplo de Genghis Khan, Maomé formou um harém para saciar o seu apetite sexual pervertido. A exemplo de Genghis Khan, Maomé formou um império cuja atividade econômica era a tributação e expoliação dos povos conquistados. Mas a grande diferença entre Genghis Khan e Maomé, e o fato que torna Maomé um bilhão de vezes pior, é que ao criar uma religião que o tem como modelo de comportamento, Maomé condenou os seus seguidores a buscarem como ideal de perfeição e fonte de inspiração a imitação das suas ações e dos seus comportamentos.

    Existem muçulmanos prontos para matar ao menor sinal de análise crítica à Maomé, por mais documentada que esta análise seja. Porém não existe mongol algum que se disponha a fazer o mesmo para “defender a honra” de Genghis Khan.

    Jihad Islâmica (Parte 1)

    Os Mil e Quatrocentos Anos que Deram Errado

    Tradução do original
    Islam’s 1,000-Year Crusade
    Escrito por Craig Winn

    Traduzido e comentado por José Atento

    Parte 1: Introdução (http://infielatento.blogspot.com.br/2014/12/jihad-islamica-parte-1-introducao.html)

    A tendência, quando de trata de terrorismo islâmico, é de focalizar no ultimo ataque e então culpá-lo no indivíduo ou grupo que o perpetrou. Eu tentei resolver este problema com o meu livro O Profeta da Perdição – O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé (Prophet of Doom – Islam’s Terrorist Dogma in Muhammad’s Own Words). Este livro se se constitui na apresentação mais bem documentada, compreensiva, cronológica e contextual das mais antigas fontes islâmicas. Este livro prova de modo convincente que os terroristas islâmicos de hoje não corromperam a religião deles, mas, ao invés, foi a religião islâmica que os corrompeu.

    Mas apresentar todas as provas e evidências do mundo não importa se você não conseguir que as pessoas as examinem, e, com suas mil páginas, o Profeta da Perdição exige grande comprometimento de tempo. E mesmo quando você compreende o que é revelado sobre Maomé e sua religião, ainda existe um lapso de tempo desde a sua vida até o seu legado. Sem desejar pular sobre mil anos entre a invenção do islã e o começo da Linha do Tempo do Terrorismo Islâmico [1], eu preparei este resumo. Enquanto que ele não é ainda compreensivo, ele é suficiente para você entender que os terroristas de hoje não caem do céu. O Islã é não apenas o responsável pelo mal comportamento dos terroristas de hoje, mas ele também tem sido o responsável por inspirar mal comportamento por muito tempo.

    [1] NOTA DO TRADUTOR – A Linha do Tempo do Terrorismo Islâmico trata-se da cronologia dos mais recentes atentados perpetrados por grupos islâmicos. Uma contagem mais detalhada destes atos terroristas pode ser encontrada no site Islã: a religião da Paz (e um monte de corpos mortos).

    Em geral, a resposta à perturbadora pergunta “porque os muçulmanos matam” está escondida dentro da História. Os muçulmanos vão te dizer que eles estão lutando uma batalha defensiva contra agressão. Eles vão te dizer que a violencia deles é um legado das cruzadas, e portanto na mente deles, é um resultado de hostilidade gratuita e não provocada que o cristianismo tem contra eles. A maioria dos terroristas islâmicos justifica os seus ataques contra o Ocidente dizendo “os cruzados estão novamente roubando terras muçulmanas.” Mas, existe alguma evidência que cristãos, cruzados ou não, tenham alguma vez roubado terras que legitimamente pertenceram aos muçulmanos? Em outras palavras, será esta justificatica para o terror islâmico válida?

    Depois de lutar uma série de batalhas contra os jihadistas islâmicos nos arredores de Roma em 1090, os católicos romanos e os potentados da Europa ocidental concordaram em ajudar os Bizantinos na sua defesa contra o Islã. Como resultado, eles lançaram a primeira cruzada em 1095. Esta resposta “cristã”, enquanto não rotulada como tal, é apenas um pedaço de um drama muitíssimo importante que os acadêmicos parecem não quererem se importar. E eu suponho que é devido ao fato de permitir que os “iluminados” possam falar mal do cristianismo. Contudo, se focalizar nas cruzadas enquanto se ignora os treze séculos de intervencionismo, agressão, ocupação e pilhagem islamica é como assistir a um documentário sobre a Ku Klux Kan em 1920 e então imaginar que se conhece os Estados Unidos.

