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		<title>Em Defesa do Masculinismo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 05:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esclarecimento do &#8216;consermangina&#8217; aos paladinos da Real: partindo do princípio que escrevo para adultos, acho desnecessário informar que o artigo &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/20/em-defesa-do-masculinismo/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9538&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Esclarecimento do &#8216;consermangina&#8217; aos paladinos da Real:</strong> partindo do princípio que escrevo para adultos, acho desnecessário informar que o artigo se trata de uma sátira quando o seu conteúdo deixa isto óbvio. Mantida a animosidade cordial e bem-humorada, mimimis a parte, podem criar quantas combinações puderem imaginar entre as palavras conservador, liberal e mangina. Até recomendo algumas que talvez queiram usar: liberal-manginismo, conservador-manginismo, manginacon, manginalib, liberagina, conservagina, libermangina, etc.</em></p>
<hr />
<p>Se você é homem e está cansado da promiscuidade feminina engendrada pelo feminismo mas não quer abrir mão da tradicional promiscuidade masculina, o masculinismo é a ideologia de gênero feita para você. Chega de ficar na friendzone com cara de bunda sem comer ninguém, una-se à legião da real e reavive o poder macho que existe em você!</p>
<p>Se você não sabe o que o masculinismo brasileiro é, este artigo elucidará para você as três principais vertentes deste robusto sistema político-filosófico e o que você pode aprender com cada uma delas.</p>
<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://img703.imageshack.us/img703/9439/masculinismo.png" width="751" height="336" /><br />
As três principais vertentes do masculinismo tropical são as seguintes:</p>
<p><strong>Masculinismo Catreano</strong> &#8211; O representante honoris causa do emergente masculinismo nas periferias cariocas é Mister Catra. Polígamo e pródigo reprodutor, tem três esposas e vinte filhos. Sua vida artística não destoa de seus inabaláveis princípios:</p>
<blockquote><p>Passa nela, passa nela , passa o pau na cara dela<br />
Passa nela, passa nela, passa na cara dela, na cara, na cara<br />
Na cara, na cara dela .<br />
Passa nela, passa nela, passa na cara dela,<br />
Passa nela, passa nela , passa na cara dela , passa na cara, na cara , na cara,<br />
Na cara dela</p></blockquote>
<p>Também não esquece de reafirmar a natural e legítima autoridade dos homens sobre as mulheres, pois é para o patrão (no caso das que tem emprego porque estão solteiras) que elas devem ceder, como fica bem explícito no trecho &#8220;ela dá pra nóis que nóis patrão&#8221;.</p>
<p>A principal contribuição do masculinismo catreano é a reafirmação de um direito masculino já quase esquecido que é o de ter quantas mulheres lhe aprouver, bem como o másculo dever de legar para a posteridade uma grande leva de descendentes para honrar o nome da família.</p>
<p><strong>Masculinismo Wilkeriano</strong> &#8211; Popularizado por José Wilker, quando interpretou o ícone masculinista Coronel Jesuíno da novela Gabriela, apesar de todo mundo saber que macho que se presta não assiste novela. O típico pater familias é um exemplo de homem linha-dura que não dá o braço a torcer para ninguém, bota a esposa no seu devido lugar &#8211; que é o do cumprimento do dever matrimonial &#8211; e manda matar os seus desafetos.</p>
<p>O legado do masculinismo wilkeriano é a recolocação do homem no seu merecido lugar que é o de chefe de família e senhor de sua mulher, bem como a reafirmação do seu direito a legítima vingança em defesa da honra.</p>
<p><strong>Masculinismo Magaliano</strong> &#8211; Ressurgido das cinzas dos anos 70, esta figura representa o autêntico latin lover descompromissado e conquistador. O típico &#8220;galinha&#8221; e &#8220;cachorro&#8221; pelo qual as mulheres amam ser enganadas nos traz de volta velhas noções de conquista, e habilidades notoriamente necessárias para a predação sexual como a dança, a camuflagem e a preparação das armadilhas (vulgo &#8220;clima romântico&#8221;).</p>
<p>Sua herança para o masculinismo é mais prática que teórica, uma vez que encarnou o arquétipo do sedutor latino, romântico e violento.</p>
<p><strong>Conclusão<br />
</strong>Agora que você já tem os modelos masculinos nos quais se espelhar e está decidido a deixar de ser um mangina, é só começar a meter a real na mulherada. Se não funcionar, culpe o feminismo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9538/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9538/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9538&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Evolução e Ordem Espontânea</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 20:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Transcrição da palestra de Friedrich Hayek sobre Evolução e Ordem Espontânea na 33ª Conferência de Laureados Nobel em Lindau, 1983. &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/19/evolucao-e-ordem-espontanea/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9348&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Transcrição da palestra de Friedrich Hayek sobre Evolução e Ordem Espontânea na 33ª Conferência de Laureados Nobel em Lindau, 1983. Tradução de Robson Silva e revisão de Fabrício Aiko. Artigo publicado originalmente no site <a href="http://www.libertarianismo.org/" target="_blank">Libertarianismo</a>. Para ler o artigo original, <a href="http://www.libertarianismo.org/index.php/academia/artigosnovo/1279-evolucao-ordem-espontanea" target="_blank">clique aqui</a>.</em></p>
<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://img853.imageshack.us/img853/197/darwinhayek.png" width="782" height="265" /></p>
<p>Senhoras e senhores, na esperança de ser capaz de oferecer algo que seja do interesse não só de economistas, mas também de cientistas naturais em geral, eu escolhi um problema para discutir que, embora tenha surgido do meu estudo de problemas econômicos, parece pra mim aplicável em uma área muito mais ampla, na verdade em todo lugar em que a complexidade crescente do fenômeno em estudo nos força a abandonar a esperança de encontrar explicações simples de causa-e-efeito e temos que as substituir por uma explicação de evolução de estruturas complexas.</p>
<p>Eu gostaria de falar sobre a conexão de dois problemas similares, a formação espontânea de ordens e a evolução. Há geralmente processos evolucionários que sozinhos podem explicar, mas explicar somente em um grau bastante limitado, pela existência de certos tipos de estruturas. Neste sentido eu posso concordar com o que sir John Hicks disse ontem que o grau em que podemos fazer previsões nessas ciências é bastante limitado. O que eu gostaria de dizer em relação a isso é que  estamos confinados a padrões, previsões de probabilidade de formação de certas estruturas sem nunca sermos capazes de fazer previsões específicas de eventos particulares. Neste sentido, como Sir John Hicks indicou, estamos cientes de uma certa ordem a qual temos em comum com uma enorme área que é a teoria biológica da evolução em que, nos testes rigorosos que John sugeriu ontem, pode também não ser considerada ciência, visto que não é capaz de fazer previsões específicas e o mesmo é verdade em nossa área.</p>
<p>Toda a inter-relação entre a teoria da evolução e outros relatos de existência e formação de estruturas complexas de interação tem uma história bastante complexa e paradoxal e irei me permitir, mesmo que atrase o tempo de minha palestra, dizer a vocês um pouco sobre a evolução histórica que em si mesma tem tido efeitos profundos sob nossa atitude sobre esses fenômenos. É claro que atualmente a aplicação da evolução a fenômenos sociais tem sido injustamente desacreditada quando cientistas sociais tiveram que aprender de Charles Darwin e desenvolveram algo conhecido como Darwinismo Social, como se a ideia de evolução fosse originalmente uma ideia das ciências biológicas, enquanto na verdade há uma tradição muito mais antiga de evolução no estudo da sociedade e pode ser demonstrado que foi Darwin que pegou isto emprestado das ciências sociais e não o contrário.</p>
<p>Há outra conexão profunda em que eu gostaria de dizer algumas palavras. A nossa atitude a todos os fenômenos sociais, particularmente nosso julgamento de várias concepções morais, está altamente conectada com uma tradição antiga que começa na antiguidade com Aristóteles, que nos deu uma concepção completamente a-evolucionária da instituição social e que através de sua influência em São Tomás de Aquino se tornou a atitude de grande parte do cristianismo na direção de tudo aquilo que constituía um crescente desenvolvimento da civilização,<i> </i>porque ele definiu como objetivo “<i>o</i><i> </i><i>que</i><i> </i><i>era</i><i> </i><i>necessário</i><i> </i><i>para</i><i> </i><i>preservar</i><i> </i><i>uma</i><i> </i><i>ordem</i><i> </i><i>existente?</i><i>”</i> sem nunca se perguntar a si próprio a questão<i> “se nosso dever é proteger o que já existe, como é que a humanidade foi capaz de se desenvolver tanto?”  </i>Foi até afirmado por um historiador econômico moderno que Aristóteles não poderia ter percebido o problema da evolução e a conexão do problema da evolução com uma economia de mercado operante porque no tempo em que ele viveu a economia de mercado, como nós a chamamos como um resultado da evolução, ainda não existia.</p>
<p>Em dois argumentos, eu posso dar a vocês provas bastante interessantes, pois minha afirmação que Aristóteles não tinha nenhum conceito de evolução que o preveniu de entender problemas sociais foi notavelmente confirmada por um dos maiores livros da história recente das ciências biológicas, um dos maiores da história de qualquer ciência moderna que eu recentemente me deparei, o livro de Ernst Mayr chamado “A Evolução do Pensamento Biológico”; no qual o autor, para a minha grande satisfação, já que isso tem sido parte de meu argumento há bastante tempo, explicitamente sustenta que essa ideia que o universo pode ter se desenvolvido de um estado original de caos em que organismos mais evoluídos evoluíram dos menos evoluídos era totalmente estranha aos pensamentos de Aristóteles, repito Aristóteles foi oposto à evolução de qualquer tipo.</p>
