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Para completar o questionário:
X= nome de algum país pobre
Y e  Z= países ricos do hemisfério Norte.

 

“A história do País X  iniciou-se com o povoamento de grupos de nômades provenientes do (norte,sul,leste,oeste). Durantes alguns milhares de anos, esses povos se espalharam por quase todo o território, sobrevivendo à base da agricultura rudimentar e da coleta de (peixes, frutas) por meio de um sistema ( igualitário, sustentável ). No século _____ , porém, essas tribos foram conquistadas por poderosos exploradores do império Y, que passaram a usufruir do trabalho dos nativos, criando um sistema de exploração colonial. Em troca de pequenas manufaturas, os nativos forneciam aos estrangeiros uma série de matérias-primas essenciais para a crescente industrialização do império. Século depois, X conquistou sua independência, mas manteve os laços de dependência econômica no âmbito da sociedade mercantilista. O revolucionário _____, homem de grande coragem, esperança e bigode, tentou livrar o país da pujança econômica internacional e diminuir as contradições inerentes ao capitalismo. No entanto seus ideais feriam os interesses das elites (rurais, escravistas, mercantil, burguesas) e também em um novo país Z, Esta nação buscava expandir seu mercado consumidor e apoiou covardemente o massacre aos rebeldes promovidos por Y. Em conseqüência de tantos séculos de opressão, X vive hoje graves problemas sociais e econômicos.”

 

Assim começa o livro “Guia politicamente incorreto da história do Brasil” de Leandro Narloch, que já é um best-seller nacional desde 2009, ano que o livro foi publicado. Ele vem gerando uma certa polêmica, justamente, por mostrar uma história do Brasil que foge daquele velho esquema repetido que até beira o senso-comum, mistura chavões, muda nomes, datas e dá uma versão mais esquematizada. Narloch diz no prefácio da obra: “Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.”  Talvez os cidadãos que Narloch se refere sejam  aqueles que insistem por má fé ou fanatismo ideológico contar uma versão errada da história doutrinada por um viés marxista, sempre tentando introduzir classes e uma luta entre elas, engrandecer ou criar falsos heróis e todo aquele ufanismo histórico.

Capa do livro.

Em 2011 Narloch volta com novo livro, mas dessa vez escrito também por Duda Teixeira. Brasil é deixado de lado e a America Latina ganha destaque trazendo afirmações como essas: “Fidel Castro foi capitalista”, “Che Guevara ordenava torturas” ou “os Incas aprovaram a dominação espanhola”, para desespero dos ‘historiadores’ fãs da dialética marxista.
Se você busca uma leitura leve, divertida e que lhe traga algum conhecimento , ambos livros são uma boa escolha. Além de desmistificarem muita coisa, divertem o leitor também.