    A maioria dos ocidentais não sabe que um século antes das cruzadas terem sido iniciadas, Roma, a capital religiosa da Europa, foi sitiada pelo Islã. Os ocidentais não correlacionam os 450 anos de sítio à Constantinopla, a capital política da cristandade, com a resposta católica. Tão pouco eles estão alertas ao fato que cristãos estavam sendo rudemente perseguidos na Terra Santa e que suas igrejas estavam sendo queimadas pelos muçulmanos que tinham ocupado a região. Além do mais, as cruzadas tinham o objetivo de devolver Jerusalém aos Bizantinos, que tiveram a Terra Santa roubada pelos guerreiros mujahadin muçulmanos.
    A cidade de Jerusalém não era grande ou estratégicamente importante. Mas era simbólica devido a peregrinação de cristãos, e judeus viviam lá. E muito embora Jerusalém estivesse a 1500 milhas de Roma, quando nós entendemos o conflito nascido do desejo islâmico de controlá-la, bem como de controlar o resto do mundo, nós iremos melhor apreciar porque estes terroristas continuam a se esbaforir em frustração.

    A capital de Yahweh [2] tinha essencialmente sido ignorada por séculos desde o início da diáspora, em 135 DC, em consequencia à revolta comandada pelo rabino Rabbi Akiba e o seu falso messias Bar Kochba. Na sequência, a Roma pagã destruiu quase tudo na Judéia e salgou a terra. Desde então, nada importante ocorreu na Terra Santa até o século sétimo.

    [2] NOTA DO TRADUTOR – Yahweh corresponde a transliteração do Hebreu YHWY, ou “Eu sou quem eu sou”, como o Deus Hebreu manifestou ser o seu nome.

    Os persas atacaram a escassamente povoada região em 614 DC, tomando Jerusalem dos Bizantinos. O emperador Bizantino Heraclius reconquitou a empobrecida cidade no ano 630. Logo após isso, e dentro de uma década da morte de Maomé, forças islâmicas atacaram os cristãos bizantinos. Estando enfraquecidas pelas lutas com os persas, os cristãos foram expulsos da Judéia pelos muçulmanos.
    Jerusalem foi inicialmente ignorada pelos jihadistas porque eles estavam mais interessados em saquear o Egito.

    A cidade se rendou ao exército muçulmano em 638 DC. De modo a demonstrar que a sua religião era superiora ao Judio-Cristianismo, iniciou-se a imediata construção do “Domo da Rocha”, exatamente no meio do monte onde se encontrava o Templo de Yahweh. Sophronicus, o patriarca da cidade, chorou ao ver a cena e disse: “Verdadeiramente, esta é a Desolação da Abominação predita pelo profeta Daniel!” Isto era verdade. Como é também verdade que a escolha do local para a construção do “terceiro templo mais sagrado do islã” é um testamento de que o islã é uma fraude [3].

    [3] NOTA DO TRADUTOR – Não existe menção alguma a Jerusalém no Alcorão.

    Depois de capurarem Jerusalém, os muçulmanos atacaram as províncias leste e sul do Império Bizantino. Na década de 640, a cristã Armênia ao norte e o Egito ao sul, este também cristão na época, sucumbiram à espada do islã. Em 655 DC, os muçulmanos quase capturaram o imperador bizantino.

    Em 711 os muçulmanos tinham conquistado e ocupado todo o norte da África. Foi então que um comandante muçulmano chamado Jebel al-Tariq pisou em território europeu, sobre uma rocha que tem o seu nome, Gibraltar, uma corruptela de Jebel al-Tariq. Em 712 DC, os exércitos muçulmanos penetraram fundo dentro da Espanha católica. Na batalha de Toledo, eles derrotaram os espanhóis e mataram seu rei. Os cristãos que sobreviveram se refugiaram nas montanhas no noroeste do país. Com isso, os refugiados sobreviveram com suas vidas, mas sem suas propriedades. Os saqueadores islâmicos não os perseguiram, preferindo atacar além dos Pirineus dentro da França.

    Enquanto isso, no Leste, os muçulmanos continuaram atacando o império Bizantino. Em 717 eles tinham um pé-de-apoio no sudeste europeu e controlovam os Balcans. Com a cristandade cercada, os muçulmanos continuaram o sítio da capital bizantina, Constantinopla – chamada a partir do fundador da religião católica. Se eles tivessem conquistado Constantinopla naquela época, eles teriam conquistado todo o continente. Mas os bizantinos resistiram [4]. A capital cristã resistiria até a sua queda em 1453. E seria apenas 200 anos após a ocupação de Constantinopla (atual Istanbul) que a expansão islâmica seria estancada após os ataques a Viena, em 1529 e novamente em 1683. O ocidente, galvanizado por mil anos de guerras contra ele, finalmente obrigava as forças muçulmanas a retrocederem de parte das terras por eles roubadas e ocupadas nos séculos sétimo e oitavo.

