Vamos rir um pouco: um festival de comentários esquerdistas bizarros

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debiiiA postagem mais popular que eu já escrevi chama-se “25 personalidades que começaram do zero e se tornaram empresários de sucesso“. Desde que a publiquei até hoje ela já conta com mais de cinquenta mil visualizações. E eu ainda recebo comentários sobre ela periodicamente. Acredito que o sucesso se deve ao fato de que as pessoas costumam a procurar por listas do tipo “top 10″.

O que há nesse texto? Nada de mais. Eu simplesmente reuni 25 pessoas, que encontrei em uma busca rápida no Google, com algo em comum: entraram para o ramo do empreendedorismo, partindo do zero, e se tornaram grandes empresários. Ao fim da lista, fiz algumas reflexões sobre a importância da atividade empreendedora e como uma economia mais livre oferece mais possibilidades de pequenos empreendedores crescerem, mudando sua situação de vida e gerando mais empregos. Uma mensagem simples de entender, não é mesmo?

Não para muitos esquerdistas que entram neste site. Boa parte dos comentários que recebo demonstram que eles tem uma enorme dificuldade de compreensão de texto. E não são poucos os que não conseguem esboçar um argumento racional e reproduzi-lo de maneira educada. Sem capacidade de se portarem como humanos dotados de razão e civilizados, se limitam a expressarem-se da única forma que sabem: com um chororô desgraçado e vários xingamentos. Argumento que é bom… Nada. Resolvi expor a maioria desses comentários aqui para vocês rirem um pouco.

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Sim, amigos, o dono desse comentário entrou do nada na página e soltou esse comentário aleatório, falando mal do texto com palavreado de baixo nível, e sem oferecer absolutamente nenhum argumento. Em outras palavras: “Não concordo porque não concordo. Você é feio e mal. Buá! Buá!”. Eu respondi no mesmo tom, evidentemente:

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Luís parece não ter gostado e passou a espernear como uma criancinha emburrada que sabe que está errada:

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Veja como Luís além de ser chorão e não ter capacidade de esboçar argumentos, ainda é dissimulado, cínico e desonesto. Todo está vendo que ele entrou no site apenas para encher o saco e agora tenta virar a situação contra mim, me acusando de ad hominem. Ad hominem é uma falácia que consiste em tentar desqualificar um argumento sem analisar o conteúdo, mas apenas ofendendo o autor. Obviamente, é desonestidade. Ocorre que Luís não ofereceu nenhum argumento para que eu pudesse usar de ad hominem. Eu o chamei de “sem cérebro”, não para tentar desqualificar seus argumentos (pois não havia nenhum!), mas justamente porque ele é claramente incapaz de argumentar. É um fato! Respondi o bebezão:

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Luís não voltou para me responder. Deve ter ido pedir o colinho da mãe. Mas vieram outros. Veja que engraçado:

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Aqui começa o festival de comentários que me acusam de dizer o que eu não falei em nenhum momento. Segundo Dagmar, eu disse que o pobre tem as mesmas chances de crescer na vida que as do rico. Em nenhum momento eu disse isso. A proposta do texto é muito clara: mostrar que é possível um pobre se tornar um rico empresário. Possível não significa “fácil”. E a mera possibilidade não quer dizer que todo mundo que tentar se tornar um rico empresário vai conseguir.

No texto, eu cito três fatores importantes que uma pessoa precisa ter para se tornar um empresário de sucesso: (1) vontade de ser empresário; (2) coragem para ser um empresário; (3) capacidade para ser um empresário. Mesmo que uma pessoa tenha os três fatores, ela pode não conseguir, seja por azar ou porque o seu país apresenta uma economia ferrada que impede o microempresário de crescer. Mas os dois fatos óbvios que o texto demonstra é que existe a possibilidade de um pobre se tornar um grande empresário e que uma economia mais livre facilita isso.Respondi o seguinte:

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Difícil de entender? Para os esquerdistas sim. Aí vai outro imbecil:

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Como sempre, mais choradeira sem argumentos: “Buá, buá!”. Eu respondo o chorão:

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Aí entra outro chorão para ajudá-lo:

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“Toma essa” (que apelido infantil, aliás) diz que o blog é ridículo, mas faz questão de entrar para comentar. Não sei vocês, mas eu não perco o meu tempo entrando em blogs ridículos. E se, por algum motivo, preciso ler algo em um blog ridículo, não perco meu tempo comentado. Mas o “Toma essa” é um bebezão. Não trabalha, só chora na barra da saia da mãe e mama. Então, ele tem tempo de ficar chorando em “blogs ridículos”. Mandei ele para o lugar dele:

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A próxima chorona me causa muita risada. Veja o que ela diz:

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“De 200 milhões de brasileiros você consegue citar quantos nessa lista? 20? E o único negro é americano, olha só…”. Hahahahahahahaha! A Paula quer que eu analise a vida de cada um dos 200 milhões de brasileiros e faça uma lista com todos os empresários do Brasil que começaram do zero. Essa menina é uma comediante! Mas vamos à resposta:

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Mais claro que isso impossível, né? Não para os esquerdistas. Eis que me aparece outro, fazendo uma “parede de texto”, me acusando das mesmas coisas, além de dizer outras tantas tolices. Vou expor por partes:

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Jorge é igual a Paula. Ele acha que eu sou um órgão oficial de pesquisa e que minha obrigação é consultar todos os brasileiros e escrever um texto com todos os casos de pessoas pobres que se tornaram empresários de sucesso. Ele também exige que eu escreva com o rigor de uma tese de doutorado, quando a proposta do texto é claramente ser uma lista simples com as histórias de personalidades conhecidas. Quer dizer, o Jorge e a Paula devem ser drogados. Só pode!