<p>Isso teve um efeito profundo em suas concepções sobre a sociedade que nós herdamos dele. Uma concepção, que eu sempre afirmo, foi boa, que serviu à preservação de instituições existentes, mas ele nunca se perguntou como a sua antiga Atenas dobrou de tamanho e teve um aumento da população; pelo contrário, ele detestava o mercado como muitos intelectuais fizeram. Mas eu darei somente outra ilustração de quão vivaz era o mercado naquele tempo através de um contemporâneo de Aristóteles, um desses escritores de comédia de seu tempo que somente fragmentos de sua obra foram preservados, mas esse em particular é especialmente divertido porque Sr. Euboulos, como era seu nome, teve até então a atitude comum dos intelectuais com assuntos comerciais, expressou seu desprezo pelo papel do mercado em poucas linhas que foram preservadas, em que ele nos diz:</p>
<blockquote><p>Você irá encontrar em Atenas<br />
coisas de todos os tipos e formatos para venda no mesmo lugar<br />
figos, oficiais de justiça, uvas, nabos, peras, maçãs, salsichas, testemunhas,<br />
favos de mel, rosas, nêsperas, grão-de-bico, água, relógios, murta, cordeiros,<br />
flores, leis, impeachments, ações judiciais, coalhada, ferrões de abelhas e as urnas.</p></blockquote>
<p>Em uma sociedade em que os comediantes podem fazer graça sobre o mercado desta forma claramente o mercado foi bastante ativo. Por que Aristóteles não viu isso e que efeitos isso teve? O fato é que naquele tempo a ideia de evolução quase não tinha ainda surgido em nenhum campo exceto dois. O insight original do homem sobre o fato de que suas instituições terem gradualmente crescido, não como resultado do design intelectual deliberado mas como um tipo de lenta tradição crescente, já existia em dois campos: direito e linguística. Ao menos os estudantes romanos de direito e linguística estavam completamente cientes que essas instituições não foram deliberadamente projetadas pela mente humana, mas cresceram por um processo de evolução. E isso era um conceito de evolução que se manteve nos próximos dois mil anos.</p>
<p>Mas no século 18 as coisas começaram a mudar. O primeiro exemplo marcante foi no começo do século dezoito quando um homem, um holandês morando na Inglaterra chamado Bernard Mandeville, começou a estudar a formação de instituições e já observou os quatro paradigmas de fenômenos ou fenômenos paradigmáticos, como eu prefiro os chamar: os dois clássicos, o direito e linguagem, mas  adicionado a eles a moral, o dinheiro e o mercado. David Hume foi um grande autor  que pegou a ideia de Mandeville e criou a tradição de filósofos escoceses e, particularmente relevante eu devo dizer, teve o insight profundo que as morais humanas não são projetadas pela razão humana, e um insight de dupla importância seguiu a ele que, se as morais humanas não foram projetadas pela razão humana, ele também concluiu que a razão científica não nos permite julgar as morais humanas.</p>
<p>Você nunca pode tirar conclusões morais através de declarações puramente objetivas. Uma ideia que hoje em dia é usualmente creditada a Max Weber, mas já desde o tempo de David Hume era bem estabelecida. Mas com relação a isso ele levantou o seguinte problema: “<em>nossas morais são realmente devido a quê?</em>”, e a sua conclusão foi que não é que a ciência não tem nada a dizer sobre a moral, mas que as perguntas que nós podemos fazer legitimamente são bastante limitadas. Uma questão que ainda podemos perguntar, que podemos demandar da ciência uma resposta, é “<em>quais são as morais que nós herdamos</em>?” e “<em>como foi que nós desenvolvemos essas morais e não outras</em>?”</p>
<p>E plenamente relacionada com isso, a segunda questão que também é uma questão científica: “<em>o que essas morais fizeram a nós</em>?” e “<em>qual tem sido o efeito na humanidade o desenvolvimento desse tipo particular de moral?</em>”. Áreas em que eu, como economista, tive que estudar, dignas de enorme importância, são as áreas dos costumes da propriedade, honestidade e confiança. Há regras morais que não são criação do design humano que em termos humanos nós não podemos dizer cientificamente se elas são boas ou ruins, ao menos que nós olhemos para elas do ponto de vista de que efeito elas tiveram no desenvolvimento da humanidade, na quantidade de humanos e suas civilizações.</p>
<p>Esta se mantém a questão básica. Ao mesmo tempo nós devemos estar cientes que a tradição antiga de propriedade solidária, ou como chamamos propriedade privada, é aquela parte da nossa moral que é a mais discutida e odiada. E isso é devido ao fato que ela realmente é uma tradição que não é nem natural no sentido de que é inata no nosso sentido físico nem artificial no sentido de ser deliberadamente feita pela razão humana. Porque, como os filósofos escoceses do século dezoito claramente entenderam, o homem nunca formou deliberadamente sua sociedade. De fato, quando nós olhamos para a história, nós vemos que essas tradições nunca justificadas racionalmente foram preservadas em uma variedade de grupos ou comunidades porque elas eram confirmadas por crenças sobrenaturais, não razões científicas, mas crenças que eu devo respeitosamente chamar rituais verdadeiros, que não são verdades no sentido da verdade científica, verdades demonstráveis, mas verdades no sentido que fazem os homens realmente fazerem o que era bom para eles, bom para eles no sentido de ajudá-los a manter um grande número deles mesmos, mesmo não sendo capazes de darem motivos reais do porquê eles deveriam seguí-las. Verdades que ficam entre os insights naturais que são inatos a nós e os insights racionais que nós construímos da nossa razão, mas que pertencem a uma área intermediária de tradição que é o resultado do produto de uma evolução seletiva, em muitas formas similar à evolução seletiva que teve uma teoria completa desenvolvida pela primeira vez por Charles Darwin e a escola darwiniana, mas então com funções fundamentalmente diferentes.</p>
<p>Eu me referi antes que foi uma grande infelicidade que cientistas sociais, cerca de 100 anos atrás, tiveram que pegar emprestado a ideia de evolução de Charles Darwin e pegaram emprestado junto o mecanismo particular que Charles Darwin, ou melhor neodarwinistas mais tarde, forneceram como explicação desse processo de evolução, que é bastante diferente do mecanismo de evolução cultural como eu costumo chamá-lo. Isso foi uma grande infelicidade e uma infelicidade bem desnecessária devido ao fato que, me parece, naquele tempo os cientistas sociais se esqueceram do que era uma tradição muito antiga em sua própria área e não estavam nem cientes que Charles Darwin desenvolveu suas ideias largamente aprendendo das ideias em outra área. Eu acredito que recentemente tem até sido mostrado que a ideia crucial veio à mente de Darwin em 1838 quando ele estava lendo&#8230; Qual livro? A <a href="http://www.libertarianismo.org/index.php/biblioteca/106-adam-smith/533-a-riqueza-das-nacoes">Riqueza das Nações</a> de <a href="http://www.libertarianismo.org/index.php/academia/arquivonovo/253-biografia/1039-adam-smith">Adam Smith</a>, que, é claro, é uma exposição clássica da ideia escocesa de evolução e parece ter sido uma influência decisiva até em Charles Darwin. Até mesmo Darwin admitiu que foi influenciado pela escola escocesa mas ele normalmente mencionava Malthus como uma influência que ele lembrava, mas as suas notas agora mostram que ele estava na verdade lendo naquele momento crítico o livro A Riqueza das Nações de Adam Smith.</p>
<p>O resultado é que esse primeiro grande sucesso em desenvolver uma teoria real de evolução primeiramente no campo da biologia fez as pessoas acreditarem que esse exemplo tinha que ser seguido. Eu devo inserir aqui outra ilustração de minha história em que eu só recentemente descobri, mas que talvez mais claramente que qualquer outra coisa confirma meu pressuposto básico que a concepção de evolução resulta do estudo da sociedade e foi tomada pelo estudo da natureza. Eu posso demonstrar facilmente que o termo “genética”, que hoje em dia é um termo exclusivo para evolução biológica, foi realmente inventado na Alemanha no século dezoito por homens como Herder, Wieland e Schiller e foi usado nos tempos modernos por Wilhelm von Humboldt muito tempo antes de Darwin.</p>
<p>As passagens de Humboldt são tão interessantes que eu devo até citar um de seus trechos de 1836, sobre o fato que a definição de linguagem pode somente ser de origem genética, e ele continua argumentando que a formação da linguagem sucessivamente através de vários estágios como a origem de fenômenos naturais é claramente um fenômeno de evolução, e tudo isso estava pronto na teoria da linguagem trinta anos antes de Darwin aplicar isto às ciências naturais. Ainda assim isso tem sido esquecido ou ao menos ignorado, fora os dois casos clássicos do direito e da linguagem, e eu posso agora adicionar a economia, incluindo o mercado e o dinheiro. E quando foi reintroduzido pelos darwinistas sociais todas as partes da explicação do mecanismo também foram levadas em consideração.</p>
<p>Então minha próxima tarefa será distinguir claramente o que as teorias sociais da evolução e as teorias biológicas de evolução têm em comum e o que elas não têm em comum. Nós devemos começar com as diferenças mais importantes antes de eu focar nas similaridades cruciais e bastante relacionadas entre as duas teorias. As diferenças são as seguintes e serão focadas na maneira do mecanismo da evolução biológica dada pelos neodarwinistas. Darwin não estava muito convencido acerca de alguns destes pontos, particularmente do primeiro ponto, devo mencionar. A evolução cultural depende totalmente da transmissão de características adquiridas, exatamente o que é excluído por completo da evolução biológica moderna. Se for para comparar a evolução cultural com a evolução biológica, nós deveríamos comparar com a teoria Lamarckiana ao invés da teoria Darwiniana. Número dois: a transmissão de hábitos e informação de geração para geração na evolução cultural não é somente passada para ancestrais físicos dos ascendentes físicos, mas no caso da evolução cultural todos os nossos antecessores podem ser nossos ancestrais e toda a próxima geração pode ser nossa sucessora. Não é um processo precedente de pais físicos para filhos físicos, mas procedendo de uma maneira totalmente diferente.</p>