    [4] NOTA DO TRADUTOR – Excluindo as diversas escaramuças, Constantinopla foi sitiada duas vezes por exércitos islâmicos: o Primeiro Sítio de Constantinopla levou 4 anos, entre 674 a 678 e o Segundo Sítio de Constantinopla levou 2 anos, entre 717 e 718. Em ambas as vezes, os exércitos muçulmanos foram compostos por 200 mil homens. No Segundo Sítio, os muçulmanos tiveram ainda o apoio de 2.500 embarcações.

    O primeiro sucesso significativo na resistência contra os ataques islâmicos aconteceu quando cristãos europeus ocidentais pararam o avanço muçulmano em 732 (100 anos após a morte de Maomé) na Batalha de Tours (ou Poitiers), França. Carlos de Heristal, avô de Carlos Magno, comandou um exército Franco contra uma grande força invasora muçulmana, derrotando-a. Muito embora militantes muçulmanos ainda continuassem atacando as terras francesas por décadas, a conquista da França foi evitada. Por esta vitória, Carlos de Heristal tornou-se conhecido como “martelo”, ou, em francês, Carlos Martel.

    Depois de se reagruparem, forças muçulmanas se moveram para a região centro-sul da Europa, lançando invasões na Sicília, Sardenha e Córseca, em 827 DC. Eles também atacaram a bota itálica. Em 846, os muçulmanos atacaram Roma, capital do catolicismo romano. Esta agressão seria apenas comparávem se os cristãos saqueassem Meca, coisa que eles nunca fizeram.

    Caminhando para o final do século nono, piratas muçulmanos se estabaleceram ao longo da costa sul da França, Itália e norte da África. Esses incursores islâmicos ameaçaram o tráfego de comércio, comunicação e peregrinação por muitos séculos. De fato, o primeiro ataque militar perpetrado contra os Estados Unidos foi feito pelos piratas muçulmanos ao longo da costa de Trípoli [5], vexaminante para Thomas Jefferson, então secretário de estado.

    [5] NOTA DO TRADUTOR – A cidade de Trípoli era uma das bases da chamada Costa da Barbária, correspondente hoje às costas da Argélia, da Tunísia, da Líbia e a alguns portos do Marrocos. Estes confrontos com os Estados Unidos se tornaram conhecidos como a “Gerra da Barbária.” Os Piratas da Barbária, também chamados de piratas barbarescos, piratas berberes ou corsários otomanos, eram responsáveis pelo tráfico de escravas brancas, sequestradas da Europa e valiosas nas cortes muçulmanas.

    Durante o século décimo, a maré brutal finalmente começa e mudar – embora vagarosamente. No Leste, durante as décadas de 950 e 960, os bizantinos montaram uma série de contra-ataques. Eles eventualmente reconquistaram as ilhas de Creta e Chipre e territórios na Ásia Menor e norte da Síria, incluindo Antióquia. Faltaram-lhe força para reconquistar Jerusalem. Entretando, talvez ele tivessem lutado mais se eles pudessem antever o terror a que a cidade iria enfrentar.

    No ano 1000 DC, a maior parte a população da Terra Santa ainda era de cristãos, mas isso estava para mudar. Um governador muçulmano, cujo nome era Hakim, perseguiu cristãos e judeus, aterrorizando-os. Ele fez ressurgir o dever islâmico de roubar casas, terras e propriedade dos cristãos e judeus. Em 1009 ele ordenou que a igreja do Santo Sepulcro fosse queimada, bem como a destruição de todas as sinagogas, igrejas ou templos existentes. A população cristã da Terra Santa começou a se reduzir dramaticamente sob este regime tiranico e opressor.
    Os bizantinos, aflitos com o dano sofrido pelo seu segundo mais venerado lugar religioso, negociaram com os muçulmanos e em 1038 foram deixados reconstruir. Mas já não haviam cristãos suficientes na Judéia para completar o trabalho. Mas isso não importava de qualquer modo. O próximo governador muçulmano destruiu o que havia sido reparado.