Não satisfeito, Jorge me acusa de não aceitar bem as opiniões divergentes das minhas. Que opiniões? Os xingamentos gratuitos sem argumentos? O chororô histérico da esquerda? Ele quer que eu trate essas opiniões como expressões máximas de inteligência, honestidade e educação? Rapaz, “ó as ideia…”.

Ele continua:

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“O problema é que segundo o seu ponto de vista, só faz sucesso na vida quem faz fortuna”. Meu Deus! Em que lugar eu disse isso? A proposta do texto é mostrar pessoas que se tornaram empresárias e não pessoas que obtiveram sucesso na vida. Mas que dificuldade de interpretação!

Com relação aos nomes que eu não citei, torno a dizer: que insistência em querer que eu faça o trabalho de um IBGE da vida! Bom, se ele quiser me dar dinheiro para isso, eu até faço. ;)

Não satisfeito, o cara retorna depois:

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Figuraça! Começa pedindo desculpas e depois volta a detonar o texto. Coerência pra quê, né? Mas vamos lá. Há um ditado que diz: “Muito ajuda quem não atrapalha”. Se o governo abaixa o valor dos impostos, deixa de atrapalhar os empresários, portanto, ajudando-os. Isso inclui os pequenos empresários. Não vejo mal nisso. Na verdade, é o que eu defendo no texto: um governo que deixe os empresários empreenderem seus negócios sem altos impostos e grandes burocracias. Por que? Porque isso gera mais empregos.

Outra coisa: que história é essa de dinheiro do governo? O governo não tem dinheiro. O dinheiro do governo é o dinheiro dos nossos impostos (o que inclui os impostos que as empresas pagam). Quando o governo reduz impostos, não está doando dinheiro. Está nos devolvendo.

Se a crítica do Jorge se refere aos empréstimos do BNDES, eu me pergunto: não é para isso que serve o BNDES? Tudo bem que, como direitista, creio que seria melhor o governo não ter um banco estatal emprestando dinheiro para grandes empresas. Isso poderia ser feito por bancos privados. Mas o BNDES existe. E ele existe para isso. Não há ilegalidade ou imoralidade aqui.

Tive que responder o Jorge, né…? Mas eu estava com uma inacreditável paciência nesse dia:

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Esse próximo é muito comédia também. Olha o que ele diz:

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Hahahahahahahahahhaha! Os caras quase se debulham em lágrimas aqui dizendo que eu esqueci de colocar outros nomes de empresários que começaram do zero e que eu não pesquisei a vida de 200 milhões de brasileiros, e o Sr. Piropo acha que eu é que estou chorando. Crackudo!

Mas eu sou mesmo um rapaz muito educado. Respondi o “noiado” nos seguintes termos:

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Outro lesado veio dizer o seguinte:

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O Thales é outro que leu meu texto e entendeu o seguinte: “Qualquer pessoa, independentemente de querer, ter coragem e ter capacidade de ser empresário, vai se tornar um empresário muito rico se trabalhar bastante”. Mas veja: isso é coisa da cabeça desmiolada dele. Eu não disse nada disso.

Depois de viajar na maionese, ele solta uma frase bastante “imtelequetoal”: “A história é manipulada, mas todos aí tiveram um diferencial que não é citado”. Nossa, cara… Até me emocionei aqui. Que profundidade! Só que não. Dei uma resposta sucinta ao amiguinho teórico da conspiração:

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Acho que o Thales ficou com preguiça de pesquisar, porque ele não voltou com as “descobertas bombásticas” que eu esperava.

O texto não teve apenas comentários desfavoráveis, claro. Na verdade, a maioria das pessoas elogiou a postagem. Uma delas foi a leitora Amália. Vou expor o comentário dela porque um esquerdista de nome Inácio a respondeu. Veja o comentário dela e a resposta idiota dele:

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A droga que essa galera está tomando é muito forte, manolo. Na moral. Da onde esse cara tirou que é fácil se tornar milionário? Mas vamos à resposta:

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A simplicidade disso é tão grande que eu me impressiono de ter que explicar isso para essa galera. E muitos me consideram paciente demais. Veja o comentário de um leitor de direita:

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Pois é, Gerzon. Haja paciência! Eu poderia mandar toda essa galera tomar naquele lugar. Mas isso seria muito deselegante.

A saga continua. Lembra do Luís? Ele volta, agora para atazanar a vida dos leitores que gostaram do texto. Mas acaba tomando uma “Turn down for what”.

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É engraçado essa galera de esquerda falar em “lixo de autoajuda”, já que eles vivem dia e noite pregando que as “classes oprimidas” precisam lutar contra as “classes opressoras”, e que a culpa das crueldades do mundo não é do ser humano, mas da classe dominante. Essa filosofia barata de homem bom/luta de classes é feita para quem quer mudar o mundo, mas não quer mudar a si mesmo. Ela diz para os esquerdistas: “Você é bom. Seus companheiros esquerdistas são bons. Não se culpe por nada. Culpe as outras classes”. Enfim… Valeu Raynara por mostrar ao Luís como se expressa uma opinião de maneira decente!

Eu termino a exposição por aqui. Espero que tenham se divertido bastante.

P.S.: Vou colocar essa postagem fixada lá no post original, para servir de aviso aos próximos esquerdistas que quiserem falar besteira por aqui.

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