<p>Em terceiro lugar, e ainda mais importante, o processo de evolução cultural indiscutivelmente se baseia não na seleção de indivíduos, mas na seleção de grupos. Os biólogos ainda discutem, eu creio, qual o papel da seleção de grupo na evolução biológica. Não há dúvidas que na evolução cultural a seleção de grupo foi o problema central, onde grupos desenvolveram certos tipos de hábitos, até certos tipos de complementaridades entre diferentes hábitos no mesmo grupo, em que os grupos decidem a direção da evolução cultural e neste aspecto a evolução cultural é fundamentalmente diferente da evolução biológica. Isso implica no que eu devo chamar talvez de quarta diferença, que a transmissão da evolução cultural não é uma característica inata, mas é tudo que aprendemos no processo de crescimento. A contribuição da evolução natural a isso é um período longo de adolescência do homem em que dá a ele uma longa chance de aprender, mas o que é transmitido na evolução cultural é falado ou aprendido pela imitação. Isso tem produzido uma estrutura imaterial de crenças e opiniões que recentemente Sir Karl Popper tem dado o nome de mundo três, uma riqueza de estruturas que existem em todo e qualquer momento somente porque elas são conhecidas por uma grande quantidade de pessoas, mas que ainda, apesar de seu caráter imaterial, pode ser passada adiante de geração para geração. E finalmente, a evolução cultural, por não depender de variações acidentais em sua seleção mas nos esforços deliberados dos que a contribuem, é infinitamente mais rápida que a evolução natural. Que neste tempo de vinte mil ou talvez quarenta mil anos que a civilização moderna cresceu, o homem pudesse se desenvolver tudo isso que se desenvolveu pelo processo de evolução biológica está totalmente fora de questão. Neste contexto a velocidade muito maior da evolução cultural é decisiva.</p>
<p>Neste ponto você deve se perguntar se resta alguma similaridade entre elas, já que parecem ser tão diferentes. Há duas similaridades fundamentais entre as duas e justificam até certo ponto a aplicação do mesmo nome “evolução”. A primeira é que o princípio de seleção é o mesmo na evolução biológica e na evolução cultural. O que está sendo selecionado é o que contribui para auxiliar o homem na sua multiplicação. Auxilia o homem a crescer em quantidade. Assim como aquelas propriedades físicas que ajudam os indivíduos a sobreviver, aquelas propriedades culturais que estão sendo selecionadas são aquelas que ajudam o grupo que as têm adotado a multiplicar-se mais rápido que outros grupos, desta forma gradualmente deslocando e tomando o lugar de outros grupos. E há uma segunda semelhança que é muito importante, mas geralmente não entendida e pode até mesmo surpreender vocês à primeira vista quando eu mencioná-la a vocês. Ambas a evolução biológica e evolução cultural não conhecem nenhuma lei de evolução. Leis de evolução no sentido de estágios necessários que o processo tem que passar. Esse é um conceito totalmente diferente de evolução alegado por Hegel, Marx e pensadores similares, que afirmaram que descobriram leis ou sequências de estágios que o processo evolucionário deve passar.</p>
<p>Não há nenhuma justificativa para tal afirmação. Muito pior, ela está em conflito com as outras ideias de evolução. Tanto a evolução biológica e a evolução cultural consistem em um mecanismo de adaptação a eventos futuros desconhecidos. Se isso é uma adaptação a eventos futuros desconhecidos, é totalmente impossível nós podermos conhecer as leis de evolução pois este desenvolvimento é por definição determinado por eventos que nós não podemos prever e não conhecemos.</p>
<p>E isso me leva ao que deveria ter sido meu tema central, mas para o qual eu temo não termos tanto tempo agora como eu gostaria de ter: qual é o tema essencial da evolução cultural a que eu atribuo tanta importância? Como eu indiquei antes, há duas características gerais que todas as civilizações que têm sobrevivido e expandido possuíram até agora e contra quais todos os revolucionários têm em todas as épocas protestado: a tradição da propriedade privada, ou como eu prefiro chamar propriedade solidária, e a tradição da família. Eu não tenho tempo aqui para considerar adiante a tradição da família. Seria um problema muito mais difícil, porque eu acredito que há mudanças no nosso conhecimento atual que provavelmente conduzirão a mudanças fundamentais na tradição da família. Então eu irei me restringir totalmente à proposição da propriedade privada, que  é a tradição que por cerca de dois mil anos todos os revolucionários direcionaram seus esforços contra.</p>
<p>Praticamente todos os reformistas religiosos, com algumas poucas exceções, inventaram novas religiões que aboliram a propriedade solidária e também geralmente a família, mas nenhum desses reformistas ou nenhuma dessas religiões revolucionárias que constantemente apareceram já duraram mais de cem anos. E eu acho que a mais recente desse tipo, que nós também devemos considerar como um tipo de religião oposta à propriedade e à família, é o comunismo, que ainda não durou por cem anos e eu tenho muitas dúvidas se irá chegar aos cem anos. Mas todas as grandes religiões que chegaram a se expandir e têm se mantido em uma parte crescente do mundo têm possuído essas duas coisas em comum, que elas afirmam a propriedade privada e a família. Não somente as três religiões monoteístas como também as duas ou três grandes religiões orientais, todas concordam com essas duas características, e minha tese é que porque elas afirmam e preservam essas tradições nos seus grupos que esses grupos foram selecionados para uma expansão por tempo indeterminado, porque elas tornaram possível a multiplicação de pessoas que obedeceram a regras morais ditadas por elas.</p>
<p>Tais religiões foram indispensáveis porque se for verdade, o que é a minha tese principal e inicial, que os costumes da propriedade privada e da família não são naturais no sentido de inatas nem racionais no sentido de projetadas, a explicação de “por que um grupo deveria ficar preso por tempo suficiente a um hábito, a fim de dar ao processo a chance dele se expandir e selecionar” foi um grande problema, e que apenas os grupos que por longos períodos acreditavam no que eu devo chamar de “verdades simbólicas” puderam se expandir. Somente tradições que obtiveram sucesso em fazer valer certas verdades simbólicas estariam em condições de manter regras morais cujas vantagens os membros do grupo nunca entenderam. Isso implica que a formação da instituição da propriedade privada não foi devido ao fato de que uma menor proporção de uma população conseguia ver como a propriedade privada a beneficiava e defendia seus interesses. Na verdade, porque havia um número ainda maior que apoiava essas crenças é que tornou a formação da instituição da propriedade privada possível, devido a crenças religiosas que ensinaram isso a eles.</p>
<p>Foi isso que eu quiz dizer quando falei: nós devemos a formação da civilização à crenças que em nossa opinião moderna não consideramos mais como verdades em que não são verdades no sentido científico, verdades científicas, mas que, no entanto, foi uma condição para a maioria da humanidade se submeter a regras morais, cujas funções a humanidade não entendia e nunca poderia explicar e que de fato todos os racionalistas críticos muito em breve considerariam um absurdo.</p>
<p>Por que as pessoas devem respeitar a propriedade privada se essa propriedade privada parece beneficiar somente as poucas pessoas que a tem? Nas sociedades que muito em breve existiriam em números muito maiores do que as sociedades primitivas agrícolas, que ainda eram maioria e que possuíam os instrumentos de produção, isso criou uma situação que é historicamente muito interessante. A humanidade realmente deve sua civilização à crenças em que no sentido científico eram crenças falsas, e, além disso, à crenças que o homem odiava porque, eu não tenho muitas dúvidas, que se minha tese for verdadeira a humanidade foi civilizada por um processo que foi intensamente odiado por ser feito por humanos para se submeterem a regras que os humanos não conseguiam entender e nem gostavam, mas eu acredito que isso é totalmente verdade. E eu acredito que antes do nascimento das ciências econômicas, antes do século dezoito começar a explicar por que as sociedades de mercado puderam surgir somente na base da instituição da propriedade privada, que seria impossível para a humanidade até multiplicar-se como fez. E igualmente, foi somente no século dezoito, essencialmente com David Hume, Adam Smith e seus contemporâneos, que viram claramente que foi o mecanismo de seleção em que aqueles grupos que eram selecionados graças a instituição da propriedade privada eram capazes de se multiplicar mais rápido que outros.</p>
<p>Isso é claro um critério que novamente tem sido bem impopular e que somente alguns economistas compreenderam. Atualmente a atitude geral é pensar que a multiplicação da humanidade é uma grande infortúnio e que nada temos a temer mais que a multiplicação muito rápida da humanidade.  Nós estamos constantemente pintando o horror de uma sociedade num futuro próximo que será uma sociedade somente de “lugares em pé”.</p>
<p>Há várias coisas a serem ditas sobre isso. Eu devo resumir ou isso poderia ser o assunto de outra palestra bastante interessante. A primeira coisa é que o medo de um aumento da população levando ao empobrecimento é totalmente infundado, e nunca aconteceu na história que um aumento da população levou as pessoas a ficarem pobres. A falsa impressão é devido ao fato que o conceito de pobre e rico é mencionado em termos de médias não em termos de indivíduos. É verdade que o progresso econômico baseado na propriedade privada e na divisão de trabalho gera um maior aumento da riqueza do pobre que do rico, e como resultado as rendas médias podem portanto cair como um resultado do aumento da população mas ninguém tornou-se mais pobre por essa razão. Somente significa que o pobre cresceu mais que o rico e que, portanto, a média foi levada pra baixo, mas ninguém foi empurrado pra baixo pelo resultado deste desenvolvimento. A explicação disso, tanto dos acertos e dos erros, é proveniente em grande parte de Malthus, que dizia que com um aumento da população humana o trabalho deve gerar menores rendimentos.</p>