    Ao mesmo tempo, os Turcos seljúcidas surgiram das estepes da Ásia central. Em 1055, a horde bárbara capturou Bagdá, saqueando a capital Muçulmana, mas não a religião islâmica. Reconhecendo a inspiração que o islã oferece para aqueles que saqueiam e estupram, pilham e matam, os Turcos seljúcidas se converteram ao islã. Os repressores e impiedosos muçulmanos árabes foram substiuídos por uma leva ainda mais suja de terroristas.

    Em 1071, o imperador bizantino Romanus Diogenes confrontou a invasão dos Turcos seljúcidas muçulmanos no limite leste do império. Os dois exércitos se encontraram na vila de Manzikert, próximo ao Lago Van. Os cristãos foram completamente derrotados pelos muçulmanos. Como resultado, Bizâncio perdeu todos os territórios que havia reconquistado nos séculos nono e décimo, incluindo a Ásia Menor, o celeiro do império.

    Os imperadores bizantinos que sucederam enviaram frenéticos apelos de ajuda ao ocidente na esperança que os papas ou outros potentados pudessem ajudá-los na luta contra a ofensiva islâmica antes que tudo fosse perdido. O Papa Gregório VII recebeu estes apelos primeiro, e em 1074 ele discutiu em ele mesmo liderar uma expedição a Bizâncio. Mas com a igreja dividida e sem os meios apropriados, ele não pode fazer nada. Então, com o relógio próximo ao badalar da meia-noite, o apelo dos bizantinos encontrou a audiência do Papa Urbano II.

    Vamos parar por um momento e refletir. Durante os primeiros 3.100 anos de registros históricos, de 2.500 AC até 600 AC, não existe um simples registro escrito encontrado em qualquer lugar do mundo que narre os árabes saindo da Arábia para aterrorizar, conquistar, saquear ou controlar ninguém. Então, começando em 622 DC, Maomé anunciou o início da era muçulmana. Na sua concepção, de acordo com as fontes islâmicas originais, ele e os primeiros muçulmanos: “Prometem fazer guerra contra toda a humanidade.” Na primeira década do islamismo, Maomé, a única voz de Alá e único profeta desta religião, liderou pessoalmente ataques terroristas – o último deles contra os bizantinos. O Mensageiro de Alá atacou, aterrorizou, saqueou, estuprou, escravizou, enganou ou assassinou, agressivamente, todos dentro do seu alcance.

    Depois da sua morte, em 632, começou uma luta por poder entre Abu Bakr, sogro de Maomé (Bakr foi quem providenciou ao sexualmente pervertido cinquagenário Maomé a sua filha de 9 anos) e Ali, o filho adotivo de Maomé e seu genro. Bakr venceu, criando a fissure entre Sunitas e Shiitas. Depois de confiscar o tesouro que Maomé havia obtido através de assaltos, o primeiro Califa do Islã começou uma Guerra de Compulsão, forçando todos os árabes a se renderem ao Islã – a religião da submissão. No curso dos dez anos seguintes, este povo antes pacífico e auto-sustentável, agora corrompido pelo Islã, tornou-se no mais cruel e cobiçoso dos bárbaros. Eles mostraram toda a sua selvageria no seu caminho, começando pelo Iemen, Pérsia, a provincia bizantina da Síria, e a região hoje ocupada pela Jordânia, Israel e Egito.

    Então, no curso dos 90 anos seguintes, a espada do Islã foi manejada sobre a cabeça dos indianos, africanos e europeus. Mas isto não é o fim da história. Hoje, com fundos da OPEC, o renascimento do fundamentalismo islâmico está novamente terrorizando o mundo. Muçulmanos, seguindo o examplo de Maomé [6], cometem 95% dos atos terroristas no planeta. Então, eu pergunto, o que corrompeu esta gente e os fez tão cobiçosos e violentos senão o Islamismo? E, já que aquela pergunta foi retórica, porque os politicos e a imprensa buscam desculpas para este dogma que é tão mortal?

    [6] NOTA DO TRADUTOR – O Alcorão diz: “Nós temos em Maomé um exemplo de conduta.”

    A História confirma com grande claridade que os muçulmanos, começando com Maomé, lançaram a conquista dos reinos cristãos 600 anos antes da tímida resposta européia através das cruzadas. Ainda assim, os propagandistas muçulmanos querem que o mundo acredite que o Ocidente roubou terras muçulmanas e que os cristãos são imperialistas. Esta mentalidade é usada para enganar tolos, para que os tolos acreditem que os muçulmanos lutam contra os cristãos porque os cristãos começaram a lutar contra eles. Aqueles que enganam não desejam que todos saibam que os cristãos são as vítimas, não os vilões neste caso, e nem desejam que se conheça que o motivo que leva os muçulmanos a cometerem assassinatos é o próprio Islã.

    E ainda assim, apesar de toda a evidencia ao contrário, o islã se apresenta como inocente e passivo. A religião é pouco, ou mesmo nunca, reponsável pelo terrorismo que ela inspira. Mesmo quando os chamados especialistas discutem terror no contexto da religião, eles universalmente usam o qualificador “radical” ao Islã, sugerindo que uma forma corrompida da doutrina é culpada pela carnificina que ela inspira, quando o contrário é o correto. Mas, para ter acesso à imprensa ou vender livros as pessoas devem estar dispostas a mentir. Esta patologia suicida nasceu do Humanismo Secular Socialista e sua campanha contra os valores cristãos.

    Enquanto que eu escreví extensivamente sobre as cruzadas, condenando-as dentro do contexto das cartas da revelação profética de Yahshua [7] em Yada Yahweh, elas são como um caroçinho na corcova de um camelo quando comparadas à chacina da máquina de Guerra islâmica, que começou a devastar o mundo em 622 DC – e nunca mais parou. Na última campanha terrorista de Maomé, depois dele ter batido em todos os judeus ao seu alcance e saqueado todos os arabés que valiam a pena serem roubados, o mensageiro de Alá reuniu 30.000 jihadists mujahadin para atacar a civilizada comunidade bizantina de Tabuk. Este assalto, bem como a conquista de Meca, é descrito nos capítulos finais do Alcorão, as Suras (capítulos) de número 9 e 5. Elas definem o islamismo, rotulando todos aqueles que se recusam a lutar como “hipócritas merecedores da morte.” Estas Suras também apresentam a taxa Jizia, que o Alcorão diz que os não-muçulmanos devem pagam em total humilhação, sob o risco de perderem suas vidas. A mensagem do Islã é clara, simples e direta: conversão ao islamismo, pagar o debilitador imposto de “proteção” (a Jizia), ou a morte.

    [7] NOTA DO TRADUTOR – Yahshua é transliteração do Hebrew, correspondendo a Jesus.

    Dentro deste contexto, Maomé liderou 75 ataques terroristas para financiar sua nova religião. É por isso que a oitava Sura do Alcorão começa com a frase: “Saquear é legal e bom.” Isto tornou-se um mantra dos crusados islâmicos, e o motivo para os mais de mil anos de assaltos. Propriedade roubada e tráfico de escravos permitiram aos primeiros muçulmanos adquirirem mais armas e subornarem mais homens (com a permissibilidade do saque) para se juntarem a esta religião cruel. Nada mudou. Mas um império construído sobre brutalidade torna-se contra sí se aos bárbaros não for constantemente dado um inimigo para odiar e vítimas para pilhar.

    Notas de Rodapé

    [1] NOTA DO TRADUTOR – A Linha do Tempo do Terrorismo Islâmico trata-se da cronologia dos mais recentes atentados perpetrados por grupos islâmicos. Uma contagem mais detalhada destes atos terroristas pode ser encontrada no site Islã: a religião da Paz (e um monte de corpos mortos).

    [2] NOTA DO TRADUTOR – Yahweh corresponde a transliteração do Hebreu YHWY, ou “Eu sou quem eu sou”, como o Deus Hebreu manifestou ser o seu nome.

    [3] NOTA DO TRADUTOR – Não existe menção alguma a Jerusalém no Alcorão.

    [4] NOTA DO TRADUTOR – Excluindo as diversas escaramuças, Constantinopla foi sitiada duas vezes por exércitos islâmicos: o Primeiro Sítio de Constantinopla levou 4 anos, entre 674 a 678 e o Segundo Sítio de Constantinopla levou 2 anos, entre 717 e 718. Em ambas as vezes, os exércitos muçulmanos foram compostos por 200 mil homens. No Segundo Sítio, os muçulmanos tiveram ainda o apoio de 2.500 embarcações.

    [5] NOTA DO TRADUTOR – A cidade de Trípoli era uma das bases da chamada Costa da Barbária, correspondente hoje às costas da Argélia, da Tunísia, da Líbia e a alguns portos do Marrocos. Estes confrontos com os Estados Unidos se tornaram conhecidos como a “Gerra da Barbária.” Os Piratas da Barbária, também chamados de piratas barbarescos, piratas berberes ou corsários otomanos, eram responsáveis pelo tráfico de escravas brancas, sequestradas da Europa e valiosas nas cortes muçulmanas.

    [6] NOTA DO TRADUTOR – O Alcorão diz: “Nós temos em Maomé um exemplo de conduta.”