<p>Isso pode ser verdade em um mundo como o que Malthus estava pensando, em que o trabalho humano era uniforme e todas as pessoas ou quase todas estavam trabalhando na agricultura e em tal sociedade o aumento da população pode gerar uma redução do produto por unidade de trabalho. Mas o grande benefício de um aumento da população foi que tornou possível uma diferenciação constante das atividades humanas. Um aumento da quantidade de homens não é um aumento no número de um fator de produção, é um aumento constante de novos, adicionais e diferenciados fatores de produção que em colaboração podem produzir muito mais. Parece-me, portanto, que o aumento da população gera um aumento da civilização e traz rendimentos maiores ao invés de menores.</p>
<p>Deixe-me repetir. Não há evidência em nenhum momento da história que um aumento da população levou a um empobrecimento real da população existente. Há dois ou três casos especiais que eu devo mencionar. Tem, é claro, acontecido que quando outras circunstâncias destróem a fonte de renda que tornou um aumento da população possível resulta-se em uma grande pobreza. O caso clássico é a Irlanda no século dezenove, que aumentou sua população para algo em torno de quatro vezes o que tinha antes, mas quando a doença da batata destruiu a fonte de renda gerou-se o resultado que esse aumento crescente da população não pode mais ser nutrido. Outro caso que nós devemos considerar separadamente e que eu acho que deveria dar-nos motivos para sérias reflexões, que estamos agora criando casos onde há um aumento da população local que não é devido a um aumento da população  por mais produção mas por causa da ajuda estrangeira e nestes casos, provavelmente, nunca haverá espaço ou alimento para uma maior população nacional nesses lugares.</p>
<p>Eu posso lhe dar como exemplo o caso muito citado da região logo ao sul do Saara, as regiões chamadas de Sahel, que claramente não são capazes agora de alimentar a sua população e que somos exortados a ajudar, a alimentar, com o resultado que nós causamos seus novos aumentos de população que serão a nossa responsabilidade, porque pelo que sabemos, elas nunca terão uma oportunidade em sua própria região para produzir o suficiente. Eu acho que isso levanta problemas extremamente sérios para a nossa atual política de ajuda a alguns países subdesenvolvidos.</p>
<p>Tudo isso muda o curso de nossa atitude para a política estrangeira de muitas outras maneiras, mas o crucial ainda é a necessidade e a condição essencial para a instituição da propriedade solidária e particularmente nos meios de produção como um instrumento indispensável de preservar a população atual da humanidade. Nos é dito, pelo menos oficialmente, para acreditar no oposto. Acredita-se que é pela abolição da instituição da propriedade solidária que, não só ainda pode-se manter a população presente, mas que podemos mantê-la melhor do que atualmente. Se o que estou dizendo está correto, eu só poderia sugerir que a propriedade solidária é a base indispensável da utilização de conhecimentos dispersos sobre a qual repousa a economia de mercado. Isso significa que o ponto de vista oposto, principalmente aquele representado pelo comunismo, não iria conduzir a uma melhoria da população, mas provavelmente faria com que aproximadamente metade da população atual mundial morresse. Temos várias ilustrações significativas disto. Um grande número de países que eram grandes exportadores de alimentos quando eram operados por uma economia de mercado, não só a Rússia mas também Argentina e outros, agora já não conseguem mais manter a sua própria população, que não aumentou muito, que cresceu pouco em relação a população do Ocidente.</p>
<p>Mas a conclusão final é, portanto, o que parece ser uma conclusão política, uma conclusão sobre as conseqüências dos dois sistemas alternativos de ética a que as duas metades do mundo são adeptas. Que podemos manter até mesmo a população atual do mundo apenas com base em que todo o sistema da economia de mercado apóia, sobre a propriedades solidária como instrumento de produção e que a sua supressão levaria a uma grande proporção da humanidade morrendo de fome. Isso me parece um resultado indesejável. Mesmo que um cientista não tenha permissão de chamar algo de indesejável, eu posso dizer que seria um resultado que a maioria das pessoas não desejariam se soubessem disso. E a última conclusão que eu vou fazer, mesmo correndo o risco de desacreditar totalmente esta reunião gloriosa de cientistas aqui, é que a opinião contrária, que acredita que podemos fazer melhor na manutenção da população atual do mundo pela abolição da propriedade solidária é bem intencionada, mas muito tola.</p>
<hr />
<p style="text-align:center;"><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://direitasja.com.br/2013/03/09/conservadorismo-darwiniano/" target="_blank">Conservadorismo Darwiniano</a></li>
<li><a href="http://direitasja.com.br/2012/11/15/e-possivel-um-ateu-ser-conservador-e-vice-versa/" target="_blank">É possível um ateu ser conservador (e vice-versa)?</a></li>
</ul>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9348/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9348&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O ciclo vicioso dos impostos e a falta que nos faz uma oposição real</title>
		<link>http://direitasja.com.br/2013/05/19/o-ciclo-vicioso-dos-impostos-e-a-falta-que-nos-faz-uma-oposicao-real/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 02:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Participei recentemente de encontro sobre infraestrutura logística no município onde resido e tenho parte de meus negócios. Haviam representantes políticos &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/19/o-ciclo-vicioso-dos-impostos-e-a-falta-que-nos-faz-uma-oposicao-real/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9525&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Participei recentemente de encontro sobre infraestrutura logística no município onde resido e tenho parte de meus negócios. Haviam representantes políticos municipais, estaduais e federais, sendo a grande maioria da nossa &#8220;oposição&#8221; ao regime PTista.</p>
<p>O encontro foi muito produtivo em relação aos objetivos citados, o que me chamou a atenção diz respeito a questão tributaria nacional durante uma menção feita por um dos participantes.</p>
<p>Durante algumas falas que surgiram puxadas pelo debate mas que não tinham relação direta com o assunto infraestrutura, notei que parecia haver uma certa confusão na logica sobre os impostos, uma confusão não proposital.</p>
<p>Um grupo de produtos básicos no Brasil que tem em media 34% de impostos incidentes, nos países desenvolvidos tem em media 6%, sendo que muitos o imposto é zero.</p>
<p>Ate ai tudo OK, infelizmente temos toda essa carga tributaria que não retorna aos contribuintes na forma que deveria de acordo com a finalidade dos mesmos.</p>
<p>A partir dai percebi um certo &#8220;caos de ideias claras&#8221;.</p>
<p>Obviamente foi dito que é necessário desonerar a carga tributaria, sem isso estamos seguindo o claro caminho da falência como ocorre com todas nações onde o socialismo esta em estado avançado.</p>
<p>Agora como cortar impostos sem cortar gastos estatais? A matemática nos mostra que a conta não fecha, resultando no que disse acima. Cortar impostos de setores específicos &#8220;agraciados&#8221; pelos interesses escusos de certos políticos não reduz os impostos pagos pela população, apenas muda o peso dos impostos em grupo de produtos ou serviços que é transferido para outro grupo, pois o governo precisa compensar a perda de receita, já que não há corte de gastos. Muito pelo contrario, ainda há aumento de gastos, esta ai o trigésimo nono ministério inútil recém lançado para comprar apoio do mais novo partido fisiológico da nação.</p>
<p>Se a conta não fecha, o resultado é negativo, prejuízo, endividamento, falência. Não existe &#8220;almoço grátis&#8221; em lugar nenhum do mundo, tudo teve um custo que é repassado dentro da cadeia econômica e social. É no mínimo incoerente aos meus olhos falar ao mesmo tempo de cortes de impostos e ao mesmo tempo falar em o estado fornecer um bem ou serviço &#8220;gratuitamente&#8221; a uma parcela população, visto que esse produto teve custos ao longo da cadeia produtiva ate chegar no consumidor, nesse caso o estado que repassa a população. Como o estado por si próprio não gera riqueza, depende da arrecadação tributaria para custear essas e outras despesas, e já conhecemos bem a &#8220;eficiência estatal&#8221; atuando nesses setores.</p>
<p>Ou seja, todos nós, os contribuintes pagaram por esse produto/serviço, então é ilógico falar em gratuidade, vendo que todo contribuinte pagou por isso e esses custos acabam sendo repassados nos próprios produtos e serviços que consumimos, que no nosso sistema tributaria em cascata, se torna ainda mais nefasto.</p>
<p>Não é possível criar categorias especiais que vão receber do estado benefícios assistencialistas &#8220;gratuitamente&#8221;. Alguém estará pagando por isso, como explicou Adrian Rogers:</p>
<blockquote><p>Quando a recompensa é grande, ele disse, &#8220;o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.</p>
<p>É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.</p></blockquote>
<p>A ditadura politicamente correta, [consequência da hegemonia politica esquerdista no país, onde monopolizaram a imprensa, a cultura e o ensino em geral, para chegar ao poder e EXTIRPAR QUALQUER OPOSIÇÃO IDEOLÓGICA REAL AO ESQUERDISMO], teve sucesso em conseguir criar a farsa de que certos assistencialismo são realmente gratuitos aos olhos de muitos Brasileiros, empresários, políticos, profissionais liberais, assalariados, etc. pessoas que teriam e ou tem capacidade e discernimento.</p>
<p>Realmente acreditam que algo saia de graça e repetem isso com certa confiança, porem a ciência exata não permite que mesmo com confiança, o caos de ideias claras transpareça.</p>
<p>Com isso parece que poucos conseguem ver que a melhor forma dessas pessoas terem acesso as esses produtos e serviços é justamente o enxugamento do estado que resultaria em menores gastos e menos impostos para sustentar a maquina publica, deixando mais dinheiro no bolso do cidadão que teria preços bem mais acessíveis sem os tributos em cascata, a burocracia, os monopólios estatais que são a causa corrupção que &#8220;todos tanto abominam&#8221;, <strong>sendo que isso se torna um ciclo vicioso e do contrario teríamos um ciclo virtuoso. Uma bola de neve que aumenta geometricamente, pois quanto mais o estado gasta, mais o setor produtivo perde em competitividade, negócios vão a falência resultando em desemprego, o mercado se concentra diminuindo a concorrência que encarece os produtos/serviços e com mais desemprego, mais dependentes o estado terá, recomeçando o ciclo vicioso ate a falência total da nação.</strong></p>