    [7] NOTA DO TRADUTOR – Yahshua é transliteração do Hebrew, correspondendo a Jesus.

  4. O Governo não deve lhes dizer nada, mas querem que as pessoas que não creem respeitem suas regras? Não vejo pessoas sem religião atacando pessoas religiosas, mas vejo pessoas religiosas atacando pessoas sem religião. Na França islãmicos matam que ri de suas crenças, mas também espancam pessoas que não querem nada com sua religião. Como ciganos, quando em maior número incomodam sim e não respeitam quem pensa diferente. Suas regras só valem para eles, não para quem não acredita no mesmo que eles. Façam o que quiserem, mas respeitem quem faz diferente. Religiões de um deus único vivem tentando dominar política, educação, saúde e até a justiça, não respeitando pessoas, tradições diferentes, etc. Dias atrás no Irã um Aiatolá disse na televisão que “Quando um homem engravida sua mulher pensando em outra seu filho nasce gay”. Pesquisem no Google. Isso lhes parece uma religião séria e louvável? Isso não foi dito em algum canto sem recursos da tão sofrida África, mas no Irã. Eu não quero essa religião para mim, não quero religião monoteísta alguma por causa de seus absurdos. Religiãos são partidos políticos COM fins lucrativos, de dominação. Algumas pessoas precisam ser avisadas que a idade média precisa acabar. Eu abandonei a religião e hoje acho desnecessária, infantil e até perigosa.

    1. Não importam as opiniões pessoais acerca desta ou qualquer outra religião para o fato de que o Estado deve assegurar a todos a liberdade de culto e expressão. Ninguém deve ser obrigado a viver conforme os costumes dos outros, e isto vale para todos.

      Agressão física, homicídio, roubou, estupro, já são crimes independente da religião do criminoso.

      1. A partir do momento que alguém migra para outro pais de cultura distinta, tem sim que viver conforme os costumes daquele pais, e não é o pais que tem que mudar de acordo com costume do estrangeiro !

      2. Roberto, você está generalizando. O Islamismo entra na Europa por causa da irreligiosidade, assim como você quer. As religiões pressupõem atitudes. E o que predomina na Europa é o “que está politicamente correto” da esquerda sem religião. Portanto não é a religião o problema, mas o tipo de religião que é praticado. O cristianismo é bem diferente do Islamismo. O Catolicismo virou, injustamente “pau de galinheiro”, devido a falta “do saber histórico”. Os hospitais e as universidades são obra do cristianismo. E não me venha dizer que o fato de não ter religião torna a pessoa melhor, pois a Europa do jeito que está desmente pelas suas atitudes irresponsáveis.

      3. O problema é que um dos 3 pilares da nossa cultura é a moral e ética judaico-cristã. Vivo na Europa e percebo que pra eles é dificil, porque eles têm outra moral. Então é “normal” estuprar mulheres e bater em quem discorda.

    1. Boa tarde, David.
      Não se trata de uma propaganda do Islã. O objetivo do artigo é esclarecer que muçulmano e jihadista não são palavras sinônimas, que a convivência com muçulmanos no Ocidente é mais velha do que se supõe, e que a cooperação com os governos muçulmanos é possível e desejável (por exemplo, no próprio combate aos jihadistas, como já ocorre).

  5. Sou contra a qualquer tipo de violência contra qualquer religião. Mas nos Países muçulmanos as coisas não são bem assim,as pessoas não tem o direito de escolha são obrigadas a seguir o Islamismo sobre pena de perder a própria vida.As pessoas que se convertem ao cristianismo sofrem as consequências,varias Igrejas evangélicas tem sido incendiadas nesses países e diversas pessoas são perseguidas e mortas.Vi no jornal Nacional um líder da mesquita em São Paulo dizer que o Islamismo é uma religião pacifica.se o islamismo aqui no Brasil fosse uma religião predominante, esse discurso seria o mesmo?,ou a perseguição seria igual nos países com maioria Muçulmana.

    1. Boa tarde, Homero.

      De fato, nos países onde predomina a Sharia é isto mesmo o que acontece. A lei islâmica considera crime punível com a morte a “apostasia”, ou seja, deixar de ser muçulmano para se converter a qualquer outra religião ou virar ateu. Na Turquia, onde o Estado é laico, isto não ocorre.

      Entretanto, não é dever do Ocidente “salvar” os muçulmanos que vivem sob estes regimes. Esta luta é deles, não nossa, e deve ser separada do combate a organizações terroristas. O combate às organizações terroristas é feito em nosso próprio interesse, já que existência e atividade delas coloca em risco as nossas sociedades. Não há como comparara violência a que os muçulmanos submetem uns aos outros dentro das suas comunidades com o risco que organizações terroristas implicam para o mundo inteiro. Por isto fiz questão de enfatizar que nossa preocupação deve ser a defesa dos nossos valores aqui, no Ocidente mesmo. Não se pode permitir, por exemplo, que as comunidades muçulmanas criem Estados paralelos com lei própria dentro dos países ocidentais como vem acontecendo na Europa: um requisito da imigração é que o sujeito aceita e entende que estará se submetendo à Lei do país que o acolhe, sem apelação.

      Atte.,

  6. Só pode ter um esquerdista infiltrado nesse site pra postar isso! Sabemos que o islã traz tudo de ruim pra civilização ocidental, o multiculturalismo e a imigração muçulmana acabando com a europa e voces me vem com um artigo deste? Assim tá dificil, a direita conservadora deve repudiar essa religião maldita chamada islã!

    1. Boa tarde, Thiago. O artigo foi escrito antes da crise imigratória na Europa. Em breve escreveremos mais sobre o tema porque a situação, obviamente, mudou pra pior.

  7. “NÃO DEVEMOS TEMER OS MUÇULMANOS”
    fala isso para todas as crianças e mulheres que foram mortas por eles apenas por não seguir essa ***** de religião. Acho que devemos sim teme-los e eles não tem o direito de serem respeitados se eles não respeitam a gente

  8. Esse que é o problema dos liberais. Eles realmente acham que algumas pessoas vão simplesmente cooperar com um estado de direito.
    Os muçulmanos passaram 8 séculos com um tremendo tesão de invadir a Europa e “entrar na praça de São Pedro à cavalo” (como dizia um califa da época).

    Detalhe é que as agressões foram iniciadas 400 anos antes da primeira cruzada (então nem dá pra fingir que os “coitadinhos estavam apenas retaliando supostas agressões cristãs”).

    O que fez com que esse tesão se aquietasse foram sucessivas derrotas (Retomada na península Ibérica, Viena, Belgrado, Lepanto, etc.) e a iminência da Revolução Industrial, que deu uma vantagem bélica monstruosa para o ocidente.

    Mas eles não desistiram: eles apenas se apoiaram nas suras que legitimavam as tréguas temporárias.

    A única coisa que a estúpida União Soviética fez foi “lembrar” que eles poderiam interromper a trégua.

    Não são todos os muçulmanos maus. Mas a mente deles não funciona em termos de lógica proposicional, como a mentalidade ocidental, em que algo não pode ser simultaneamente falso e verdadeiro. Ele pensam em termos de lógica fuzzy: se, considerando-se determinado assunto, o Corão tiver 90% das suratas defendendo “A” e 10% “B”, eles terão 90% de chance de escolher A.

    Então, os muçulmanos mais pobres ficam reféns ideológicos de seus teocratas, não encontrando força psicológica para questioná-los. Não quer dizer que eles sejam maus. O que eles são é instáveis, tanto quanto nitroglicerina em um liquidificador.

    O Islã é a única religião do mundo que começou errada. Maomé era um estuprador, assassino, ladrão, esquizofrênico, etc. O erro está em Maomé.

    O Islã tem de ser combatido, aonde eles quiserem propor sua jihad. Se for no campo filosófico, esse sistema de crença tem de ter suas contradições expostas e argumentações refutadas. Se for no campo político, suas manobras e lobbys precisam ser rechaçadas pela força popular e mecanismo legais. Se eles quiserem cair pro confronto bélico, então é metralhadora de bacon até não poder mais.

    É isso ou perdermos a pluralidade cultural e religiosa, assim como as liberdades.
    É um risco grande demais.

    1. Bom dia, Creitos.

      Você tem razão sobre tudo o que disse, especialmente com relação à história do Islã. Realmente, não fosse a resistência católica no Ocidente e uma mãozinha mongol no Oriente, o Islã teria submetido toda a Europa à sua religião. Nesta época, porém, o Islã não era mais cruel que o Cristianismo ou o Tengriismo, a coisa era mais ou menos nivelada. A diferença é que enquanto a Europa passou por uma transformação profunda que a colocou à frente do resto do mundo tanto em tecnologia, poderio bélico, economia como na área do direito, os países muçulmanos condenaram a si mesmos ao atraso. Até hoje as reformas nos países muçulmanos se dão com muito custo e a passos lentos.