<p>Os governos de esquerda dependem fundamentalmente dessa formula para se perpetuar no poder e eliminar a oposição. No caso o Brasil o PT e seus partidos satélites usam o logica de fomentar a dependência estatal fazendo algumas concessões capitalistas, de acordo com a linha adotada pelos comunista na China.</p>
<p>Assim conseguem retardar a falência da nação, mantendo sob controle os setores produtivos que sustentam a economia, com praticas de todos os tipos como terrorismo praticado pelo MST, Funai e congeneres entre outras. E &#8220;alimentam&#8221; a outra ponta da corda com politicas assistencialistas e populistas promovendo a luta de classes em troca de votos.</p>
<p>Para &#8220;ilustrar&#8221;, segue o resultado dos programas &#8220;gratuitos&#8221; na Venezuela: <a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/maduro-o-papel-higienico-as-ameacas-as-mentiras-e-a-verdade-dos-numeros/" rel="bookmark">Maduro, o papel higiênico, as ameaças, as mentiras e a verdade dos números.</a></p>
<h3><a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/contradicoes-nativas-ou-geleia-geral/">“No Brasil, prostituta se apaixona, traficante cheira, cafetão tem ciúme, cristão é comunista, empresário é socialista, e oligarca se emociona.&#8221;</a></h3>
<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/pensamento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9530" alt="pensamento" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/pensamento.jpg?w=529&#038;h=398" width="529" height="398" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9525/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9525&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Estado paralelo Indígena</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 21:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos lá, os absurdos não param. Tenho certeza que a maioria desconhece o fato que os Indígenas cobram pedágio nas &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/17/estado-paralelo-indigena/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9515&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá, os absurdos não param. Tenho certeza que a maioria desconhece o fato que os Indígenas cobram pedágio nas estradas que cortam as reservas.</p>
<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/253214_653348164691375_667486157_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9516" alt="253214_653348164691375_667486157_n" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/253214_653348164691375_667486157_n.jpg?w=529&#038;h=396" width="529" height="396" /></a>Esta ai estão os comprovantes, os ditos índios, que &#8220;ganharam&#8221; a terra do Estado, mesmo estado que tirou a área de um proprietário legitimo, sendo que nos pagamos por isso, mas o proprietário de terra dada aos índios não recebe nada, índios que também são sustentados com nossos impostos, já que os mesmos não produzem nada e ainda são inimputáveis perante a lei (podendo matar, estuprar e roubar que nada acontecera) cobram pedágio sem prestar nenhum serviço referente ao mesmo. Pedágio faz parte da cultura Indígena?</p>
<p>Vejam o relato completo de quem vivenciou a situação: <a href="http://wp.clicrbs.com.br/brasildebombachas/2011/01/30/o-pedagio-indigena/" target="_blank">O pedágio indígena</a></p>
<h1><a href="http://www.expedicaovillasboas.com.br/evb/noticias/35-indios-querem-oficializar-pedagio.html" target="_blank">Índios querem oficializar pedágio</a></h1>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9515/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9515/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9515&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Educação na Idade Média, preservação e consolidação dos saberes</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 21:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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		<category><![CDATA[Igreja Católica e a educação]]></category>
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		<category><![CDATA[sete artes liberais]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Woods Jr.]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alessandro Barreta Garcia. Contribuição espontânea enviada por e-mail. Publicado originalmente no blog do Movimento Aliança Cidadã. Para ler o &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/17/educacao-na-idade-media-preservacao-e-consolidacao-dos-saberes/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9431&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;" align="center"><em>Por Alessandro Barreta Garcia. Contribuição espontânea enviada por e-mail. Publicado originalmente no blog do <a href="http://aliancacidada.wordpress.com/" target="_blank">Movimento Aliança Cidadã</a>. Para ler o artigo original, <a href="http://aliancacidada.wordpress.com/2013/04/15/educacao-na-idade-media-preservacao-e-consolidacao-dos-saberes/" target="_blank">clique aqui</a>.<br />
</em></p>
<p style="text-align:left;" align="center"><img class="aligncenter" alt="" src="http://img20.imageshack.us/img20/621/philomediev.jpg" width="800" height="740" /></p>
<p>Muito se escuta no senso comum, bem como em livros didáticos<a title="" href="https://blu177.mail.live.com/mail/17.0.6156.0403/Compose/RteFrameResources.aspx?ch=8824048901591138608&amp;mkt=pt-br#_ftn1" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">[1]</span></a>, que a Idade Média se traduziu em um período estático e educacionalmente restrito aos dogmas religiosos. Entretanto, já apresentamos inclusive que em elação a educação das mulheres, muitas das informações que recebemos são absolutamente refutáveis<a title="" href="https://blu177.mail.live.com/mail/17.0.6156.0403/Compose/RteFrameResources.aspx?ch=8824048901591138608&amp;mkt=pt-br#_ftn2" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">[2]</span></a>. Quanto à imutabilidade da educação, nada é mais falso.</p>
<p>Dessa forma, e na contramão das ideologias alienantes, a Idade Média foi o período que mais contribuiu para a consolidação de um ideário educacional essencialmente racionalista, e não absolutista. Tal tipo de educação, não nos parece mais ser considerado importante, sobretudo, em países com os piores índices educacionais do planeta. Como exemplo o Brasil, pois, certamente nos falta a razão.</p>
<p>Uma das grandes bases de uma educação sólida e eficiente é seu caráter mais ou menos estático, imutável e estabilizador. Qualquer país com o mínimo de formação intelectual reconhece tal premissa. Os que não reconhecem são aqueles que não compartilham das melhores posições nos testes internacionais. Por isso, defendem o indefensável, contrariam a lógica, e apenas se afundam no mais triste tipo de educação, o progressista e irracional. Esse tipo já foi discutido anteriormente<a title="" href="https://blu177.mail.live.com/mail/17.0.6156.0403/Compose/RteFrameResources.aspx?ch=8824048901591138608&amp;mkt=pt-br#_ftn3" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">[3]</span></a>.</p>
<p>Afinal, que tipo de educação ocorria na Idade Média?</p>
<p>Com os chamados pais da Igreja, fase patrística dos já chamados padres, observamos aqueles que foram os primeiros a refletir, discutir e formalizar os dogmas, essa era a chamada fase inicial da Igreja. Tinham alguns deles o contato imediato com os apóstolos. Nessa época surgem as cartas por Clemente de Alexandria (primeiro grande educador cristão), as discussões dialéticas sobre as heresias dentro da Igreja, destacando Minúcio Félix e Santo Irineu, e ganhando seu caráter cientifico com Tertuliano, Clemente de Alexandria e Orígenes (defensor da educação das mulheres assim como São Jerônimo). Com o Édito de Milão em 313 por Constantino, o Cristianismo passou a se ampliar significativamente. A fase patrística se estendeu do séc. V ao séc. VIII. Essa era para Cambi (1999), a <i>paideia</i> cristã. Nesse período, uma série de embates dialéticos tomava conta do ambiente educacional, e certamente contribuíram muito para o desenvolvimento das técnicas de um bom debate. O fruto desse ambiente será certamente a escolástica.</p>
<p>Como bem nos lembra Woods Jr (2008):</p>
<blockquote><p>Como educadora da Europa, a Igreja foi a única luz que sobreviveu às constantes invasões bárbaras dos séculos IV e V e, nos séculos IX e X, às mais devastadoras ondas de ataques, desta vez dos vikings, magiares, mulçumanos&#8230; (WOODS JR, 2008, p. 21-22).</p></blockquote>
<p>A Igreja enquanto administradora, educadora e moralizadora da Idade Média, foi capital para a reconstrução e o aprimoramento do conhecimento, bem como da arte de civilizar. Nesse sentido, foram os mosteiros que legaram a nós os benefícios de uma civilização culta. O estudo se dava a partir do latim, literatura, gramática, dialética e retórica. Deve-se ainda aos beneditinos a organização final das sete artes liberais: gramática, dialética, retórica aritmética geometria, astronomia e música.</p>
<p>Observa-se entre os monges o ideal educacional disciplinado. Neste ideal, era possível ser copista, uma espécie de continuador das tradições, um herdeiro do conhecimento, pelo qual deveria possibilitar ao próximo o acúmulo e preservação da informação. Essa conservação foi inestimável, ou até inigualável. Ademais, o sistema de trocas e intercâmbio de cópias entre ordens era além de necessário, fundamental para conservar o legado histórico até aquele momento. Como legado, imprescindível até nossos dias.</p>
<p>Isto explica porque a educação sob uma perspectiva tradicional, rígida em alguns momentos, imutável sobre determinados aspectos e mais ou menos estável, é fundamento para uma transmissão sólida e eficaz dos conhecimentos. Já quando uma sociedade nega essa premissa, nega a racionalidade, e contrapõe-se a conservar conhecimentos acumulados ao longo da história, só há um resultado. E esse resultado o Brasil já conhece, pois, nos encontramos entre últimas colocações nos testes internacionais ou uma das piores posições do mundo no requisito educação. Como melhorar? Olhe para o passado. Conserve, melhore ou aprimore o que já foi bom. Sem conservar as coisas boas do passado, nenhum presente será sólido, justo e bom.</p>