      É problema deles, e cabe a eles resolver. Mas, no Ocidente, eles devem se adequar às normas. Devem ter o direito de manter a sua religião, com certeza, e todos aqueles costumes que não impliquem uma afronta aos costumes e às leis da nação anfitriã. Por exemplo, eles devem ter o direito de se casar com 4 mulheres, se todas estão de comum acordo, mas em hipótese alguma podem apelar para a tradição muçulmana para obrigar uma mulher a usar o véu no Ocidente. Segundo a nossa tradição, se a mulher não quiser usar o véu, ela não usa.

      Agora, considere que este artigo foi escrito ANTES da crise migratória na Europa. Seria irrealista falar de aculturação dos muçulmanos à Europa quando eles estão entrando aos milhões.

  9. Não aos muçulmanos! Não ao islã! Se você não é como eles, você merece morrer. Não existe muçulmano bonzinho. Eles se fazem de vítimas só enquanto são minoria em determinado local, quando começam a dominar um lugar, gostam de impor seu modo de vida sobre todos os outros. Todos nós devemos tomar cuidado com esse povo.

  10. Hosama bin laden era engenheiro civil, curso superior completo, entre outros com diferentes qualificações tecnicas que os tornam uteis ao terrorismo.

  11. É muito bom ver as pessoes se interessando e dialogando a respeito de um assunto como este, o que me entristece é o fato de que, por mais eloquente que algumas pessoas possam ser, elas ainda estarão longe da conclusão correta, e isto acontece porque a maioria das pessoas não conhecem a origem daqilo que discutem, neste sentido eu estou me referindo não só ao a religião islâmica, mas a qualquer outra, pois se o sujeito analisar a questão considerando apenas os fatos recentes, fica difícil o entendimento do referido assunto.
    Se na história da humanidade existem acontecimentos envolvendo muçulmanos, que aos olhos de pessoas pouco esclarecidas possam ser consideradas inaceitáveis, com um pouco de força de vontade de saber a verdadeira razão dos acontecimentos qualque pessoa será capaz de entender.
    Nossa história está cheia de exemplos de situações em que o ser humano cometeu atrocidades contra seus semelhantes guiado por princípios religiosos, porém não e e justo atribuir os atos dos religiosos às suas respectivas religiões, por exemplo, Albert Einstein contribuiu para o desenvolvimento de uma tecnologia que produziu u resultado brutal, sendo ele judeu, seria justo acusar o judaísmo de religião de terror?
    Quantas vidas foram ceifadas pelos cruzados? O quê aconteceu com os índios no Brasil desde o descobrimento?
    Na minha opinião nos temos outros assuntos pra nós preocupar pois deles dependem nossa qualidade de vida.
    Milhares de brasileiros morrem ano após ano devido ás mas escolhas que nos fazemos na hora de votar.
    Aguém sabe dizer qual a religião dos nossos políticos?
    Por icrivel que pareça nós não vemos muçulmanos entre eles. Estou certo?

    A verdade. Procure a verdade.

  12. Uma futura guerra mundial é inevitável. Ai esses pregadoresda diversidade e de um Islã pacifico terão que matar para não serem mortos e toda sua ilusão será destruida. As guerras religiosas irão voltar com mais intensidade e com armas modernas. A unica coisa que evolui no mundo muçulmano são as armas. É por isso que muçulmano tem que ter varios filhos, porque perdem filhos igual agua em suas lutas.

  13. O problema é que um dos 3 pilares da nossa cultura é a moral e ética judaico-cristã. Vivo na Europa e percebo que pra eles é dificil, porque eles têm outra moral. Então é “normal” estuprar mulheres e bater em quem discorda.

  14. não se falou do que fez a rainha Isabel de Castilla na Espanha que instaurou a Inquisição e mandava torturar todos aqueles que não se convertessem ao catolicismo, judeus e muçulmanos.. uma mulher totalmente fanática e que no seu reinado usavam filhas menores de idade para casar com reis ou príncipes mais velhos por um bom acerto de casas reais … teve uma menina da família da rainha de Castilla com menos de 15 anos de idade que foi oferecida em casamento para um tio velho… e na corte ensinavam o que ela deveria fazer depois de casada…. essas e outras tantas barbaridades…. ei ..vc aí …. vamos falar a verdade do outro lado… o que acontecia nas cortes, mortes por envenenamento, morrendo de fome nas torres, libidinagem do clero que frequentava as cortes, forca, degolação, adultério, sujeira oral absoluta….. isso era a Espanha católica…. fora os outros países claro…

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.