<hr />
<p><b>Referências:</b></p>
<p>CAMBI, F. <b>História da pedagogia.</b> Tradução: Álvaro Lorencini – São Paulo: Fundação Editora da UNESP (FEU), 1999.</p>
<p>WOODS JR., T E. <b>Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental.</b> Trad. Èlcio Carillo; rev. Emérico da Gama. &#8211; São Paulo: Quadrante, 2008.</p>
<hr />
<p><b>Notas:</b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/13904-doutrinacao-ideologica-escolar-apostila-objetivo-2012.html" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">[1] Mídia Sem Máscara -  Doutrinação Ideológica Escolar: Apostila Objetivo 2012.</span></a></li>
<li><a href="http://aliancacidada.wordpress.com/2012/06/12/idade-media-e-o-ensino-das-mulheres/" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">[2] Movimento Aliança Cidadã &#8211; Idade Média e o ensino das mulheres</span>.</a></li>
<li><a href="http://aliancacidada.wordpress.com/2012/11/24/educacao-brasileira-e-a-inutilidade-do-construtivismo/" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">[3] Movimento Aliança Cidadã &#8211; Educação brasileira e a inutilidade do construtivismo.</span></a></li>
</ul>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9431/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9431&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Maioria dos americanos dizem que armas tornam as casas mais seguras</title>
		<link>http://direitasja.com.br/2013/05/17/maioria-dos-americanos-dizem-que-armas-tornam-as-casas-mais-seguras/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 16:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Porte de armas]]></category>

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		<description><![CDATA[O fracasso das propostas populares sobre armas no Senado quarta-feira afirmou &#8211; ainda na esteira da Newtown tiroteios &#8211; a rigor das &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/17/maioria-dos-americanos-dizem-que-armas-tornam-as-casas-mais-seguras/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9495&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.washingtonpost.com/politics/gun-control-overhaul-is-defeated-in-senate/2013/04/17/57eb028a-a77c-11e2-b029-8fb7e977ef71_story.html">fracasso das propostas <a href="http://www.washingtonpost.com/politics/gun-control-overhaul-is-defeated-in-senate/2013/04/17/57eb028a-a77c-11e2-b029-8fb7e977ef71_story.html">populares</a> sobre armas no Senado quarta-feira</a> afirmou &#8211; ainda na esteira da Newtown tiroteios &#8211; a rigor das políticas sobre o assunto.</p>
<p>Perdido em meio ao debate esta o fato de que pela primeira vez a maioria dos americanos dizem que ter uma arma em casa torna o local mais seguro para viver, de acordo com uma  <a href="http://www.washingtonpost.com/page/2010-2019/WashingtonPost/2013/04/16/National-Politics/Polling/release_226.xml">nova pesquisa do Washington Post-ABC News.</a>  por uma ampla margem de 51-29 por cento, mais pessoas dizem que uma arma em casa torna o local mais seguro ao invés de mais perigoso.</p>
<p><a href="http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/files/2013/04/gunsafer.jpg"><img alt="gunsafer" src="http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/files/2013/04/gunsafer.jpg" width="650" height="501" /></a></p>
<p>Isso é uma inversão quase completa de uma pesquisa do instituto Gallup em 2000, quando o público estava dividido 35 contra 51 por cento dizendp que armas tornam a casa mais segura ou mais perigoso.</p>
<p>Pessoas com armas em suas casas lideram o ranking divulgado sobre os benefícios de segurança trazidos: 75 por cento dizem que a casa se tornou mais segura, em comparação com apenas 30 por cento das pessoas sem nenhuma arma em casa que dizem a mesma coisa.</p>
<p>Aqueles que pensam que as armas tornam a casa mais segura priorizam os direitos constitucionais referentes as armas sobre novas leis de armas por uma margem de 2 para 1. Mas para os que pensam que armas tornam a casa mais perigosa, a maioria prioriza novas leis para limitar a violência armada em detrimento a proteção dos direitos de arma constitucionais, em 82 a 12 por cento.</p>
<p>A coalizão gun-safety é liderada pelos republicanos, com cerca de sete em cada 10 dizendo que as armas tornam a casa mais segura. Conservadores, homens brancos e sulistas são amplamente favoráveis ​​à ideia de que as armas tornam as casas mais seguras.</p>
<p>Aqueles que não vêm armas adicionando segurança etsão previsivelmente do outro lado do corredor político &#8211; principalmente os democratas, progressistas e aqueles com ensino superior.</p>
<p><a href="http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/files/2013/04/Gunsafer-sorted.jpg"><img alt="Gunsafer classificadas" src="http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/files/2013/04/Gunsafer-sorted.jpg" width="588" height="664" /></a></p>
<p><a href="http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/wp/2013/04/18/majority-of-americans-say-guns-make-homes-safer/" target="_blank">Por Scott Clement e Peyton Craighill, publicado 18 de abril de 2013 às 10:57</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9495/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9495/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9495&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">gunsafer</media:title>
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			<media:title type="html">Gunsafer classificadas</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Difamação contra o agronegócio vai continuar</title>
		<link>http://direitasja.com.br/2013/05/16/difamacao-contra-o-agronegocio-vai-continuar/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito por Luis Lopes Diniz Filho &#124; 10 Junho 2010 Artigos &#8211; Educação Professores ignorantes, deslumbrados com o discurso de &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/16/difamacao-contra-o-agronegocio-vai-continuar/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9409&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Escrito por Luis Lopes Diniz Filho | 10 Junho 2010<br />
Artigos &#8211; Educação</p>
<p><em>Professores ignorantes, deslumbrados com o discurso de organizações maoístas como o MST, não abrem mão de suas convicções, mesmo quando constantemente refutados por dados estatísticos. </em></p>
<p>O agronegócio é o setor de atividade que vem sofrendo os piores e mais injustificados ataques por parte de amplos setores da imprensa e do sistema de ensino, sem falar nos ditos &#8220;movimentos sociais&#8221;. Já participei de duas mesas redondas sobre agricultura, em eventos dirigidos a pesquisadores e professores, e procurei refutar as visões distorcidas que vêm sendo divulgadas sobre o assunto. Os dados estatísticos e a bibliografia que utilizei para elaborar tais refutações podem ser consultados no artigo <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCsQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fpeople.ufpr.br%2F~diniz%2FArtigos%2FENGA%2520-%2520Agricultura%2520e%2520mercado%2520no%2520Brasil.doc&amp;ei=6Z-NUay4JZC00AHdz4D4Aw&amp;usg=AFQjCNFJNMuta7StYyWqWjMI3NydsF6ZnQ&amp;sig2=f8fd0KvIROqzDwOHABZvwQ&amp;bvm=bv.46340616,d.dmQ&amp;cad=rja" target="_blank">Agricultura e Mercado no Brasil</a>. Neste texto, vou destacar apenas algumas teses da geografia escolar brasileira sobre agricultura e as evidências que demonstram os equívocos que vêm sendo transmitidos a crianças e adolescentes nas últimas três décadas.</p>
<p>A primeira distorção é a tese de que a produtividade agrícola só aumenta nos setores de exportação, conforme dizem o MST e muitos livros didáticos, como os de José William Vesentini. Ora, os dados do IBGE mostram que, sobretudo dos anos 80 em diante, culturas como as de tomate, cebola, batata, arroz e feijão alcançaram ganhos expressivos de rendimento físico, geralmente maiores do que aqueles verificados nas culturas de soja, laranja e cana.</p>
<p>Outra distorção é essa ideia de que a agropecuária brasileira se divide ainda num segmento de exportação e noutro de mercado interno. Essa tese é falsa simplesmente porque a maior parte da produção de soja, óleos vegetais em bruto e carne bovina do Brasil é consumida no mercado interno mesmo. Além disso, a expansão da indústria de alimentos vem alterando o padrão de consumo alimentar da população brasileira, de sorte que a alimentação dos mais pobres já não é mais tão dependente do arroz, feijão e mandioca como era há algumas décadas atrás.</p>
<p>Daí ser completamente absurda a visão de que o Brasil estaria vivendo o paradoxo da fome em meio à abundância de produtos agrícolas. A Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003 &#8211; POF, do IBGE, comprova que a exposição das pessoas à desnutrição declinou de forma rápida nas últimas décadas, até quase desaparecer. No período dessa pesquisa, a desnutrição atingia apenas um pequeno percentual da população feminina das áreas rurais do Nordeste e das mulheres do estrato mais pobre da população brasileira, formado pelas famílias com rendimento mensal per capita de até um quarto de salário mínimo. De outro lado, essa mesma fonte mostra que 24% dos homens e mais de 40% das mulheres desse estrato estavam então com excesso de peso ou obesidade!</p>
<p>Mas é claro que, diante disso, algum leitor poderia perguntar se tais informações não são contestadas pelos indicadores de segurança alimentar, segundo os quais há no Brasil cerca de 14 milhões de pessoas que passam fome. A verdade, porém, é que os dados de segurança alimentar não desmentem os resultados da POF. Ao contrário, são as informações desta última que revelam a fragilidade e incoerência da pesquisa sobre segurança alimentar, conforme explico em detalhes no artigo já mencionado.</p>
<p>Mas o interessante é que, embora a reação da maioria dos ouvintes às minhas palestras tenha sido negativa, a ninguém ocorreu contestar os resultados da POF com a citação de dados sobre segurança alimentar. Ao invés disso, os pesquisadores e professores que me contestaram fizeram uso de argumentos puramente retóricos ou saídos do senso comum, como esses abaixo:</p>
<p>&#8220;A questão agrária é mais complexa&#8221;. Ela &#8220;envolve uma multiplicidade de fatores&#8221;. Ora, mencionar outros fatores, por si só, não invalida em nada o diagnóstico de que a desnutrição está no fim. O que se tem aí é apenas uma retórica que procura descartar uma avaliação baseada em dados sem discutir sua consistência lógica e empírica.</p>
<p>&#8220;Não é isso o que a gente vê na rua&#8221;. &#8220;Você já visitou a periferia de Curitiba ou o Nordeste? Já viu a soja partindo do Porto de Paranaguá?&#8221;. Esse argumento supõe que o IBGE deveria ser fechado, pois mobiliza milhares de pesquisadores e gasta milhões de Reais para fazer pesquisas cujos resultados podem ser derrubados por uma única pessoa em visita a certos lugares. Esse tipo de argumento demonstra que alguns professores não entendem que a função das estatísticas é permitir fazer generalizações com base em um número relevante de observações.</p>
<p>O simplismo dos argumentos demonstra que o agronegócio continuará sendo difamado diariamente por professores e autores de livros didáticos que falam sobre agricultura e fome sem nunca terem consultado a POF e as informações do IBGE sobre produtividade agrícola. A visão torta dos professores deriva da má qualidade dos livros didáticos e também da falta de leituras outras que não a desse tipo de livro. Mas a causa principal está mesmo é no alinhamento incondicional dos professores e pesquisadores aos movimentos de &#8220;luta pela terra&#8221;. É por se apegarem aos dogmas ideológicos de organizações como o MST que os professores persistem no engano mesmo quando confrontados com indicadores que nunca tinham se dado ao trabalho de consultar. Como diz o ditado: &#8220;o pior cego é aquele que não quer ver&#8221;.</p>
<p>Publicado no site da ONG <a href="http://www.escolasempartido.org/index.php?id=38,1,article,2,327,sid,1,ch" target="_blank">Escola sem Partido</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9409/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9409&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Você é extremista ou um moderado pacifista?</title>
		<link>http://direitasja.com.br/2013/05/15/voce-e-extremista-ou-um-moderado-pacifista/</link>
		<comments>http://direitasja.com.br/2013/05/15/voce-e-extremista-ou-um-moderado-pacifista/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 00:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é extremista ou um moderado pacifista? Se esbarrasse na rua com algum dos nossos políticos ditos &#8220;de direita&#8221;, eu &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/15/voce-e-extremista-ou-um-moderado-pacifista/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9504&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2012/10/direita-as-moscas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6401" alt="Direita as Moscas" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2012/10/direita-as-moscas.jpg?w=529&#038;h=358" width="529" height="358" /></a></p>
<p><strong>Você é extremista ou um moderado pacifista?</strong></p>
<p>Se esbarrasse na rua com algum dos nossos políticos ditos &#8220;de direita&#8221;, eu lhe perguntaria o seguinte: &#8220;Você quer destruir a esquerda, destrui-la politicamente, socialmente, culturalmente, de modo que ela nunca mais se levante, e que ser esquerdista se torne uma vergonha que ninguém ouse confessar em público?&#8221;</p>
<p>Tenho a certeza absoluta de que a resposta do desgraçado será &#8220;Não&#8221;, e que virá , provavelmente, acompanhada das usuais caretas de repugnância fingida com que os bons meninos da direita marcam sua distância de todo &#8220;extremismo&#8221;.</p>
<p><strong>Bem, o fato é que aquilo que a direita não quer fazer com a esquerda é o que a esquerda já fez com a direita. Afinal, só quem precisa ostentar moderação é quem se envergonha da sua própria opinião ao ponto de admitir, cabisbaixo e submisso, que ela só vale alguma coisa quando usada em doses moderadas. Em doses moderadas, filhinho, até a estricnina vale alguma coisa. Só o que é indiscutivelmente bom, como a inteligência, a beleza, a santidade ou a saúde, vale tanto mais quanto maior a dose. </strong></p>
<p>A esquerda conseguiu convencer até os direitistas de que nenhuma dose de esquerdismo é excessiva, tanto que o sr. Luís Inácio Lula da Silva, vendendo uma imagem de moderado, não se vexava de presidir o Foro de São Paulo de mãozinhas dadas com um notório extremista, assassino e narcotraficante, o sr. Manuel Marulanda, nem muito menos se esquivou jamais de fazer parceria com o sr. Fidel Castro, que é o extremismo de esquerda encarnado.</p>
<p>Já os homens &#8220;da direita&#8221; – digo &#8220;homens&#8221; cum grano salis – prefeririam antes morrer do que ser vistos ao lado de alguém que lhes pareça mais direitista que eles.</p>
<p>Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9504/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9504&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Direita as Moscas</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A TAL ARMA FEITA EM IMPRESSORA</title>
		<link>http://direitasja.com.br/2013/05/15/a-tal-arma-feita-em-impressora/</link>
		<comments>http://direitasja.com.br/2013/05/15/a-tal-arma-feita-em-impressora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Porte de armas]]></category>

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		<description><![CDATA[Bene Barbosa* Na última semana, a imprensa voltou a noticiar com destaque o que seria a primeira arma praticamente produzida, &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/15/a-tal-arma-feita-em-impressora/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9375&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/941656_483017498436492_489650423_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9499" alt="941656_483017498436492_489650423_n" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/941656_483017498436492_489650423_n.jpg?w=529&#038;h=203" width="529" height="203" /></a></p>
<p>Bene Barbosa*</p>
<p>Na última semana, a imprensa voltou a noticiar com destaque o que seria a primeira arma praticamente produzida, na íntegra, em uma impressora 3D, numa pequena empresa no Texas. Confesso que, como especialista em armas e munições, tenho sérias dúvidas sobre a viabilidade real dessa invenção, que tem tido destaque como se um estudante do ensino médio descobrisse a cura para AIDS.</p>
<p>Assumindo que tudo que foi mostrado pela empresa seja verdadeiro, ainda assim são muitos os fatores a se considerar. Primeiramente, ela não passa de uma pistola monotiro, ou seja, precisa ser recarregada depois de cada disparo, o que faz dela algo muito pouco efetivo para defesa e a inutiliza para ataques. Em segundo lugar, a capacidade de disparo se resume a calibres pequenos, únicos que, em teoria, podem ser contidos em receptáculos integralmente em plástico, ainda que com muito pouca – ou nenhuma – precisão.</p>
<p>Além disso, ao contrário do que imaginam os alarmistas, fazer armas em casa é até certo ponto um processo muito simples. A Internet está recheada de modelos caseiros e até projetos mais elaborados, sem contar diversas publicações que tratam exclusivamente do assunto. Aqui mesmo no Brasil não são raras as apreensões de armas desse tipo em mãos de criminosos. Há pouco tempo a Polícia Civil de São Paulo encontrou até uma pequena fábrica que fazia submetralhadoras em escala quase industrial e com grande grau de sofisticação.</p>
<p>O risco efetivo da invenção, se é que existe um, é o de que essa pistola seja “invisível” aos detectores de metal, o que não inclui, por óbvio, sua munição, facilmente identificável em scanners e aparelhos de raio-x.</p>
<p>O nome dado à pistola é emblemático. Contudo, por um flagrante desconhecimento profundo da mídia sobre a história das armas de fogo, em especial no Brasil, até agora não se viu ninguém que tenha percebido o porquê desta escolha, no que reside, aí sim, a verdadeira alma da notícia. O nome “Liberator” não está só relacionado à liberdade de se produzir armas em casa, mas também faz referência direta a outra pistola, a “FP-45 Liberator”, também monotiro, em calibre .45ACP e fabricada pela General Motors durante a Segunda Guerra Mundial. Essa arma foi distribuída aos milhares nos territórios ocupados pelos alemães para a resistência e visavam a morte de oficias e autoridades colaboracionistas. O vídeo “promocional” da Liberator feita com a impressora mostra uma cena com aviões durante a Segunda Guerra e foi exatamente assim que ela foi introduzida em território inimigo (vídeo neste link:<a href="http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fyoutu.be%2FdrPz6n6UXQY&amp;h=WAQH8ubOo&amp;s=1" target="_blank">http://youtu.be/drPz6n6UXQY</a>).</p>
<p>Explicado o real sentido do nome, fica claro o recado dado pela empresa que agora lança a nova Liberator. Enquanto o presidente Obama e outros desarmamentistas quebram a cabeça tentando encontrar uma forma de impor restrições às armas para a população, há gente que não estará disposta a se desarmar e, se necessário for, fará suas próprias armas, cada dia contando com mais tecnologia para isso.</p>
<p>Para quem adora se curvar ao governo, quem adora bolsa-isso, bolsa-aquilo, quem gosta de ser tutelado pelo Estado que lhe diz o que ele deve fazer ou deixar de fazer, isso pouco importa, mas para a maioria dos norte-americanos a ideia de não ter defesa, inclusive contra o Estado, é algo inaceitável. É uma raiz histórica do país, advinda de seus fundadores, que na própria constituição garantiram que isso jamais deveria acontecer, pois quando o fuzil escraviza, é o fuzil a única arma capaz de libertar.</p>
<p>*Bene Barbosa é especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil</p>
<p>AVISO: Este artigo pode ser livremente distribuído e publicado desde que em sua íntegra e respeitada a autoria</p>
<h1><a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/governo-americano-ordena-remocao-de-instrucoes-on-line-que-permitem-criacao-de-arma-usando-impressora-3d" target="_blank">Governo americano ordena remoção de instruções on-line que permitem criação de arma usando impressora 3D</a></h1>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9375/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9375&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Índios??? Desde quando??</title>
		<link>http://direitasja.com.br/2013/05/14/indios-desde-quando/</link>
		<comments>http://direitasja.com.br/2013/05/14/indios-desde-quando/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 15:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Frederico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[direito de propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Funai]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>

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		<description><![CDATA[Isso tem que acabar, isso pede medidas drásticas. Esta mais do que provado que esses tais índios e Ong&#8217;s que &#8230;<p><a href="http://direitasja.com.br/2013/05/14/indios-desde-quando/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9406&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Isso tem que acabar, isso pede medidas drásticas.</p>
<p>Esta mais do que provado que esses tais índios e Ong&#8217;s que os representam não passam de outro grupo praticando terrorismo rural no país, assim como o MST.</p>
<p>Relatório da EMBRAPA prova que a grande maioria desses ditos índios só chegou aos locais a serem expropriados de seus legítimos donos a poucos anos atrás, os detalhes estão aqui: <a href="http://conservador.blog.br/2013/05/urgente-relatorio-da-embrapa-desmente.html">URGENTE: Relatório da Embrapa desmente laudos da Funai.</a></p>
<p><img alt="" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/066d4-demarcac3a7c3b5es-terras-indc3adgenas.jpg?w=640&#038;h=428" width="640" height="428" border="0" /></p>
<p>Isso sempre foi muito claro para quem já pisou nessas regiões, ENQUANTO AS TERRAS PERTENCIAM AO ESTADO, LOCAIS DESPROVIDOS DE QUALQUER INFRAESTRUTURA, IMPRODUTIVOS E ABANDONADOS, NENHUM ÍNDIO SE INTERESSOU EM RECLAMAR A POSSE DESSAS TERRAS, QUE ALIAS ÍNDIO MESMO NUNCA TEVE CONCEITO DE POSSE, VIVIAM COMO &#8220;NÔMADES&#8221;, DE CAÇA, COLETA E ALGO QUE NÃO PODE SER TRATADO COMO AGRICULTURA, JÁ QUE QUEIMAVAM UMA ÁREA, PLANTAVAM NELA ATE EXAURIR SUA FERTILIDADE, MIGRANDO PARA OUTRO LOCAL ASSIM QUE ESSA ÁREA NÃO TIVESSE MAIS FERTILIDADE.</p>
<p>Poucos se interessaram em encarar o desafio e investir o que tinham nessa difícil empreitada.</p>
<p>Pergunte aos hoje grandes produtores no Centro Oeste, como foi vender tudo que tinham construído no Sul e Sudeste do Brasil, comprar essas áreas do Estado e ir para esses locais ermos, carregando tudo que tinham em seus caminhões, na maioria das vezes velhos, chegarem a esses locais sem água, luz e esgoto, levantaram barracos provisórios no meio do nada, cavaram foças e poços no braço e abrirem suas terras com CBT&#8217;s. Existe um ditado que o Centro Oeste foi desbravado com quatro C&#8217;s (C10, CBT, Caterpillar e Cesna).</p>
<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/178969_558811344134841_1887954561_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9487" alt="178969_558811344134841_1887954561_n" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/178969_558811344134841_1887954561_n.jpg?w=529"   /></a></p>
<p>Não vou me estender a contar essas historias, mais resumindo, encaram um ambiente totalmente inóspito, desprovidos de qualquer infraestrutura e serviços básicos, para construir o que hoje é o principal motor econômico do país, isso tudo sem nenhum apoio, pelo contrario, normalmente com o estado atrapalhando.</p>
<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/943266_541558719215847_1169615655_n.png"><img alt="943266_541558719215847_1169615655_n" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/943266_541558719215847_1169615655_n.png?w=529&#038;h=401" width="529" height="401" /></a></p>
<p>Agora, depois de décadas, quando as regiões se tornaram polos de desenvolvimento, depois de tudo construído, estruturado e produzindo riquezas aparecem as &#8220;nuvens de gafanhotos&#8221; alegando que as terras os pertence? Por que não disseram isso a 50 anos atrás, antes de esses bravos empreendedores começarem a trabalhar e construir tudo isso?</p>
<p>Porque eles não queriam nem querem terra assim, que de trabalho e demande empenho, trabalho e sacrifício para torná-las produtivas. O Estado tem 123 milhões de hectares em terras improdutivas, mais praticamente 108 milhões de hectares que já são reservas indígenas, 150 milhões de hectares de terras devolutas. MST, Índios e afins querem terras? Estão ai! Vão ocupar essas terras improdutivas do Estado, afinal não é o próprio Estado que quer assentá-los?</p>
<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/482253_284758124990311_1463089847_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9493" alt="482253_284758124990311_1463089847_n" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/482253_284758124990311_1463089847_n.jpg?w=529&#038;h=396" width="529" height="396" /></a></p>
<p>Não vão em busca dessas terras porque terras assim não interessam a vagabundos e parasitas socialistas. Querem a propriedade privada, produtiva, para assim como uma nuvem de gafanhotos, parasitas, sugar toda riqueza e benefícios que essas geram e assim que esses se esgotarem vão migrar em busca de outro &#8220;hospedeiro para ser parasitado&#8221;. a Foto acima ilustra bem como agem os gafanhotos, antes de se tornar reserva indígena a área ao lado direita era como ao lado esquerdo.</p>
<p><img title="ocupação do território brasileiro" alt="" src="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/files/2013/05/ocupa%C3%A7%C3%A3o-do-territ%C3%B3rio-brasileiro.jpg" width="480" height="387" /></p>
<p>Todo esses estímulos populistas, assim como ocorre com outros setores agraciados pelo Estado com alguma premissa que os torne acima da lei dos &#8220;reles mortais&#8221;, cria um boom populacional nesses grupos, afinal, existe muito malandro querendo uma boquinha &#8220;grátis&#8221;. &#8220;Todo mundo agora quer ser índio&#8221;, tem &#8220;índio&#8221; branco, azul, verde, de toda cor, tem índio estrangeiro que estão entrando no Brasil alegando que as terras pertencem a eles. Agora tem um monte de Neo Índios circulando por ai, atrás de dinheiro fácil e fama. E quem esta sendo vitima disso tudo são os trabalhadores sérios e honestos, que se empenharam em buscar uma vida melhor e consequentemente melhorar a nação.</p>
<p><a href="http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1592#.UZJpnHnbaGc.facebook" target="_blank">&#8220;A moda agora ao redor do mundo é afirmar que os governos devem promover a diversidade e a pluralidade — o que na prática significa que alguns grupos organizados têm mais direitos do que outros, o que por sua vez significa a abolição da ideia de &#8220;igualdade perante a lei&#8221;.&#8217;</a></p>
<p><img title="Índios - Invasão 1" alt="" src="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/files/2013/04/%C3%8Dndios-Invas%C3%A3o-1-480x316.png" width="480" height="316" /></p>
<p><img title="Índios - invasão 2" alt="" src="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/files/2013/04/%C3%8Dndios-invas%C3%A3o-2-480x314.png" width="480" height="314" /></p>
<p><a href="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/941288_290595147743462_826167905_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9458" alt="941288_290595147743462_826167905_n" src="http://direitasja.files.wordpress.com/2013/05/941288_290595147743462_826167905_n.jpg?w=529&#038;h=347" width="529" height="347" /></a><img alt="" src="http://vasosdopurus.files.wordpress.com/2012/12/gerathumbnoticia.jpg?w=529" /></p>
<ul>
<li>
<h1><a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-cachimbo-multietnico-na-camara-ou-tem-indio-de-toda-cor-tem-indio-de-toda-fe/" rel="bookmark">Um cachimbo multiétnico na Câmara. Ou: “Tem índio de toda cor, tem índio de toda fé…”</a></h1>
</li>
<li>
<h1><a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/desocupacao-do-museu-do-indio-no-rio-ou-a-grande-tribo-dos-caras-palidas-caras-de-pau/" rel="bookmark">Desocupação do Museu do Índio, no Rio – Ou: A grande tribo dos Caras-Pálidas caras-de-pau</a></h1>
</li>
<li>
<h2><a href="http://vasosdopurus.wordpress.com/2012/12/06/federal-conclui-que-paulo-apurina-e-falso-indio/" target="_blank" rel="bookmark">FEDERAL CONCLUI QUE PAULO APURINÃ É FALSO ÍNDIO</a></h2>
</li>
<li><strong><a href="http://www.semanaonline.com.br/semanaonline.php?edicao=57#page=1" target="_blank">Lenha na fogueira: Estudo antropológico encomendado pela Funai pede desapropriação de quase 50 mil ha no MS</a></strong></li>
<li>
<h1><a href="http://veja.abril.com.br/050510/farra-antropologia-oportunista-p-154.shtml" target="_blank">A farra da antropologia oportunista</a></h1>
</li>
<li>
<h1 id="content"><a href="http://oglobo.globo.com/pais/de-antigo-imperio-da-soja-maior-favela-rural-no-interior-do-brasil-8294519#ixzz2THTnRInG" target="_blank">De antigo império da soja à maior favela rural no interior do Brasil</a></h1>
</li>
<li>
<h1><a href="http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/numero-de-indigenas-cresceu-205-em-duas-decadas-no-brasil" target="_blank">Número de indígenas cresceu 205% em duas décadas no Brasil</a></h1>
</li>
<li>
<h1><a href="http://www.agenciadanoticia.com.br/noticias/geral/2072564/indios-alugam-parque-nacional-do-xingu-para-exploracao-ilegal-de-madeira" target="_blank">Índios &#8216;alugam&#8217; parque nacional do Xingu para exploração ilegal de madeira</a></h1>
</li>
<li>
<h1><a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/agu-diz-que-vai-investigar-contratos-de-indios-com-empresas-estrangeiras-e-mesmo-ou-finalmente-o-capitalismo-selvagem-chega-ao-brasil/" rel="bookmark">AGU diz que vai investigar contratos de índios com empresas estrangeiras. É mesmo? Ou: Finalmente, o capitalismo selvagem chega ao Brasil!</a></h1>
</li>
</ul>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitasja.wordpress.com/9406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitasja.wordpress.com/9406/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitasja.com.br&#038;blog=30486135&#038;post=9406&#038;subd=direitasja&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocupação do território brasileiro</media:title>
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			<media:title type="html">Índios - Invasão 1</media:title>
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			<media:title type="html">Índios - invasão 2</media:title>
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